Comitiva de Jundiaí visita novo CCO da Emdec e oficina de sinalização semafórica

Com intuito de acompanhar de perto as soluções e tecnologias aplicadas na gestão semafórica e no monitoramento do trânsito da cidade, uma comitiva da Prefeitura de Jundiaí (SP) visitou a sede da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), na Vila Industrial, nesta terça-feira, 14 de outubro. O grupo visitou o novo Centro de Controle Operacional de Trânsito e Transporte (CCO), que incorporou, em setembro, a Central de Monitoramento de Operação de Semáforos.   Participaram da visita a diretora de Engenharia da Mobilidade, Ana Paula Silva de Almeida; Alex Niero, da Divisão de Sinalização Semafórica; Jonathan Parazzi, da área de tecnologia semafórica; Márcio Peres, da área técnica operacional; e os assessores de políticas governamentais, Vanessa Miola e Marcus Felipe Tarcísio. Eles foram conduzidos pelo coordenador da Central de Monitoramento de Operação de Semáforos, Kiriath Arim de Oliveira; pelo analista de mobilidade urbana sênior, Marcelo Ferreira Lopes; e pelo líder de equipe operacional da área de Implantação e Manutenção de Sinalização Semafórica, Eduardo Simões Marques, que atuam na Diretoria de Operações da Emdec.   “Vocês estão com uma superestrutura aqui, com tecnologia avançada. Tenho certeza de que o conhecimento e as informações que absorvemos aqui farão total diferença em nosso município”, compartilhou Jonathan Parazzi.             O grupo pôde conhecer detalhes sobre a gestão da rede semafórica de Campinas, inclusive sobre a programação remota, que permite o acompanhamento em tempo real e a adoção de ajustes dinâmicos conforme as condições do tráfego. Também foram apresentados detalhes sobre o funcionamento dos semáforos “inteligentes”, que ajustam os tempos semafóricos com base na demanda veicular; e “sonoros”, que contam com sinal bluetooth e detectam a presença dos usuários com deficiência visual.   “Estamos em um momento de renovação em nosso município e buscando implantar soluções inovadoras. Saímos daqui com essa visão”, reforçou a diretora de Engenharia da Mobilidade, Ana Paula Silva de Almeida.   O coordenador da central semafórica, Kiriath Oliveira, enfatizou que “essa troca de experiências reforça o papel da Emdec como referência em mobilidade urbana e gestão de trânsito, além de estimular a cooperação técnica entre municípios voltada à inovação e eficiência”, disse. “Na central semafórica, utilizamos tecnologia e ações coordenadas para promover mais fluidez no trânsito da cidade”, completou o analista de mobilidade urbana, Marcelo Lopes.   A visita foi finalizada na oficina de Implantação de Manutenção de Sinalização Semafórica da Emdec, onde foi possível acompanhar as etapas de manutenção nos equipamentos e desenvolvimento de novas tecnologias.   Novo CCO: monitoramento do trânsito e transporte é apresentado Os visitantes também puderam acompanhar, em tempo real, de dentro do novo CCO, o trabalho integrado entre as equipes de operação e fiscalização do trânsito e transporte, que atuam de forma coordenada para garantir mais segurança e fluidez viária.  

