Os postos de venda de créditos do Bilhete Único nos terminais urbanos de Campinas terão horário especial de atendimento ao público durante o feriado de Carnaval. Os créditos são vendidos nos postos administrados pela Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc) nos terminais Barão Geraldo, Campo Grande, Central, Mercado, Metropolitano e Ouro Verde. Atendendo a uma solicitação da Transurc, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) autorizou o funcionamento dos postos da seguinte maneira: – No dia 7 de março, todos os postos de venda funcionarão normalmente; – No dia 8 de março, somente o posto de venda do Terminal Central permanecerá aberto, no período das 6h às 18h. A EMDEC ressalta que, além dos postos nos terminais urbanos, o usuário do sistema de transporte coletivo municipal tem à disposição uma rede autorizada com mais de 300 postos de venda dos créditos do Bilhete Único distribuídos por toda a cidade, como bancas de revistas e jornais, drogarias, padarias, papelarias e mercados. Para garantir o acesso do usuário às informações referentes ao horário especial de funcionamento dos postos de venda dos terminais no fim do ano, a Transurc afixou cartazes nos próprios postos de venda.
Autor: Juliana Ferreira
Representantes da Agemcamp visitam EMDEC
Representantes da Agência Metropolitana de Campinas (Agemcamp) visitaram, na última sexta-feira, dia 25 de fevereiro, a sede da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC). O objetivo da visita foi conhecer o modelo de sistema de dados e geoprocessamento dos registros de acidente de trânsito em Campinas. Todas as informações sobre como a cidade faz a coleta e registro das ocorrências foram repassadas pelo chefe do Departamento de Georreferenciamento e Sistematização de Dados da EMDEC, Daniel Nithack e Silva. O trabalho realizado pela EMDEC conta com o apoio da Polícia Militar (PM), da Polícia Civil (PC), incluindo os 13 Distritos Policiais da cidade (Centro, São Bernardo, Jardim Chapadão, Taquaral, Jardim Amazonas, Jardim Yeda, Barão Geraldo, Padre Anchieta, Vila Aeroporto, Jardim Proença, Jardim Ipaussurama, Sousas e Cambuí), além do Instituto Médico Legal (IML) e dos Serviços Técnicos Gerais (Setec). Durante a visita, os representantes aproveitaram para conhecer a Central Integrada de Monitoramento de Campinas (CIMCamp), responsável pelo combate à criminalidade, a segurança no trânsito, a qualidade no transporte, a prevenção a desastres naturais, além da fiscalização do solo público. A CIMCamp conta com 372 câmeras, distribuídas em 143 pontos da cidade, para o monitoramento em tempo real. Todo o trabalho ainda é potencializado a partir de informações recebidas pelos agentes em campo, radares e pela Central Telefônica. Para Sérgio Gomide Costa, representante da Coordenadoria da Agemcamp, o modelo de monitoramento é um exemplo às cidades que compõem a Região Metropolitana de Campinas. “Cada cidade tem seus problemas e suas próprias questões, mas a união de todas elas é fundamental para o sucesso. Campinas pode nos ajudar muito com sua experiência”, concluiu. Os visitantes A Agência Metropolitana de Campinas é uma autarquia estadual, vinculada à Secretaria de Economia e Planejamento com sede e foro em Campinas. O objetivo da Agemcamp é integrar a organização, o planejamento e a execução das funções públicas de interesse comum na Região Metropolitana de Campinas, sendo composta pelos municípios de Americana, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Jaguariúna, Monte Mor, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara D’Oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos e Vinhedo.
