Ciclo de Conversas discute ‘Trânsito, Cidade e Relações Humanas’, nesta quinta, 18

O Ciclo de Conversas sobre a Mobilidade Urbana vai discutir na próxima quinta, dia 18 de agosto, “Trânsito, Cidade e Relações Humanas – a pedagogia da participação na construção de uma cidade criativa”. O tema será abordado em palestra, ministrada por Cristiano Barbosa, geógrafo e professor do ensino fundamental, médio e de cursos de pós-graduação em Gestão Integrada no Senac Campinas. Barbosa é, ainda, co-realizador do projeto Conexão do Sindivarejista, que aborda o consumo sustentável nas escolas e no comércio. A participação no debate é gratuita, basta que os interessados se inscrevam pelo e-mail educparamobilidade@emdec.com.br, com antecedência; ou no dia da palestra, também antes do início do evento. O Ciclo de Conversas sobre a Mobilidade Urbana será no Auditório do Colégio Culto à Ciência, à Rua Culto à Ciência, 422 – Botafogo, Campinas, no período das 13h às 17h. Segundo a EMDEC, mais dois debates estão programados para setembro e outubro de 2011. Em setembro, a temática será sobre o uso da bicicleta na cidade; e o tema de outubro será posteriormente divulgado. Saiba mais sobre o Ciclo: O Ciclo de Conversas é um fórum permanente que tem como proposta reunir vários segmentos sociais e representantes do meio acadêmico, para aprofundar a análise de temas relacionados à Mobilidade Urbana e fomentar ações e parcerias para a redução da acidentalidade e melhoria da qualidade de vida no município. Organizado pela EMDEC, em parceria com universidades e faculdades do município (Unicamp, Facamp, PUC Campinas, Metrocamp, Anhanguera), o evento é aberto a profissionais de diversas áreas que queiram discutir a temática da Mobilidade Urbana e suas interfaces. Mais informações com a Gerência de Educação e Cidadania da EMDEC, pelos telefones (19) 3772-4291|4292.