Ação estimula a prática de bons hábitos no transporte público

  Promover o respeito e a boa convivência no transporte público coletivo. Com esse objetivo, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) colocou em prática uma ação que estimula os usuários a adotarem a gentileza e bons hábitos enquanto utilizam as linhas municipais. As dicas estão sendo disseminadas na forma de cartazes ilustrativos fixados nos ônibus, com o tema “Ônibus é coletivo. E o respeito também deve ser”.   Segurar a mochila na frente do corpo, usar fones de ouvido, respeitar os assentos preferenciais (idosos, gestantes, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, obesas e com o Transtorno do Espectro Autista – TEA) e promover a gentileza entre usuários e motoristas são algumas das mensagens que a campanha estimula. Algumas dessas regras, inclusive, já são exibidas em alertas presentes nos coletivos.   Vale lembrar que além dos hábitos ilustrados nas peças da campanha, existem muitos outros que zelam pela boa convivência nos coletivos e que devem ser praticados. Confira alguns deles:   Não sente nas escadas, nem permaneça em frente à porta antes do momento de desembarcar: esse hábito prejudica os usuários que estão tentando desembarcar. Evite consumir alimentos e bebidas no interior dos coletivos: em movimentos bruscos, pode haver derramamento nos demais passageiros. Descarte o lixo corretamente: na ausência de lixeiras dentro dos veículos, faça o descarte após desembarcar. Respeite o espaço dos outros usuários: não coloque mochilas ou outros objetos em cima do banco. Facilite a fluidez dos embarques, dando prioridade aos usuários com dificuldades de locomoção e mantendo Bilhete Único ou QR Code em mãos. Colabore com a segurança de todos: durante a viagem, fale somente o indispensável com o motorista. O profissional precisa de atenção e foco no trânsito. Nos pontos de ônibus, também há espaço para gentileza: respeite os assentos preferenciais destinados a idosos, pessoas com deficiência, obesos e deficientes visuais acompanhados de cão guia. Nos terminais, a prioridade de uso dos bancos disponíveis também é deste público. Gentileza no transporte Como parte de seus esforços contínuos na busca por um sistema de transporte cada vez mais respeitoso, empático e inclusivo, a Emdec promove o treinamento “Motoristas em Ação – Boas Práticas no Transporte Coletivo”.   Os profissionais aprendem na teoria e na prática os desafios vividos por uma parte dos usuários do transporte público. Nas aulas, há debates sobre empatia, respeito e inclusão. Já na prática, com pesos em suas pernas e com vendas nos olhos, esses profissionais simulam o dia a dia de pessoas com mobilidade reduzida, portadores de deficiência visual, entre outros.   O curso começou em setembro de 2024 e é dividido em várias turmas, compostas por motoristas das concessionárias e cooperativas que operam o transporte público coletivo de Campinas, incluindo o PAI-Serviço. A expectativa é de alcançar, ao final do processo, cerca de 1,6 mil profissionais, que conduzem os ônibus municipais em Campinas.   Prêmio Boas Práticas Com o tema “O papel dos profissionais do transporte na promoção da mobilidade urbana”, a Emdec também está promovendo a segunda edição do Prêmio Boas Práticas na Mobilidade Urbana. São duas categorias: “Motorista Nota 10”, com inscrições até o dia 24 de outubro e “Escolas”, voltadas a estudantes, educadores e gestores da educação básica (pública e privada), com inscrições nos dias 3 e 4 de novembro.   O objetivo é selecionar e valorizar iniciativas de mobilidade urbana em Campinas, premiando projetos de instituições de ensino e reconhecendo o desempenho de motoristas do transporte público coletivo.  

Gratuidades promovem inclusão no transporte público; saiba quem tem direito

    Idosos e pessoas com deficiência contam com um incentivo extra para utilizar o transporte público coletivo municipal. A gratuidade promove ainda mais inclusão e dignidade no direito de ir e vir, estimulando ainda a conexão e o convívio social entre esses públicos. Além disso, através da mobilidade, pessoas de todas as regiões do município podem acessar serviços essenciais, como saúde e educação, por exemplo.   O benefício é regulamentado pela utilização dos Bilhete Únicos Idoso e Gratuito, oferecido pelo município de Campinas e válido para a utilização em linhas municipais. Dados da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) apontam que, em agosto, cerca de 46,3 mil usuários utilizaram pelo menos uma vez as duas modalidades, no último mês. Foram 42.709 usuários ativos do Bilhete Único Idoso e 3.596 usuários ativos do Bilhete Único Gratuito.   O Bilhete Único Gratuito é voltado para pessoas incapacitadas para qualquer tipo de trabalho, em razão de deficiência física, sensorial, mental, orgânica ou múltiplas, conforme prevê a Lei Municipal nº 8.616/1995 e o Decreto nº 14.572/2003.   Já o benefício que assegura que homens e mulheres com idade superior a 65 anos possam utilizar o transporte gratuitamente é garantido por lei, mediante a apresentação da Carteira de Identidade. Por isso, o cadastramento no Bilhete Único Idoso é opcional para esse público.   Apesar disso, a Emdec reforça que a adesão ao Bilhete Único Idoso proporciona mais facilidade, praticidade, autonomia e segurança aos usuários. Isso porque basta passar o cartão nos validadores, seja dentro dos ônibus ou nas catracas dos terminais e estações, evitando a prática de precisar comprovar a idade ao fiscal ou motorista.     Utilização dos bilhetes é individual Vale lembrar que o Bilhete Único é pessoal e intransferível. Assim, nunca deve ser emprestado ou utilizado por terceiros. De acordo com o Decreto nº 19.316/2016, sobre a implantação do sistema de Biometria Facial no transporte público, caso seja constatado o uso indevido, o cartão é bloqueado e o usuário está sujeito a sanções progressivas: advertência por escrito; cancelamento do benefício por 30 dias, 90 e 180 dias.   Como obter o Bilhete Único As duas modalidades de gratuidade têm o cartão na cor roxa. Para obter o Bilhete Único Idoso, é preciso que o solicitante apresente documento de identidade original, além de um comprovante de residência em Campinas de um dos últimos seis meses. O cadastro pode ser feito presencialmente, em dias úteis, na sede da Transurc, que fica na Rua Onze de Agosto, 757, das 8h às 18h. Neste caso, a emissão do cartão é imediata. Também é possível fazer a solicitação pelo aplicativo Transurc Serviços. O Bilhete Único Idoso não tem limite de viagens ou integrações.     Já para obter o Bilhete Único Gratuito, é necessário passar por avaliação médica e solicitar formulário específico na rede pública municipal de saúde, onde é realizado o tratamento. O formulário deve ser preenchido por médico que acompanha o caso, tem validade de 30 dias e deve ser entregue na sede da Transurc. Também deverão ser juntados os documentos especificados no verso do formulário.   Dependendo da deficiência, a entrega do Bilhete Único Gratuito é imediata. Se for necessária análise por uma Comissão Técnica, o prazo para resposta será de até um mês. A relação detalhada de procedimentos e documentos necessários pode ser consultada no site da Prefeitura de Campinas.     A emissão da primeira via dos Bilhetes Único Idoso e Gratuito não tem custo. Para a emissão da segunda via, é cobrado o valor de duas tarifas vigentes. A cobrança da taxa é progressiva, até o limite de oito tarifas vigentes.   Consulte detalhes sobre as modalidades e formas de emissão no site da Emdec.  