Transformações na Aquidaban ampliaram importância da avenida
Originada da língua tupi-guarani, aquidaban significa “entre rios, terras férteis e aguadas”. Por esse motivo, a palavra passou a denominar diversas cidades do país, empresas comerciais e um rio que banha o Paraguai, este último com grande importância histórica para o continente latino. O destaque do Rio Aquidaban, localizado entre a cidade de Concepción (no Paraguai) e o estado do Mato Grosso, está relacionado com a Guerra do Paraguai. Nele, aconteceu a última grande batalha entre os guerrilheiros, em 1870. A Guerra do Paraguai foi travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, composta por Brasil, Argentina e Uruguai. Com início em 1864, foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Em Campinas, em homenagem ao fim da guerra, os vereadores determinaram que a pequena via próxima ao Largo do Tanquinho, no Centro, até então sem qualquer denominação, passaria a ser chamada como Rua Aquidaban. Sem calçamento, estreita e pouco extensa, a Aquidaban só começou a ganhar importância com a chegada da ferrovia na cidade. Influenciada pela Estação Ferroviária, a via cresceu no sentido do Bosque dos Jequitibás, principalmente a partir de 1893, após a epidemia de febre amarela. A Aquidaban, no entanto, não tinha uma importância viária significativa para a cidade. Um dos motivos foi a criação da Rua Proença e o crescimento da atual Avenida Moraes Sales. Segundo o historiador Wagner Paulo dos Santos, a via não tinha uma função específica à população. “A Aquidaban conduzia o povo do nada a lugar nenhum”, conta Wagner. A remodelação da Aquidaban A falta de importância da Rua Aquidaban, que até então estava limitada entre o muro da Companhia Paulista de Estradas de Ferro e o Bosque dos Jequitibás, durou até a década de 1970. Nesse período, o Plano de Remodelação da cidade previa transformar a Aquidaban em uma grande avenida. Além do duplo sentido de circulação, em seu interior seria criada uma via expressa, denominada como Via Expressa Waldemar Paschoal, destinada à circulação e fluxo dos veículos. Os prós e os contras Com os novos planos previstos para a Aquidaban, aumentaram a expectativa de alguns setores da cidade e, ao mesmo tempo, as reclamações em torno das mudanças que as novidades trariam. A primeira delas estava relacionada com a possível destruição do Bosque dos Jequitibás para as obras de extensão da via. Diante da possibilidade, um movimento ecológico contra a construção da Avenida teve início. Após diversos acordos, o Plano de Remodelação foi alterado e, felizmente, não houve qualquer alteração na mata. Além do problema ecológico, as obras previam a desapropriação e a demolição de centenas de imóveis, já que a Aquidaban se transformaria na avenida mais larga da cidade. Luís Otávio Oliveira, 54, tem lembranças dessa época. Seu avô, Sebastião Oliveira, estava entre os moradores que corriam risco de perder suas casas. Morador da Rua Regente Feijó, Luís relembra dos passeios que fazia com o avô, pela região. “Eu lembro que tinha um ponto de táxi onde hoje é a via expressa. Enquanto meu avô conversava com alguns amigos, eu brincava no Largo do Pará”, relembra. Ele conta que apesar de ter escapado da desapropriação, seu avô ficou triste pela perda dos vizinhos. Por esse motivo, logo após o início das obras, decidiu pela venda da casa. “Era muito gostoso morar ali, mas depois das demolições a casa do meu avô ficou isolada, já que foi uma das únicas a permanecer em pé.” Apesar dos receios, diversos estabelecimentos comerciais se interessaram pelo local, antes mesmo da conclusão das obras. Em registros históricos, como livros e reportagens de jornais da época, a nova avenida ofereceria condições adequadas para a construção de vários edifícios, dos mais variados tipos de comércio. Entre as organizações interessadas, estavam restaurantes, agências de turismo, agências bancários, butiques, farmácias, institutos de beleza e mercearias. Segundo planejavam, os prédios não poderiam ter mais do que dez andares e as áreas verdes deveriam ser valorizadas. Plano concretizado Apesar dos impasses iniciais, as obras de abertura da Avenida Aquidaban terminaram em 1975. A partir daí, a Via Expressa Waldemar Paschoal passou a ter grande importância no cenário urbano da cidade. Responsável por ligar a região central da cidade e o bairro Cambuí, a Avenida é, também, a principal ligação entre a região próxima ao Bosque dos Jequitibás e o Complexo Viário Joá Penteado. Ao contrário da falta de importância antes da remodelação, a Aquidaban passou a receber cerca de 20 mil carros/ dia. A Via Expressa, por sua vez, passou a ter, nos dias úteis, um fluxo diário de 32 mil carros. Segundo dados da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) de 2007, a Via Expressa Waldemar Paschoal é uma das mais movimentadas da cidade, ultrapassando, inclusive, as grandes avenidas centrais, como a Moraes Salles e a Francisco Glicério. Outro destaque da via é a facilidade no acesso ao Aeroporto de Viracopos e ao Terminal Rodoviário Ramos de Azevedo, as duas principais portas de entrada à cidade. Tal fato beneficiou a instalação de importantes empresas do setor hoteleiro. Instalados em toda a extensão da Aquidaban, os hotéis são reconhecidos mundialmente. Em Campinas, o fácil acesso atraem turistas, sejam em viagens de negócios ou passeio. Espaço das bicicletas As mudanças e as novidades na Aquidaban não pararam apenas com a sua abertura. A última delas aconteceu no início de 2011 com a inauguração da Ciclofaixa de lazer de Campinas. Denominada como Ciclofaixa Campinas – Cidadania em Movimento, os campineiros passaram a contar com 18km de faixas exclusivas aos ciclistas. No caso da Aquidaban, a ciclofaixa está presente em ambos os sentidos, seja para quem vem do Centro pela Avenida Francisco Glicério; ou do Bosque dos Jequitibás, pela Rua Coronel Quirino. Com funcionamento aos domingos e feriados, das 7 às 13 horas, a ciclofaixa liga importantes pontos turísticos da cidade. Segundo dados da EMDEC, ela recebe cerca de 4 mil ciclistas por domingo. Sozinhos ou reunidos em grupos, a ciclofaixa já se tornou uma das mais importantes opções de lazer dos campineiros. Apoio à pesquisa: Wagner Paulo
Salles Oliveira bloqueada no próximo sábado, 29
A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) irá interditar o cruzamento das ruas Dr. Salles Oliveira e Pereira Lima, na Vila Industrial, no próximo sábado, dia 29 de janeiro. O bloqueio, solicitado pela Comgás, é necessário para a realização de serviços na rede de gás da região. As obras estão previstas para ter início às 9h e término às 16h. Para garantir a fluidez do trânsito, dois Agentes da Mobilidade Urbana da EMDEC estarão no local para orientar os motoristas, alternando o fluxo e a passagem dos veículos.