ARTEmob escolherá melhores vídeos e fotos com câmeras e celulares

Já consolidado na terceira edição e com a expectativa de movimentar a cidade para o olhar sobre a Mobilidade Urbana, o Festival ARTEmob abrirá, mais uma vez, espaço para quem gosta ou quer tentar produzir pequenos vídeos (curtas) ou fotografias, construídos com câmeras digitais e/ou  celulares. O Festival é organizado pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC), que distribuirá, neste ano, R$ 6 mil em dinheiro, aos vencedores: as três melhores fotos e os três melhores vídeos em cada tema. Na disputa, valem todos os flashes do cotidiano com celulares ou máquinas, que abordem a temática da Mobilidade Urbana. As inscrições devem ser feitas até o dia 2 de setembro, no próprio site da EMDEC (www.emdec.com.br), com o preenchimento da ficha de inscrição e a postagem dos trabalhos. O ARTEmob garante uma oportunidade única no ano para compartilhar a sua visão e divulgar seus trabalhos sobre a circulação e a cidade que você mora. O Festival, como o próprio nome faz referência, é destinado àqueles que estão de olho na produção artística construída em movimento. O objetivo, segundo a EMDEC, é não só estimular as produções com foco nas  questões da Mobilidade Urbana em Campinas, mas também incentivar o desenvolvimento da percepção da população sobre o olhar para a cidade e para reflexões que remetam às formas de deslocamento (seja pelo transporte público, a pé, com caronas e outros meios alternativos ao carro), à redução da acidentalidade, à convivência harmônica na circulação, e, agora, à valorização do patrimônio histórico, artístico e cultural, que pode ser contemplado nos trajetos de cada cidadão. O Festival ARTEmob integra a programação da Semana Municipal de Trânsito – 2011;  e os trabalhos selecionados serão veiculados durante o evento e no site da EMDEC, podendo também serem apresentados em eventos técnicos da área como congressos, seminários e outros relacionados. Temas e categorias do ARTEmob Os interessados poderão se inscrever nas duas categorias: audiovisual e fotografia, concorrendo em três temas: Um dia sem meu carro; Cidade e circulação; e, em 2011, um novo tema foi incorporado Pedestre: desafios na mobilidade. Em "Um dia sem meu carro", os participantes poderão destacar o uso do transporte coletivo, da bicicleta, pequenos trajetos a pé, caronas programadas; enfim, escolhas que garantam benefícios ao meio ambiente e melhorias na qualidade de vida. Poderão, ainda, abordar alternativas ao uso do automóvel nos deslocamentos diários; entre outros. No tema "Cidade e Circulação", os participantes poderão tratar o conhecimento e valorização da cidade, do seu patrimônio histórico, artístico e cultural, parques, praças e jardins, ciclofaixa, a partir da percepção e visão que o deslocamento de bicicleta proporciona aos munícipes. Novo tema – Já no tema “Pedestre: desafios na mobilidade”, os interessados deverão abordar o pedestre, a acidentalidade com esse segmento, comportamentos seguros para esse grupo, como mudar o cenário da acidentalidade com o pedestre. E como conciliar a intersecção espacial entre pedestres, motoristas e ciclistas. Os interessados poderão se inscrever com apenas 01 (um) vídeo em um dos três temas definidos; e até três trabalhos fotográficos, para cada tema na categoria fotografia. Inscrições até 2 de setembro Mas para participar é preciso se apressar. As inscrições para concorrer ao ARTEmob são gratuitas e serão feitas, exclusivamente, no site da EMDEC, no endereço www.emdec.com.br, até o dia 2 de setembro. É necessário o preenchimento da ficha de inscrição e anexar o trabalho. Para a categoria Audiovisual, deverão ser respeitadas as seguintes exigências: – os registros deverão ser produzidos, por meio de celulares e câmeras digitais; com duração de 30 (trinta) a 120 (cento e vinte) segundos; – os arquivos deverão ter, no máximo, 10MB, resolucão mínima de 128×96 pixels; e, máxima, de 720×480 pixels. Serão aceitos arquivos gerados nos formatos MP4, AVI, 3GP, RMVB, WMV, MPG ou MOV. Nessa categoria (audiovisual), será aceito apenas 01 (um) vídeo por tema do mesmo autor/produtor. Já na categoria Fotografia, os trabalhos deverão ser produzidos, por meio de celulares e câmeras digitais e, em nenhuma hipótese, serão aceitas imagens com montagem ou manipulação digital criativa para os temas “Um dia sem meu carro” e “Pedestre: desafios na mobilidade”. Para o tema “Cidade e Circulação”, manipulação e montagem serão aceitas, sendo obrigatória a identificação do espaço retratado. As fotografias poderão ser em cores ou preto e branco. Cada foto deverá ter um título e endereço do espaço retratado (para o tema: “Cidade e Circulação”). Os arquivos fotográficos deverão ter, no máximo, 4MB, dimensão mínima de 800×600 pixels, em formato JPEG ou TIF. O uso de personagens deverá ter autorização de imagem da pessoa abordada e placas de veículos deverão ser preservadas, exceto se o proprietário autorizar a sua divulgação. Premiação – O vencedor em cada categoria, dentro dos três temas, será premiado com a quantia de R$1.000,00 (hum mil reais). Segundo a EMDEC, serão selecionados até 18 trabalhos, por um júri especializado, que vão para votação pública, em seu site. O júri popular é quem definirá os vencedores. Para conhecer as regras e detalhes do Concurso, acesse o site da EMDEC e busque por III Festival ARTEmob e leia a íntegra do regulamento. Informações pelo telefone (19) 3772-4024 ou pelo e-mail: artemob@emdec.com.br.

EMDEC implanta Plano de Orientação de Tráfego na região das Chácaras Primavera

Depois de receber um amplo projeto de sinalização de trânsito no início desse ano, a região das Chácaras Primavera, incluindo bairros como Mansões Santo Antônio e Jd. Santa Cândida, é novamente beneficiada. Agora, com a implantação de um Plano de Orientação de Tráfego, que vai facilitar a vida de motoristas que circulam em toda essa área. A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) iniciou, nesta semana, a implantação de 15 placas de orientação que garantirão a indicação de bairros, acessos e pólos geradores como universidades. A primeira parte dos trabalhos inclue a instalação de postes, que receberão as placas de orientação. Nesta sexta, dia 5, três vias já foram beneficiadas: as ruas Jasmin, Girassol e Jorge Figueiredo Côrrea. Os trabalhos vão se estender até o final de semana, quando o projeto deve ser  concluído. Serão contempladas, ainda vias como a Avenida Almeida Garret, e ruas Hermantino Coelho, Adelino Martins e Miosoti. De acordo com a EMDEC, foram investidos, neste projeto, cerca de R$ 60 mil, neste Plano de Tráfego.  