Curso atualiza agentes sobre legislação e fiscalização de trânsito

       Capacitar e atualizar procedimentos operacionais realizados pelos agentes da mobilidade urbana e guardas municipais credenciados para atuar na operação e fiscalização de trânsito e transporte. Com esse objetivo, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) abriu o ciclo 2025-2026 do curso de atualização dos profissionais, nesta segunda-feira, 22 de setembro, na sede da UniMetrocamp.   A atualização ocorre a cada três anos e atende à Portaria Senatran 966/2022, dedicada aos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Trânsito. A carga horária total é de 30 horas e formará agentes da Mobilidade Urbana e guardas municipais, habilitados para atuar na fiscalização de trânsito mediante convênio. Todos os agentes da Emdec serão capacitados em 16 turmas semanais até o final de fevereiro de 2026.   Esta edição destaca principalmente os procedimentos relacionados às novas atribuições dos agentes, a partir da Lei Nº 14.599/2023, que ampliou as competências dos órgãos municipais e dos agentes da mobilidade urbana no que se refere à fiscalização de trânsito.   A abertura foi realizada pelos gerentes da Emdec Claudionir Thomas De Sá (Fiscalização e Operação) e Débora Cristina Damasco (Desenvolvimento Humano e Institucional). “Essa atualização profissional é muito importante, já que os agentes estão todos os dias nas ruas lidando com a sociedade. A principal função do agente é de educador e de cuidador e o curso prevê orientações neste sentido”, destacou Débora.   Na aula inaugural, foram abordados conceitos de “Cidadania, trânsito e ética profissional na abordagem de Visão Zero e Sistemas Seguros”, apresentados pela coordenadora de Educação e Cidadania da Emdec, Mariangela Marini; e “Ética profissional e respeito à diversidade”, comandado pela coordenadora pedagógica da Escola de Governo e Desenvolvimento do Servidor (EGDS), Célia Bortolozo.   “Além de compreenderem o conceito de ética profissional, vocês, agentes da mobilidade, exercem o papel de mediadores e multiplicadores desse conceito na sociedade”, destacou Célia durante sua explanação.   Legislação, fiscalização e papel educador estão entre os temas previstos Os módulos serão ministrados por líderes operacionais e coordenadores que atuam nas áreas de trânsito e transporte, agentes que atuam na área da educação para mobilidade, além de representantes da Escola de Governo e Desenvolvimento do Servidor (EGDS), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Núcleo de Educação em Urgências (NEU) da Rede Mário Gatti.   Ao longo das 30 horas que compõem o treinamento, serão abordados os seguintes temas: Atualizações do Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito; Planejamento de operações integradas; Primeiros Socorros, com ênfase no protocolo de acionamento; Papel do agente educador; Procedimentos operacionais para a realização de operações integradas, incluindo o uso do etilômetro; Características e normas de fiscalização de autopropelidos, ciclomotores e micromobilidade.  Semob 2025: Lix da Cunha recebe blitz para motociclistas A Semana da Mobilidade Urbana (Semob) promove blitz educativa para motociclistas, com entrega de antenas corta-pipa, nesta terça-feira, 23 de setembro, a partir das 9h, na avenida Lix da Cunha, próximo à Estação de Transferência Anhanguera. A ação integrada envolve a Emdec e as concessionárias Colinas e Rodovias do Tietê.   Os motociclistas serão orientados sobre a adoção de comportamentos seguros, com foco na redução de óbitos e lesões no trânsito. A antena corta-pipa evita sinistros (acidentes) envolvendo linhas com cerol, produto que tem uso proibido. Pode haver reprogramação da atividade, a depender das condições climáticas.