Após homenagear imperador, via passou a ser dedicada ao médico
Poucos sabem que o dia 24 de janeiro é dedicado à Constituição Federal. A homenagem foi determinada como uma forma de relembrar a primeira Constituição outorgada no país, em 1824. Nela, estavam estabelecidas as regras e os princípios que deveriam nortear governantes e população do império. Diferente do que acontece atualmente, o governo passou a ser dividido em quatro poderes: executivo, legislativo, judiciário e moderador. Este último era exercido apenas por Dom Pedro I, que podia anular qualquer decisão tomada pelos outros poderes. Esse privilégio causou grande revolta nos partidos de oposição ao imperador. Em Campinas, a Câmara Municipal, em homenagem ao imperador, decidiu denominar a via ao lado da Igreja Matriz como Rua da Constituição. Por se tratar de uma via pouco utilizada para o comércio ou habitação, não há qualquer registro de antigas denominações que a via tenha recebido. Curiosamente, a via tinha a mesma extensão atual, ou seja, iniciando em frente à Estação Cultura e seguindo até a Catedral Metropolitana de Campinas. Com a inauguração da Estação Ferroviária, em 1873, o cenário da Rua da Constituição mudou radicalmente. A proximidade com o principal ponto de entrada para a cidade trouxe novos estabelecimentos comerciais para a via. Armazéns, armarinhos e pequenos mercados se instalaram no local. Com destaque para o gênero alimentício e produtos importados, o comércio era procurado, principalmente, pelos imigrantes. A homenagem Durante a epidemia da febre amarela, um médico se destacou pelo seu exemplo de dedicação aos doentes. Além de não ter sido recrutado para vir à Campinas, Dr. João Guilherme Costa Aguiar, que era da cidade de Itu, foi uma das vítimas da doença. Diante dos trabalhos realizados pelo médico, a Câmara Municipal decidiu, em 1889, alterar a denominação da Rua da Constituição para Rua Dr. Costa Aguiar. A decisão dos vereadores foi tomada logo após seu falecimento. Somente em 1939 é que a denominação de Rua da Constituição foi redefinida para uma nova via, dessa vez, no bairro do Bonfim. Ainda durante a época imperial, a Costa Aguiar era famosa pela presença de consultórios de médicos reconhecidos e muito procurados pela população campineira. O saudoso Teatro Municipal Construído em 1850, entre as ruas 13 de Maio e a Costa Aguiar, o Teatro São Carlos era uma das opções para o lazer da elite cafeeira de Campinas, que passava por um de seus melhores momentos após a expansão do café para o Oeste Paulista. No entanto, em 1922, o Teatro parecia pequeno e não adequado ao porte da cidade. Após ser demolido, o novo Teatro Municipal foi inaugurado em 1930 com capacidade para 1,3 mil lugares. Em um prédio majestoso que incluía grandes escadarias, lustre no saguão de entrada, paredes adornadas com pó de ouro; o teatro passou a ser denominado como Teatro Municipal Carlos Gomes, em 1959. A Costa Aguiar, por sua vez, era o principal acesso aos camarins e palco do teatro. Por esse motivo, era comum a aglomeração de fãs para recepcionar os artistas que chegavam para as apresentações. Exemplos de grandes nomes da época e que causaram grandes tumultos foram Orlando Silva, Emilinha Borba, Marlene e Francisco Alves. Em 1965, para tristeza de grande parte da população, o Teatro foi demolido por motivos até hoje questionados. Segundo registros, as explicações dadas alegavam falhas estruturais no prédio. Outro “desastre” que merece destaque aconteceu em 1944. Inaugurado em 1927, o Cine República foi destruído após um incêndio. Localizado no Largo da Catedral, na esquina da Avenida Francisco Glicério com a Rua Costa Aguiar, o cinema foi palco de grandes eventos da cidade. O comércio toma conta da via Influenciada pela expansão do café na cidade e pelo movimento cada vez maior na Estação Ferroviária, a Rua Costa Aguiar passou a receber os mais diversos tipos de estabelecimentos comerciais. Para os visitantes, a via oferecia, também, hotéis e pousadas, conta Ivone Barbosa Alves, funcionária de uma loja de conserto de eletrodomésticos há mais de 30 anos. Ela lembra de como a via passou por mudanças. “Quando eu comecei a trabalhar aqui, a Costa Aguiar era muito diferente. Da metade pra cima, o movimento de visitantes em busca de hotéis era alto”. Durante a década de 70, o trânsito de veículos no Largo da Catedral, composto pelas ruas 13 de Maio e Costa Aguiar, foi proibido. Com o objetivo de criar um calçadão, o local passou a ser