Volta às aulas com mais segurança para universitários da Metrocamp

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas – EMDEC – acaba de instalar novos focos para pedestres nas travessias semaforizadas do cruzamento da Rua Dr. Salles Oliveira X Praça João Milani, na Vila Industrial. Os focos complementam a sinalização semafórica, facilitando e garantindo mais segurança para os pedestres. Esse cruzamento tem grande fluxo de pessoas em razão da presença de polo gerador de tráfego, a Faculdade Veris Metrocamp, que, inclusive está ampliando suas instalações – medida que  trará ainda mais impacto na circulação do entorno. De acordo com a Metrocamp, circulam em todos os turnos da universidade 3.200 alunos, professores e funcionários. A volta às aulas na universidade está programada para a próxima segunda, dia 8 de agosto. Mas a EMDEC lembra, ainda, a proximidade do local com o Terminal Multimodal de Passageiros Ramos de Azevedo, também importante atrativo de viagens dos pedestres na região. Esse público também será beneficiado.

Dados e arrecadação comprovam que não há ‘indústria de multas’, diz deputado

Por mais de 1h40 minutos, o deputado estadual (PT), Gerson Luis Bittencourt, ex-secretário de Transportes e ex-presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas – EMDEC – respondeu a todas as questões colocadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga os Contratos de Radares na cidade, no último dia de depoimentos, nesta quarta, dia 3 de agosto, no Plenário da Câmara Municipal. Bittencourt respondeu aos questionamentos com números – muitos números – e derrubou todas as teses de existência de uma “indústria de multas” em Campinas. Mostrou que, desde 1998, a participação das multas na arrecadação da EMDEC nunca foi tão baixa quanto é hoje. Segundo o deputado, em 1998, 83,3% da arrecadação total da empresa era oriunda da fiscalização de trânsito. Esse número ficou entre 70% a 85%, no período de 2000 a 2005. Entretanto, a partir de 2006, essa dependência do financiamento da empresa pelas multas caiu expressivamente: foi de 49,2%, em 2006; caiu para 41,1%, em 2007; e apresentou a menor participação na casa de 38% nos anos de 2008, 2009 e 2010 – ou seja, o peso das multas no orçamento da EMDEC foi reduzido em mais de 100%. “Os dados não mentem e a redução da participação das multas no funcionamento da EMDEC acabam com qualquer tese de metas, de produtividade, de indústria da multa”, defendeu o deputado. Em relação às multas manuais, que são aplicadas pelos agentes da Mobilidade Urbana, os dados também refutam qualquer pressão, afirmou Bittencourt. O deputado revelou que o número de multas por agentes/ano também confirma a fragilidade das acusações – feita de forma anônima. As multas manuais no período de 95-96, eram, em média, de 403 notificações por agente/ano. De 97 a 2000, esse número subiu para 541 multas/agente/ano. A média no período de 2001 a 2004, chegou a 590 multas por agente/ano. Já durante a sua gestão, no período de 2005 a 2010, foram registradas queda nesta relação. Nesse período, foram contabilizadas 390 multas por agente/ano. E em 2010, foi o menor registro, atingindo apenas 360 multas por agente durante o ano. O deputado ressaltou que as principais reclamações estão relacionadas àquelas multas nas quais os agentes não abordam o motorista. Essa abordagem não está prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e o agente não tem essa prerrogativa, lembrou. Ele citou a falta do uso de cinto e as multas pelo uso do celular na direção como as principais queixas. “O agente deve cumprir sua atribuição de fiscalizar o trânsito. Diante de uma ocorrência, como estacionar em local proibido, ele deve registrar a infração. Não existe a possibilidade de multar menos, pois seria prevaricação; e nem mais pois seria invenção da autuação”. Outro dado que reforçou que não há produtividade nas multas foi o crescimento do número de agentes nas vias, sem o aumento na relação multa/agente. Bittencourt revelou que, em 1996, a EMDEC contava com um agente para cada  3.055 veículos registrados na cidade. Em 2004, foram 3.638 veículos por agente; e, hoje, Campinas conta com um agente para 2.248 veículos. Ou seja, são mais agentes e menos multas. Visão da população Para Bittencourt, essa sensação ou imagem de “indústria da multa”  é amparada no fato da sociedade não gostar de ser penalizada. “Sempre haverá resistência e indignação pelo trabalho da fiscalização, independente de sua natureza”. Ele até contou o exemplo da publicidade do Governo Federal que mostra um motorista em fila dupla, exigindo fiscalização para um outro infrator que usa o celular na direção. “No senso comum, a fiscalização deve sempre ser direcionada ao outro”. Bittencourt ressaltou à Comissão que, desde que assumiu, sempre existiram colocações de uma “indústria da multa” – fato recorrente desde o início da fiscalização eletrônica na cidade. Apresentou matérias na imprensa local e fez uma retrospectiva mostrando que se trata de um tema comum não só em Campinas, mas em São Paulo e em outras cidades – que, invariavelmente, não tem sido comprovado. CPI reconhece erro na convocação Durante o seu depoimento, Bittencourt lembrou a Comissão que se colocava à disposição para esclarecer qualquer item ou tema da sua gestão, mesmo tendo foro privilegiado por ser deputado estadual. Destacou que a Comissão ainda não havia garantido a ele o direito à defesa e contestou o procedimento da Comissão de convocá-lo de forma equivocada. A CPI reconheceu o erro na convocação, pois o deputado só poderia ser convidado. Objeto da CPI Um dos principais pontos do depoimento do deputado foi a crítica à CPI em não se atentar ao objeto de investigação, que são os contratos de radares; mas a Comissão insistiu que o rito seria a abordagem das novas denúncias relacionadas à pressão dos agentes da Mobilidade Urbana, mais tarde, desqualificados pelo representante do Sindicato da categoria. O equívoco da convocação e o debate sobre o tema central da CPI tomaram mais de 40 minutos de discussão, em  clima acalorado. O deputado rebateu a esse discurso enviesado comprovando que, graças à ação fiscalizatória, com eficácia, Campinas goza de números que orgulham a grande maioria dos cidadãos da cidade como, por exemplo,  a redução das mortes no trânsito.  “Em 1995, a cidade registrava 181 mortes nas vias, Eram cerca de 352 mil veículos e 5,14 vítimas fatais por 10 mil veículos. Em 2010, Campinas já contava com mais de 733 mil veículos e tivemos 100 mortes no trânsito – o que representa 1,36 mortes por 10 mil veículos. Um dos melhores índices do país”, destacou. Bittencourt complementou que até a Organização das Nações Unidas (ONU) adota 3 mortes por 10 mil veículos. Sobre assédio ou pressão Bittencourt refutou qualquer tipo de pressão aos agentes e disse, ainda, que sempre haverá descontentamento nas equipes, em todas as gestões. Ele lembrou, inclusive, que já foi acusado outras vezes e rebateu e venceu na Justiça os questionamentos. “Se houvesse sequer uma denúncia, eu teria tomada todas as medidas para combater e esclarecer o fato.” Contratos de Radares Bittencourt esclareceu, por final, todas as informações sobre os contratos de radares firmados pela EMDEC