Emdec recebe comitiva de Pernambuco para conhecer o sistema de Zona Azul Digital

   Uma comitiva formada por gestores públicos e técnicos da Prefeitura de Camaragibe (PE), visitou, nesta terça-feira (16/09), a sede da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). O objetivo foi conhecer e trocar experiências sobre a implantação da Zona Azul Digital em Campinas.  Em fase inicial de implantação do sistema, o município viu a cidade de Campinas como referência para a coleta de subsídios. Integraram a comitiva a corregedora geral da Secretaria de Segurança Pública de Camaragibe, Edila Vila Chan; a ouvidora do município, Elaine Sena; e o Secretário Executivo de Trânsito e Mobilidade, Gustavo Henrique Cintra.  Eles foram recebidos pelo secretário de Transportes, Fernando de Caires e pelo gerente de Tecnologia da Informação da Emdec, José Wilson de Castro. Foram apresentados aspectos técnicos da digitalização da Zona Azul em Campinas, realizada em 2022: tecnologia adotada, mecanismos para compra de créditos pelo aplicativo da Emdec e credenciamento dos pontos de venda.  Os meios de fiscalização também foram detalhados, incluindo o funcionamento das viaturas com câmeras OCR (Optical Character Recognition – Reconhecimento Óptico de Caracteres), que realizam a leitura da placa dos veículos estacionados nas vagas rotativas e viabilizam o acompanhamento do uso e do pagamento. “Campinas nos apresentou um modelo moderno, tecnológico, eficiente e que facilita a vida da população. Com certeza irá inspirar novas práticas em nossa cidade”, destacou Edila Vila Chan.  A equipe ressaltou ainda o intuito de coletar referências de Campinas para implantar o modelo. “Ficamos encantados com a organização do processo e com a sinalização. O modelo de Campinas é uma inspiração e referência de fato”, enfatizou Elaine Sena.  A comitiva também conheceu de perto uma viatura OCR e pôde tirar dúvidas com agentes da mobilidade urbana sobre a tecnologia adotada. O grupo também foi conduzido por ruas da metrópole para acompanhar de perto o funcionamento do sistema e pôde conhecer a dinâmica de atendimento em um dos pontos de venda.    Histórico A Zona Azul Digital foi lançada em março de 2022, viabilizando a ativação da vaga de forma 100% digital, diretamente pelo smartphone. Conta com múltiplas formas de pagamento e proporciona maior rotatividade e o uso democrático das vagas, estimulando o fluxo de pessoas no comércio. Todas as informações e o passo a passo para utilização da Zona Azul Digital estão disponíveis no hotsite www.emdec.com.br/zonazuldigital. O Sistema de Estacionamento Rotativo de Campinas (Zona Azul) foi implantado em 1995, por meio do Decreto Nº 11.773, com o objetivo de democratizar a utilização do solo público e facilitar o acesso da população à região central do município. Atualmente, são cerca de 1,8 mil vagas disponibilizadas aos motoristas, divididas entre as regiões central e do Guanabara. O tempo de permanência varia de 1, 2 ou 5 horas, de acordo com a região.    

Mobilidade para todos: símbolos nos ônibus promovem acessibilidade de usuários daltônicos