denominado de Convívio da Catedral. A Rua 13 de Maio, inclusive, foi fechada até a Estação Cultura e, hoje, é considerada um shopping a céu aberto. Com duas quadras exclusivas para o uso de pedestres, o comércio, que já tinha destaque na via, tomou conta em toda a sua extensão. Lojas de roupas, eletroeletrônicos, materiais de construção são alguns dos atrativos da Costa Aguiar. Há 41 anos na via, José Tarciso Martins, 74, foi em busca, no entanto, de outro público alvo. Percebendo o aumento no número de veículos na região central, Martins resolveu abrir um estacionamento. “Meu avô teve a idéia do negócio após perceber que o local estava bem no meio da área comercial. Como um dos maiores problemas dos motoristas é encontrar lugar para estacionar o carro, ele abriu o estabelecimento”, comenta o neto Mauricio Martins Libertini, 22, que toma conta do estacionamento. Como diferencial, Mauricio aproveita as redes sociais como forma de divulgação do local. “Meu tio toma conta e eu ajudo quando ele precisa, seja ficando aqui ou fazendo propaganda pela internet. O estacionamento na Costa Aguiar já faz parte da tradição da família e eu pretendo ajudar com o que for preciso.” Fontes: http://www.brasilcampinas.com.br/historias/22 http://www.arteducacao.pro.br/comemorativas.htm
Rua Barão de Jaguara: palco da modernidade em Campinas
Localizada no Centro de Campinas, a Rua Barão de Jaguara já foi considerada a principal via da cidade. A sua importância esteve vinculada à presença de diversos estabelecimentos comerciais como farmácias, livraria e armarinhos, e do setor público, como a Câmara Municipal. Entre as denominações, a via recebeu, no início o apelido de Rua de Cima em razão da topografia da região, já que estava em um local elevado quando comparado com a Rua Luzitana, que na época recebeu a denominação de Rua de Baixo. Em 1848, a Câmara Municipal alterou a sua nomenclatura para Rua da Direita. Segundo historiadores, a decisão foi tomada por existir vias no Rio de Janeiro, até então sede da Corte, e em São Paulo, capital da província, com a mesma denominação. Este nome permaneceu até 1889. Após a epidemia de febre amarela que assolou a cidade, o poder público decidiu homenagear um dos importantes nomes da época: o Barão de Jaguara. Por ser chefe do Executivo, o homenageado se dedicou à conclusão das obras dos serviços de água e esgotos da cidade para minimizar os problemas causados pela doença. Iniciando na Praça José Rodrigues e seguindo até a Rua Barreto Leme, a Rua Barão de Jaguara tem, hoje, 1550 metros de comprimento. A história da via é marcada por acontecimentos que mudaram o rumo da cidade e da população existente da época. A via do poder Nascida por ordem do governador de São Paulo, que determinou que se formasse uma povoação e implantasse “ruas que tivessem 70 palmos de largura”, a antiga Rua de Cima possuía características, desde o início, que garantiram a sua importância no povoado da Freguesia. Além de ser o principal caminho que conduzia os viajantes que chegavam de São Paulo ao centro da cidade, a via estava localizada bem em frente à Matriz, atual Basílica Nossa Senhora do Carmo. Muito mais do que pelo comércio, a Barão de Jaguara passou a ser conhecida como a rua do poder, já que, além da igreja, nela estavam, também, a Câmara Municipal e a Cadeia Pública. Por esse motivo, qualquer tipo de manifestações políticas eram realizadas no Largo do Rosário (que também estava na Barão de Jaguara). Na esquina com a Rua General Osório, ficava um dos bares mais freqüentados pela população local. Conhecido como Cristofanni, o bar aumentava o movimento e o número de freqüentadores da via. Pela Barão de Jaguara, passava também o Córrego do Tanquinho. As águas nasciam no Largo do Pará e seguiam pelas Ruas Barão de Jaguará e Avenida Anchieta, e desaguavam na altura da Avenida Orosimbo Maia. Com o crescimento da população e a aproximação da malha urbana, a área foi canalizada, pois os córregos eram vistos como barreiras para o desenvolvimento e sempre inundavam o entorno. Foi na Barão de Jaguara, também, que residiu um dos mais importantes nomes do movimento republicano, Francisco Glicério, onde hoje está o Edifício Zamataro. Pioneirismo da via A Barão de Jaguara foi ainda palco da chegada da modernidade na cidade, sendo a primeira via a receber iluminação pública, telefone, energia elétrica e fotografia. Na esquina com a Rua Conceição, em 1878, foi inaugurado um rinque de patinação. Após ser utilizado para