Ex-diretor nega pressão e defende o papel e a importância dos agentes

O segundo dia de trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga o Contrato de Radares em Campinas, nesta terça-feira, dia 2 de agosto, foi aberto com o depoimento de Atílio André Pereira, ex-diretor de Operações da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC), atualmente secretário de Transportes e Trânsito em Guarulhos. Atílio trabalhou na EMDEC por cinco anos e 11 meses, informou durante o seu depoimento. Antes de iniciar os trabalhos, o vereador Rafael Zimbaldi, presidente da CPI, lembrou a entrega de um abaixo-assinado por uma Comissão de Representantes dos agentes da Mobilidade Urbana, na segunda, dia 1º de agosto. O documento refuta qualquer tipo de pressão na empresa para a ampliação das multas de trânsito na cidade. Zimbaldi destacou que o documento será anexado ao relatório da CPI. Durante o seu depoimento, o ex-diretor da EMDEC destacou que jamais houve qualquer orientação ou pressão para aumento de produtividade de multas. Atílio defendeu que a fiscalização e as multas fazem parte da função do agente de trânsito. “A autuação é necessária. Não podemos brincar com a vida e com a segurança, é por isso que destaco a importância dos profissionais”. Ele ressaltou o papel do agente para a cidade. Defendeu que a grande maioria desses profissionais têm “atuação ilibada”, e que devem ser reconhecidos pela sociedade pela segurança que levam às ruas e pela defesa da vida. O ex-diretor mostrou-se preocupado com a imagem dos agentes após as denúncias, pois os profissionais têm famílias e filhos. “Eles são cobrados e sofrem com todo esse momento”. Ele também desafiou a cidade a viver, a realizar eventos, corridas, sem os profissionais. Confira os principais temas abordados: Controle de multas por supervisores Atílio afirmou que nunca aferiu o número de multas da equipe, pois, na sua concepção, não existe prazer em multar. “Não há uma corrida para ver quem multa mais ou menos na EMDEC. Não há cobrança, nem ranking de multas”. Segundo o ex-diretor, jamais foi discutido na EMDEC aumento de multas. “Discutimos, sempre, a fluidez, a redução de acidentes e procedimentos”. Aumento no número de multas Questionado sobre o aumento das multas em 2010, ele lembrou que em alguns momentos os agentes podiam estar voltados mais para o acompanhamento e atendimento a obras e eventos, como nos períodos de recapeamento das vias.  Em outros, quando esses trabalhos são reduzidos, a fiscalização é ampliada. Sobre promoções na empresa As promoções de qualquer profissional na empresa seguem e consideram a desenvoltura, a liderança, a capacidade e conhecimento do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) dos colaboradores. Além disso, a EMDEC prepara seus profissionais. Segundo Atílio, A EMDEC tem uma das melhores equipes de treinamento do país. “Exporta e forma agentes de outros municípios”. Horas Extras Atílio esclareceu e reafirmou o que foi dito nos depoimentos anteriores. “As Horas Extras são realizadas por meio de chamamento dos agentes e interesse, mas fica sempre garantido o revezamento para que todos sejam atendidos”. Lembrou, ainda, que as Horas Extras só não são autorizadas para aqueles que têm atestados médicos, para se preservar a saúde do trabalhador.