    Tradicionalmente, no transporte público coletivo, os ônibus são identificados por cores. Em Campinas, as cores estão atreladas às regiões atendidas, facilitando o embarque correto. Mas e quando o usuário possui condições que limitam a diferenciação das cores, como é o caso de pessoas portadoras de daltonismo? Nos ônibus do transporte público coletivo de Campinas, esses usuários contam com símbolos de identificação, que os auxiliam no embarque.   Círculos, triângulos, quadrados e estrelas de quatro pontas. Quem circula pela metrópole e utiliza as linhas municipais, já deve ter notado alguns desses ícones nos veículos. Esses símbolos não estão nos veículos por acaso: eles promovem inclusão e acessibilidade.   A sinalização utiliza uma combinação de formas simples e de alto contraste visual, que podem ser facilmente reconhecidas por pessoas com deficiência na percepção das cores. Distribuídos em pontos estratégicos dos veículos, os símbolos podem ser vistos na dianteira e traseira, no para-choque ou próximo a ele, e nas laterais, um pouco abaixo dos vidros do veículo. A sinalização possui contrastes na cor preto, contornando suas bordas, e fundo branco. E estão divididos em quatro tipos de formas geométricas. Conheça quais são:   Círculo (cor azul claro / área 1): Ouro Verde, Vila União, Corredor Amoreiras, Campo Belo e Aeroporto de Viracopos. Quadrado (cor vermelha / área 2): Campo Grande, Padre Anchieta e Corredor John Boyd Dunlop. Triângulo (cor verde / área 3): Barão Geraldo, Sousas, Amarais, Rodovia Campinas – Mogi Mirim e Corredor Abolição. Estrela de quatro pontas (cor azul escuro / área 4): Nova Europa, Jambeiro e Estrada Velha de Indaiatuba.   Por conta da incorporação de novos veículos à frota, nos últimos anos, foram adotados padrões cinza e branco; amarelo (linhas BRT Campo Grande) e laranja (BRT Ouro Verde). Ainda assim, as linhas permanecem vinculadas às áreas de atendimento.   Os ícones e seus significados não ficam restritos apenas ao referenciar as cores, mas também carregam o compromisso de promover mais autonomia e segurança para usuários portadores de daltonismo na hora de realizarem o embarque.   Claudio José Fernandes, que é Coordenador de Fiscalização e Operação de Transporte da Emdec, explica que a simbologia presente nos veículos do transporte público coletivo é mais uma forma de inclusão e acessibilidade. “É importante que todos tenham acesso às informações que padronizam as linhas municipais e que os serviços públicos contem, na medida do possível, com iniciativas de inclusão. Ao perceber o símbolo, o usuário saberá que o ônibus pertence e circula em determinada área”.     O daltonismo, também conhecido como discromatopsia afeta principalmente a diferenciação entre vermelho e verde, mas também pode afetar a percepção da cor azul e amarelo. Existem diferentes tipos e graus de daltonismo, sendo que em alguns casos, o indivíduo enxerga apenas em preto e branco.     Semáforos e sistemas sonoros também promovem inclusão Os semáforos da metrópole também são pensados para atender pessoas com daltonismo. Espalhados pela cidade, os equipamentos possuem uma faixa reflexiva, localizada na altura da luz amarela, permitindo que motoristas daltônicos reconheçam se devem parar (luz acima), ou se devem prosseguir, (luz abaixo). Através do brilho e do contraste, mesmo sem enxergar as cores, os portadores de daltonismo podem identificar essas diferenciações.   Campinas conta ainda com 26 semáforos sonoros, que promovem a acessibilidade e segurança durante a travessia de pessoas portadoras de deficiência visual. Os equipamentos contam com sinal bluetooth e são acionados por chaveiros eletrônicos individuais (tags). A presença do usuário portador das tags é detectada na medida em que se aproximam dos semáforos com a tecnologia instalada. Pioneiro no país, o sistema que aciona o semáforo sonoro por detecção de presença foi desenvolvido pela Emdec.   Em outra iniciativa de inclusão, dois veículos da linha 135 (Jardim Filadélfia) contam com um sistema que emite alertas sonoros na aproximação dos pontos de ônibus (Anunciador de Próxima Parada – APP), que facilita o desembarque das pessoas com deficiência visual. A iniciativa de ativar o sistema foi do motorista Marcos Fernando Gorreri.  