apresentações de circos, lutas, bailes e teatros, o prédio passou a ser utilizado como cinema. No mesmo local, em 1930, foi criado o Cine Rink, um dos primeiros a disponibilizar filmes sonoros. Em 1951, no entanto, o teto do cinema desabou, matando 40 pessoas e ferindo outras 400 que assistiam à última sessão do dia. Em 1935, o primeiro arranha-céu da cidade surgiu nesta via. Localizado na esquina com a Rua Cesár Bierrembach, o Edifício Sant’Anna possui, até hoje, sete pavimentos e funciona como um hotel. Já na esquina com a Rua General Osório, instalou-se o primeiro sobrado da cidade. Carlos Gomes aprendeu a ler e escrever nesse sobrado, onde funcionou a escola particular de João Batista Alves de Souza. Em 1938, o sobrado deu lugar ao Edifício Columbia, o segundo prédio edificado da cidade. Projetado e construído pelo arquiteto e engenheiro Lix da Cunha, tinha características comerciais, com restaurante no térreo e escritórios nos quatro andares superiores. Quem foi Barão de Jaguara? Antonio Pinheiro de Ulhoa Cintra, o Barão de Jaguara, nasceu em 1837 e entrou para a política levado por seu irmão, Dr. Delfino Cintra. Além de médico, foi deputado e presidente de São Paulo. Durante o surto da febre amarela, Barão de Jaguara prestou relevantes serviços à Campinas e a Câmara Municipal, em1889, decidiu alterar o nome da antiga Rua Direita para Rua Barão de Jaguara. Apoio à pesquisa: Wagner Paulo dos Santos Fonte: http://www.puc-campinas.edu.br/servicos
Praça é espaço para festas e lazer na cidade
Segundo o Dicionário Michaelis, arauto pode ser definido como: 1. Correio, mensageiro, portador. 2. O que, nas cortes modernas, anunciava os casamentos e a aclamação dos reis. 3. O encarregado de anunciar, com pormenores, nas vilas e povoados, a realização de uma carreira de cavalos. É com esse significado que a denominação da Praça Arautos da Paz foi escolhida. Inicialmente construída para o 14° Congresso Eucarístico Nacional, evento da Igreja Católica, o espaço se constitui, hoje, em uma das maiores áreas para o lazer da população campineira. Com 65 mil m², a Arautos dispõe de uma grande área gramada, um palco coberto, uma passarela de acesso ao placo, dois conjuntos de sanitários públicos, cabine para comando de luz e som, uma pequena área comercial e uma rampa de skate. Assim, além de dar um novo traçado urbanístico à região, a praça passou a ser uma boa opção para a realização de espetáculos, circos e festas da cidade, principalmente pela sua localização e pelo espaço disponível para a presença de grandes públicos. Com capacidade para 80 mil pessoas, a Arautos da Paz já recebeu eventos como as tradicionais festas juninas (Festa do Nhô Tonico), as comemorações natalinas da prefeitura (Festa Magia do Natal), missas e shows – um exemplo recente foi a apresentação da dupla Chitãozinho e Xororó, com público estimado em 30 mil pessoas. O projeto arquitetônico Localizada ao lado da Lagoa do Taquaral, a Praça foi construída, em 2001, em um grande terreno, até então, não urbanizado do bairro. Para isso, a Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), em 1999, organizou um concurso entre os professores da instituição com o objetivo de criar o projeto arquitetônico do local. Após a análise dos trabalhos recebidos, os professores, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Joaquim Caetano de Lima Filho, Izaak Vaidengorn e José Roberto Merlin foram os vencedores. Assim como o projeto arquitetônico, o paisagismo da área também foi trabalhado de maneira simples e de fácil manutenção, basicamente com grama e árvores. Ao seu redor, foram plantadas cerca de 700 espécies nativas da região como o jacarandá, ypê, córdia, jatobá e cabreúva e a área central, por sua vez, ficou livre para os eventos. Oficialmente, a Praça Arautos da Paz foi inaugurada pela Prefeitura Municipal de Campinas, em 2004, com um Ato Ecumênico pela Paz A região e o trânsito Com a construção da Praça Arautos da Paz, o sistema viário da região passou por melhorias e intervenções, que incluíam obras viárias, de drenagem, de pavimentação, de iluminação, de paisagismo etc. Entre as obras viárias, foi realizada a interdição definitiva da Avenida Alfredo Maia Bonato, que fazia a ligação da Avenida Heitor Penteado e da Rua Joana de Gusmão e as vias que contornam a Praça (Vital Brasil, Arlindo Carpino e Joana de Gusmão), ganharam pista adicional. A colocação de postes diferenciados permitiu, ainda, uma iluminação específica para cada espaço da