Entenda a função dos números e prefixos das linhas do transporte público

  Quem utiliza o transporte público diariamente, já está acostumado a identificar os ônibus por uma combinação de números que acompanha o nome da linha, além do prefixo do veículo. Mas você sabe qual a função desses números? A resposta envolve organização, acessibilidade e eficiência na operação do sistema.   A numeração das linhas de ônibus fica no chamado IPD (Itinerário Principal Dianteiro) e é uma forma padronizada de facilitar a identificação e o uso do transporte coletivo por parte dos passageiros. Em Campinas, o número inicial de cada linha está associado à sua área de atendimento. Confira a distribuição por áreas:   Área 1 (azul claro): Ouro Verde, Vila União, Corredor Amoreiras, Campo Belo e Aeroporto de Viracopos. Área 2 (vermelha): Campo Grande, Padre Anchieta e Corredor John Boyd Dunlop. Área 3 (verde): Barão Geraldo, Sousas, Amarais, Rodovia Campinas – Mogi Mirim e Corredor Abolição. Área 4 (azul escuro): Nova Europa, Jambeiro e Estrada Velha de Indaiatuba. Por conta da incorporação de novos veículos à frota, nos últimos anos, foram adotados padrões cinza e branco; amarelo (linhas BRT Campo Grande) e laranja (BRT Ouro Verde).   A identificação numérica das linhas facilita o reconhecimento pelo usuário, promovendo, portanto, acessibilidade e inclusão. Essa padronização foi pensada para que usuários de diferentes tipos de alfabetização consigam, através desses números, identificar com maior facilidade sua linha, já que algumas possuem nomes longos, difíceis de memorizar.   Claudio José Fernandes, coordenador de Fiscalização e Operação de Transporte da Emdec, explica que os ônibus possuem também uma padronização para usuários daltônicos, já que possuem símbolos em suas laterais, incluindo a dianteira e a traseira. São símbolos no formato de círculo, triangulo, quadrado e estrela de quatro pontas. Eles facilitam o uso do transporte por parte desses usuários, já que cada símbolo significa uma cor atrelada à área de atendimento, permitindo que realizem o embarque correto.   Outra função da identificação numérica envolve a agilidade, pois quando os veículos estão em movimento é muito mais rápido e prático verificar o número da linha, que é curto, ao contrário do nome, que demanda maior tempo para leitura. Além disso, uma mesma linha pode ser identificada pelos terminais que atendem, o que poderia gerar dúvidas sem a presença do número de identificação.   Prefixo permite a fiscalização de cada veículo Já o prefixo das linhas, um número que fica na frente (abaixo do parabrisa) e nas laterais do ônibus, possibilita a fiscalização da operação de cada veículo pelos agentes da Emdec.   Na hora de apresentar solicitações relacionadas ao transporte público coletivo, fica a dica:  é fundamental que todos os dados básicos sejam preenchidos (número da linha, prefixo, data e horário da ocorrência, sentido). É por meio deles que a Emdec identifica a ocorrência e consegue confirmar a situação relatada e tomar as providências necessárias.   “As solicitações dos usuários são sempre bem-vindas, é uma maneira de contribuir para a melhoria do serviço. E todas elas recebem retorno por parte da fiscalização do transporte, mesmo quando faltam dados, há uma devolutiva para informar sobre a ausência das informações essenciais e orientar sobre o procedimento ideal”, explica Fernandes. “Cerca de 80% das solicitações recebidas não são possíveis de fiscalizar por falta de dados. É importante, que no ato da solicitação, o usuário registre o número da linha, prefixo e horário, para que seja possível identificar”, completa. Caso não seja possível identificar o prefixo, ainda é valido informar a linha, o horário e o nome da rua onde foi registrada a ocorrência.   Como consultar linhas, trajetos e horários Quem costuma utilizar os aplicativos Cittamobi, Moovit, Kim ou Bus2 pode visualizar horários, previsões de chegada, itinerários, que ônibus utilizar e que pontos embarcar e desembarcar. É possível fazer a busca pelo número ou nome da linha.   No site da Emdec, pelo endereço portal.emdec.com.br/consultalinha, também é possível consultar horários e itinerários das linhas, além de informações sobre frota e empresa operadora. Nesta seção, o usuário tem a opção de digitar o nome ou número da linha desejada.

Aqui tem raiz: sede da Emdec conta com variedades de árvores e plantas

    O entorno da sede da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas, (Emdec), na Vila Industrial, conta não só com edificações históricas, mas também com diversas espécies de plantas e árvores. Desde espécies frutíferas que favorecem a purificação do ar, até plantas que enfeitam e colorem os espaços da empresa. Ao caminhar pelas áreas da Emdec, colaboradores e visitantes desfrutam da beleza e benefícios da presença do verde que cerca os espaços.   Pé de Manga, abacate e até de pitanga, essas são só algumas das diversas espécies de árvores que podem ser encontradas na sede da empresa. Também há espécies que agem na purificação do ar, como o pé de Tipuana Tipu, que atua absorvendo significativamente a quantidade de gás carbônico da atmosfera e liberando oxigênio. Ela funciona como um “ar-condicionado natural”, contribuindo para o bem-estar e a qualidade do ar.   “É uma espécie que agrega muito na arborização urbana. Devido ao seu porte grande e copa densa, ela produz bastante sombra e enfeita a cidade”, explicou o Técnico de Mobilidade Urbana Nelson Augusto Ayres, que atua na área de Desenvolvimento de Projetos e também é técnico em meio ambiente. “Essa espécie favorece o ecossistema e contribui para a diversidade biológica”, completou.   Ao passar perto da espécie (Tipuana Tipu), é possível observar a relação entre ela e as plantas que crescem em seu tronco e galhos. Ayres explica que essa relação é um processo comum e natural, já que a árvore favorece superfícies ideais para a fixação e crescimento dessas plantas, denominadas de epífitas.   Ao caminhar pelos espaços da empresa, também é possível observar outras diversas variedades de plantas. Elas enfeitam e colorem as áreas externas, mas, assim como as árvores, também contribuem para a qualidade do clima e para o bem-estar dos colaboradores.   Mais do que paisagismo, tanto as árvores como as plantas geram frutos, sombra e reduzem o calor, aumentam a qualidade do ar, atraem passarinhos e favorecem o solo.   Todos esses benefícios promovem a descompressão e estimulam a interação entre os colaboradores, especialmente nas pausas para as refeições. Segundo dados científicos, ambientes com áreas verdes elevam o bem-estar, contribuem para a saúde mental e aumentam a produtividade.   Ayres ressalta ainda o fato de várias espécies presentes na sede da empresa atraírem polinizadores, como abelhas, borboletas e pássaros, que possuem um papel importante na manutenção da biodiversidade. Ao realizar o processo de polinização, os polinizadores garantem a reprodução de diversas espécies de plantas, além de contribuir com a alimentação de diversos animais silvestres, por proporcionar a produção de frutos e sementes.   Visitantes silvestres Quem circula pelo espaço da Emdec também pode perceber a presença de diversos animais silvestres, como saguis, esquilos, tucanos, teiús, cachorro-do-mato e até saruês. Eles são atraídos pelo espaço rico em diversidade da empresa, que lembra o seu habitat natural.        Crédito: Sérgio Marim Ganzarolli/Divulgação/Emdec     A presença desses visitantes e das espécies arbóreas foi registrada em fotos por colaboradores que participaram do Concurso Fotográfico “A Natureza na Emdec”, realizado em 2022 e 2023. Entre as espécies retratadas estavam saruês, ipês, borboletas, entre outras.       Crédito: Aldo Aristides/Divulgação/Emdec     Grupo de voluntários inclui frente ambiental Voltado à sustentabilidade, a Emdec conta com o grupo “Bem Maior”, formado por colaboradores voluntários, que atuam em diversas frentes em prol da causa ambiental. Após reestruturação, o grupo ganhou, além da frente social existente, a frente ambiental, que engloba a sustentabilidade e, também, a causa animal.   No início de julho, como parte do projeto “Emdec + Verde”, do grupo “Bem Maior”, 30 mudas de ipê-amarelo foram plantadas em espaço reservado no estacionamento dos colaboradores, na sede da empresa.  O projeto também prevê a criação de um pomar.   Em ações anteriores, abelhas sem ferrão foram salvas na sede da Emdec, em ação que envolveu preservação e cuidado, já que muitas espécies estão em extinção. Também foi possível a descoberta de seis espécies diferentes de abelhas, todas nativas, encontradas nos limites da empresa. O mapeamento das abelhas sem ferrão foi mantido, como iniciativa do grupo “Bem Maior”, que envolve preservação e o ‘pensar ecológico’.  