praça. Os postes mais baixos ajudam na iluminação dos caminhos internos, com luzes suficientes para iluminar a área permitindo a circulação dos usuários. Já os mais altos, com grande quantidade de luz, são direcionados para o palco, sendo utilizados em eventos. Há também a iluminação cênica, que prepara o ambiente para um cenário, uma luz básica para um show simples. A Praça e a EMDEC A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) também soube aproveitar o espaço que a Praça Arautos da Paz oferece. Em 2006, por exemplo, a EMDEC realizou a maior entrega de ônibus da cidade. Após a assinatura dos novos contratos com as concessionárias vencedoras da licitação, a Prefeitura entregou 118 veículos zero quilômetro à população. Um fato interessante é que, durante o evento, todos os ônibus ficaram estacionados no entorno da Praça. Depois da cerimônia, três grandes carreatas percorreram algumas das principais ruas de Campinas para a apresentação dos veículos à população. Fontes: http://www.campinas.sp.gov.br http://lagoataquaral.blogspot.com/ http://michaelis.uol.com.br/
Rua 14 de dezembro homenageia Guarda Nacional da cidade
Bem próxima a algumas das mais importantes e movimentadas avenidas da cidade, como a Anchieta, Orosimbo Maia e Júlio de Mesquita, a Rua 14 de Dezembro é um verdadeiro contraste à agitação das vias vizinhas. É uma via onde a tranquilidade impera. Em seus 270 metros de extensão, a via em muito se assemelha às pequenas ruas de bairros, já que, além de estreita, tem, em toda a dimensão, o calçamento em paralelepípedo. Quem passa pela 14 de Dezembro, dessa forma, acaba encontrando, basicamente, antigas construções residenciais e pequenos estabelecimentos comerciais. Exceções dessa serenidade, no entanto, estão apenas no início da via. Logo no cruzamento com a Rua Sacramento, está o SENAC, escola técnica e profissionalizante; na Rua Marechal Deodoro, bem próximo, está o Campus Central da PUC-Campinas; e, na própria via fica a escola Cooperativa do Saber. A presença dos colégios e, consequentemente, dos estudantes, garante uma certa movimentação ao local. Nos intervalos das aulas, as padarias e lanchonetes da via tem grande procura. O Edifício Pitangueiras, por exemplo, soube aproveitar esse público, combinando preço acessível e comodidade aos jovens estudantes. O espaço oferece kitnets disputadas por jovens de outras cidades que estudam em Campinas. Thaís Calsoni, 21, é um desses exemplos. Aconselhada pelo primo, a estudante de Direito da PUC-Campinas, mora no prédio há 8 meses e não se arrepende da escolha. “Não tenho o que reclamar daqui. A via além de ser tranqüila, está na região central. Basicamente tudo que precisamos está perto, temos na região supermercados, farmácias e a própria faculdade que estudo.”, declara Thais. O lado tranqüilo da via não é recente. Segundo historiadores, a Rua 14 de Dezembro sempre foi residencial, principalmente pela proximidade com a Rua do Comércio, a atual Dr. Quirino. “A 14 de Dezembro sempre foi muito parecida com o que é hoje. A Rua do Comércio atraía os comerciantes e as vias em seu entorno eram tomadas pelas residências”, explica Wagner Paulo dos Santos, historiador. Via dos Alecrins A primeira denominação dada à atual 14 de Dezembro aconteceu, no início do século XVIII, quando a cidade era composta apenas pelo povoado da Freguesia de Campinas do Mato Grosso. Com a presença de uma chácara existente na esquina com a Rua Luzitana, que se dedicava à plantação de alecrins, a população passou a denominá-la dessa forma: Rua dos Alecrins. É importante ressaltar que, na época, a erva aromática era muito utilizada pela população, seja como tempero em alimentos, uso medicinal ou em rituais das religiões africanas. Por esse motivo, a chácara em questão se tornou referência na via, já que era procurada pelos interessados para compra. Esse nome permaneceu até 1848. Nessa época, a rua tinha praticamente duas quadras, iniciando na esquina com a atual Rua Luzitana e com término na Rua Sacramento. O sobrado dos Mascarenhas Por volta de 1850, a Rua dos Alecrins recebeu uma das primeiras construções em forma de sobrado da cidade. Por se tratar de algo raro para a época, o sobrado se destacou na via e se tornou, também, um ponto de encontro, uma referência aos moradores. Um fato curioso, no entanto, é que não há registros do proprietário da residência, sabe-se, somente, que pertencia à família Mascarenhas. Com o passar do tempo, a população passou a chamar a Rua