Vai de skate? Confira regras de circulação nos ônibus, estações e terminais

Você, skatista que circula pela cidade, sabia que possui um aliado importante na mobilidade urbana? O transporte público coletivo. Sim, dá para levar o skate com você no ônibus e a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas, (Emdec) reforça as dicas para fazer isso de forma segura e sem impactos para os outros usuários. A regra é simples, para embarcar nos ônibus municipais e nas linhas BRT, é preciso que o skate esteja embaixo do braço, entre as pernas ou em qualquer outra posição que não atrapalhe a circulação dentro do veículo. Nada de andar com ele solto, bloqueando o corredor ou oferecendo risco a outros passageiros. Para diminuir ainda mais os riscos, vale até colocar numa mochila ou sacola própria. Oscar José da Silva, coordenador de Fiscalização e Operação de Terminais e Estações da Emdec, explica que, nas estações e terminais convencionais e do BRT, é permitido transportar, mas não utilizar o skate. “Quando os agentes presenciam usuários utilizando o skate nesses espaços, solicitam que o skatista desça do equipamento e o transporte de maneira adequada”. As estruturas do transporte contam com grande fluxo de pessoas e operação de diversas linhas municipais. Por isso, nestes espaços, o uso do skate pode oferecer riscos aos passageiros e ao próprio usuário. “Os agentes prezam pela segurança e, ao flagrarem usuários em corredores e vias mais movimentadas, eles orientam que a pessoa procure uma via mais segura e transporte o skate nas mãos”, completa Oscar. Dicas para transportar o skate nos ônibus e no BRT Dentro das estações, terminais ou dos ônibus, segure firmemente o skate com as mãos, evite deixá-lo no chão do corredor ou se sentar no skate com as rodas viradas para o chão. Isso porque, em caso de movimentação abrupta do veículo, há risco para a sua segurança e a dos demais usuários. Se possível, utilize mochila própria para o transporte. Em horários de pico, redobre a atenção com o espaço coletivo e respeite sempre os passageiros e o motorista. A convivência entre diferentes estilos e necessidades faz parte da cidade moderna e inclusiva. Portanto, seja de skate, bicicleta, patins ou a pé, todos têm o direito de ir e vir com segurança. Corredor BRT Perimetral é exclusivo para os ônibus A Emdec reforça ainda que a circulação nos trechos dos corredores Campo Grande e Perimetral, no antigo leito desativado do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), é exclusiva para os ônibus. A circulação de pedestres, ciclistas e skatistas não é permitida no trecho, como forma de preservar a segurança e evitar sinistros (acidentes). Ações educativas já foram realizadas pela Emdec para orientar a população que o local não deve ser utilizado para a prática de atividades físicas. Dicas para utilizar skate com segurança: – Respeite as regras de trânsito, a sinalização e sempre utilize os equipamentos de segurança, principalmente capacete. – Circule sempre na faixa da direita, no sentido da via e próximo à guia. – Prefira rotas seguras e evite as vias com alto fluxo de veículos. Você Sabia? O Dia Mundial do Skate é celebrado em 21 de junho e também é conhecido como Go Skateboarding Day. Essa data foi criada em 2004 pela IASC (International Association of Skateboard Companies) para promover e celebrar a cultura do skate ao redor do mundo, incentivando skatistas de todas as idades a praticarem o esporte. Em Campinas, a Semana Municipal do Skateboard é comemorada anualmente na semana que compreende o dia 10 de agosto, conforme previsto na Lei nº 16.327/2022. * Sob supervisão.  

Colaboradores da Emdec promovem reformas a partir da reciclagem de materiais

Ideias alinhadas à sustentabilidade e com foco em melhorias no ambiente interno. Esse foi o ponto de partida de uma ação promovida por colaboradores da área de Serviços de Manutenção da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). Com materiais que seriam descartados, a equipe realizou reformas e a construção de móveis para diversas áreas da empresa. A ação, iniciada há dois meses, contempla áreas de uso comum e setores específicos, e os resultados já podem ser conferidos pelos funcionários. Entre os espaços que receberam as melhorias, está o refeitório da sede da Emdec, que recebeu novas mesas e bancos, e passou por pintura. Também a recepção da entrada de funcionários e a sala dedicada à área de Assuntos Jurídicos, ambas contempladas com novos balcões. A ideia de transformar os móveis a partir de recursos renováveis foi do líder de equipe operacional Milton Ramos, que observou a necessidade de trazer melhorias para os espaços. “O material, que estava parado, agora gera economia de recursos”, compartilhou Milton. Para viabilizar todo o processo, Milton conta que recebeu o apoio e respaldo da Divisão de Serviços Corporativos e da Diretoria Administrativa e Financeira. “É importante destacar o apoio e respaldo que tivemos da gestão e diretoria da empresa para tirar o projeto do papel”, completou.  Iniciativa gerou economia de R$ 5 mil Os itens, que seriam descartados e foram transformados em móveis, ganharam novo propósito, gerando benefícios para os colaboradores e o meio ambiente, além de resultar em economia de recursos da empresa. Segundo José Vivaldini, coordenador de Serviços de Manutenção, foi realizado um orçamento dos itens contemplados na reforma. A pesquisa indicou que, caso fossem comprados, o valor total chegaria a quase R$ 5 mil. O oficial de manutenção Marcio Camargo, também integrante da equipe e responsável pela execução das reformas e construção dos móveis, conta que novas ideias e ações relacionadas ao tema estão em andamento. Para ele e seus colegas, o objetivo é aproveitar, ao máximo, todos os itens que se encontram parados, com destino ao descarte, e utilizá-los para reciclagem em bem comum. “A ideia, também, é aproveitar o potencial humano, desenvolver nossas capacidades”, completou o oficial de manutenção Aldo Aristides, que apoia a iniciativa. “As necessidades vão surgindo e somos os principais atores do meio ambiente”. A reciclagem ajuda a economizar recursos naturais e reduzir a quantidade de resíduos produzidos. Além disso, ajuda na redução da poluição do ar e da água, e promove uma cultura de responsabilidade social e ambiental, fundamental para um desenvolvimento que respeite os limites do planeta.