dos Alecrins, também, de Rua dos Mascarenhas. Com o passar do tempo, o sobrado foi vendido a outras famílias até se transformar, em 1921, no Colégio Ateneu Paulista, um dos mais procurados pelos estudantes da época. Já em 1970, o prédio passou a estabelecer uma escola estadual, denominada Colégio Estadual Aníbal Freitas. Algum tempo depois, a escola foi transferida para o bairro Guanabara e o sobrado demolido. A homenagem à Guarda Nacional Em 1894, a Câmara Municipal decidiu alterar novamente o nome da via. A decisão foi tomada após a Guarda Nacional seguir para Florianópolis, em 14 de dezembro de 1894. O motivo da ida do Exército ao sul do país era a Revolta da Armada, movimento contra o então presidente Marechal Deodoro, realizado pela Marinha Brasileira, que alegava ser politicamente inferior ao Exército. A insatisfação teve início no Rio de Janeiro em 1891, porém, com a falta de apoio, os marinheiros migraram para o Sul do país. A pedido do presidente da República, que passou a ser Floriano Peixoto, a Guarda Nacional, que contou com uma frota de navios estrangeiros, conseguiu conter os revolucionários e encerrar a Revolta. A homenagem feita pela poder público ressaltava que a via seria dedicada à Guarda Nacional de Campinas e a um médico da cidade, que seguiu para a batalha junto com os combatentes. Um fato interessante é que o médico em questão tinha o sobrenome de Mascarenhas, família proprietária do sobrado na via que, a partir da decisão, passaria a ser chamada de Rua 14 de Dezembro. Vale destacar que 14 de Dezembro também é a data que a Freguesia de Campinas do Mato Grosso foi elevada à categoria de Vila de São Carlos, em 1797.
Joá Penteado: empresário de sucesso nomeia Complexo Viário
Um dos maiores empresários da cidade, Joaquim Gabriel Penteado nasceu em Campinas e ganhou reconhecimento com o sucesso nos negócios. Sem qualquer diploma ou formação, “Seo Joá”, como era popularmente conhecido, foi o fundador de diversas indústrias em Campinas. Através de uma sociedade com Adalberto Maia, fundou a primeira fábrica de lápis do país, em 1926. Após trazer o maquinário da Alemanha, os sócios abriram uma indústria na Rua Major Sólon. Alguns anos depois, a companhia iniciou a fabricação com a marca John Faber, sendo denominada, posteriormente, como Faber-Castell. Já em 1935, “Seo Joá” adquiriu a conhecida fábrica de fogões Dako que, na época, estava praticamente desativada, em São Paulo. Durante a década de 40, a indústria foi transferida para Campinas, encontrando condições ideais para seu desenvolvimento. Dentre as atividades favoritas, Joaquim Penteado gostava de pilotar aviões. Aos finais de semana, fazia questão de visitar, com seu teco-teco, todos os pontos de revenda de suas indústrias. Com tantas conquistas, o campineiro recebeu homenagem em sua cidade natal. Diferente do que acontece com centenas de outros homenageados, que denominam as vias da cidade, Joá Penteado foi escolhido para nomear o Túnel de ligação entre o Centro e a Vila Industrial. A história do Túnel O Complexo Viário Joá Penteado foi idealizado em 1983, com um custo estimado em R$ 128 milhões. As obras previam a construção de dois túneis, porém, em 1992, apenas um deles foi concluído. O segundo túnel, por sua vez, teve os serviços paralisados em 1988, faltando a escavação de um trecho de 130 metros do total de 300 metros de sua extensão. Dessa forma, o Túnel 1 funcionou com sentido duplo de circulação. Como o objetivo principal de desafogar o trânsito da área central ainda não era atingido, as obras para conclusão completa do Complexo Viário foram retomadas em 2007. A conclusão das obras Por meio de um acordo judicial entre a Prefeitura Municipal de Campinas e a Odebrecht (empresa sucessora da CBPO, que vencera a licitação original e que foi remunerada com recursos municipais e federais), foi resolvido um dos maiores impasses para a conclusão do projeto. Em 2007, foi determinado a retomada na execução das obras, já que o projeto inacabado era um desperdício do dinheiro público e impedia a viabilização do circuito viário integrado entre Campinas e a Região Metropolitana. Após algumas paralisações e retomadas, o Túnel 2 foi entregue à circulação em novembro de 2009. O Complexo Viário O Complexo Viário Joá Penteado, a partir de 2009, passou a ser formado por dois túneis com 370 e 450 metros de comprimento, respectivamente. Ligando o Centro à Vila Industrial, se tornou um dos principais trajetos entre a Região Central e os bairros próximos à Rodovia Anhanguera. Com a nova opção de percurso, as pistas do Túnel 1 levam os motoristas, pela Avenida Ruy de Almeida Barbosa, para a Lix da Cunha e Avenida Campos Salles. Enquanto o Túnel 2 dá acesso à Vila Industrial, à Marginal do Piçarrão e à Avenida Prestes Maia. A mudança viabilizou o fluxo de veículos para o Anel Viário Engenheiro Rebouças, permitindo acesso às diversas regiões da cidade sem passagem pelo Centro. Hoje, o Complexo Viário Joá Penteado tem capacidade para receber fluxo diário de 60 mil veículos em seus dois túneis. No entanto, cerca de 40 mil veículos trafegam diariamente pelo local. Anel Viário Engenheiro Rebouças O projeto do Anel Viário Engenheiro Rebouças foi idealizado para desafogar o trânsito do Centro e interligar bairros periféricos de Campinas sem que o motorista precise passar pela área central da cidade. As obras complementares do anel são avaliadas em R$ 7,6 milhões e incluem a construção de mais uma pista na marginal do Córrego Piçarrão e a instalação de um acesso direto da Avenida Prestes Maia (uma das principais entradas do município) para o Complexo Viário Joá Penteado. Além de criar uma nova opção de interligação viária entre os bairros, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) calcula que o uso alternativo do Anel Rebouças resulte na retirada de, pelo menos, 7 mil veículos por dia da região central. O Anel Rebouças atravessa diversos bairros que circundam a área central. O trajeto completo começa na Vila Industrial e segue pelos bairros Bonfim, Castelo, Taquaral, Cambuí, Jardim Guarani, Jardim Proença, Ponte Preta, Vila Marieta,Vila João Jorge e volta à Vila Industrial. A maior parte das avenidas já está pronta. Elas formarão um grande corredor, com a Marginal Piçarrão, Avenida Norte-Sul e as vias Luiz Smanio e Alberto Sarmento, entre outras. Conheça as vias que integram o anel intemediário O Anel da Integração Engenheiro Rebouças, também conhecido como anel intermediário, é composto pela Avenida Abelardo Pompeu do Amaral, Rua Barão de Monte Alegre, Rua Joaquim Vilac, Avenida Alberto Sarmento, Avenida Andrade Neves, Avenida Luís Smânio, Avenida Theodureto de Almeida Camargo, Avenida Dr. Heitor Penteado, Avenida Júlio Prestes, Avenida José de Souza Campos, Avenida Princesa D’Oeste, Avenida Ayrton Senna da Silva, Avenida Monte Castelo, Avenida Ângelo Simões e Marginal do Piçarrão. Fontes: http://www.fec.unicamp.br/
Vias na Santa Genebra com bloqueio para festa
Com previsão estimada para 20 mil participantes, a Celebração em Honra à Maria Desatadora dos Nós, que acontecerá no próximo final de semana, dias 11 e 12 de dezembro, terá atenção especial da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC). As festividades, que incluem quermesses, procissões e missas campais, serão realizadas na Rua Estácio de Sá, próximo ao Santuário da Associação Maria Porta do Céu, no bairro Jardim Santa Genebra. As intervenções, por sua vez, terão início na sexta-feira, dia 10 de dezembro. O bloqueio será feito, a partir das 22 horas, na Rua Estácio de Sá (sentido Centro-bairro, entre a Rua dos Aimorés e o final da ilha de prismas na via); na Rua Alexandre de Gusmão (entre as ruas Estácio de Sá e Joaquim Noberto); e na Rua Joaquim Noberto (entre as ruas Alexandre de Gusmão e Domingos Cazotti). Nelas, o bloqueio será necessário para instalação de aparelhos e montagem das estruturas. As vias permanecerão bloqueadas até o final do evento, previsto para encerrar no domingo, dia 12 de dezembro, por volta das 21 horas. Ônibus fretados O esquema operacional da EMDEC inclui, ainda, a reserva de vagas para estacionamento dos ônibus fretados que levarão os participantes até o evento. Nesse caso, a EMDEC irá bloquear a Rua Estácio de Sá, próximo ao talude que margeia a Rodovia Zeferino Vaz. Esse será o único local destinado aos fretados. Durante as festividades, a equipe do evento será responsável por coordenar a chegada dos fretados, bem como orientar seu direcionamento. Segundo a organização, são esperadas cerca de 120 caravanas. Agentes da Mobilidade Urbana da EMDEC acompanharão todas as operações para monitorar o trânsito e orientar motoristas que trafeguem pela região. Caso haja necessidade, novas intervenções serão realizadas. Além disso, foi solicitado, também, o apoio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), já que a Rodovia Zeferino Vaz poderá sofrer reflexos no trânsito, em razão do grande fluxo de veículos e dos bloqueios no bairro.