Agentes desmentem pressão para ampliar multas e repudiam ataque à categoria

Ao final da primeira sessão de depoimentos dos supervisores de fiscalização na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o Contrato de Radares em Campinas, nesta segunda, dia 1º de agosto, no Plenário da Câmara Municipal, uma Comissão de Agentes da Mobilidade Urbana entregou ao presidente da CPI, o vereador Rafa Zimbaldi, um abaixo-assinado com mais de 160 assinaturas colhidas entre os amarelinhos e supervisores da categoria. No documento, os agentes desmentem e rechaçam qualquer tipo de pressão, nesta e em outras gestões, para ampliar o número de multas no município. No abaixo-assinado, os agentes ainda pedem direito de defesa junto à CPI e à imprensa, pois consideram que as matérias veiculadas mancham a imagem da categoria. O documento foi entregue à CPI pelo supervisor, Luis Carlos Sardinha, acompanhado de um grupo de sete agentes. A decisão dos agentes em elaborar o abaixo-assinado foi tomada pela própria categoria em razão do assédio moral que têm sofrido nas ruas, principalmente, na relação com os munícipes, após a veiculação de matérias na imprensa sobre o tema. “Em algumas situações, munícipes chegam a jogar moedas aos agentes durante a jornada de trabalho”, comentam os colaboradores. “Essa situação tem levado a desgastes e desmoralização da categoria, que inclui, também, a vida social dos agentes”, afirma Sardinha. Segundo o representante dos agentes, a categoria está indignada, pois a denúncia não representa a opinião da grande maioria dos agentes. Sardinha informou, ainda, que encaminhará o abaixo-assinado aos sindicatos da categoria. Para a Comissão dos Representantes dos Agentes, a denúncia feita por uma pessoa não identificada coloca em xeque a credibilidade dos fatos e a idoneidade do denunciante. Depoimentos Na primeira sessão de depoimentos, A CPI ouviu três supervisores de fiscalização de trânsito da EMDEC, Claudemir Gonçalves, Laércio Omito e Nivaldo Marino de Souza. Todos foram unânimes em negar a existência de pressão para ampliar multas. Leia, neste site, os depoimentos desta segunda, dia 1º de agosto.

Denúncias sobre produtividade de multas são infundadas, diz supervisor de trânsito

No segundo depoimento do dia na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), na Câmara Municipal, que investiga os contratos de radares em Campinas, nesta segunda, dia 1º de agosto, o supervisor de Fiscalização, Laércio Omito, classificou como “totalmente infundadas” as denúncias de pressão para ampliar o número de multas na cidade. Laércio, que ingressou na Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) em 1991, passou a encarregado de trânsito em 1995, prestou concurso público em 2003 e chegou à Supervisão de Fiscalização de Trânsito em 2006. O supervisor foi o segundo a desmentir qualquer denúncia de existência de produtividade de multas na EMDEC. Também esclareceu que em relação à definição de Horas Extras, sempre foi garantida a oportunidade para a realização das horas extraordinárias por todos os agentes que se manifestassem disponíveis para esse trabalho. Quanto a qualquer tipo de cobrança aos agentes, Laércio esclareceu que a única exigência da empresa é quanto ao bom atendimento do munícipe e à realização do trabalho com responsabilidade nas vias. Laércio foi ainda questionado sobre a advertência a um agente na Ciclofaixa de Lazer do Centro. Ele afirmou que o agente Elton foi advertido porque se recusou a utilizar as bandeirolas, que servem para reforçar a sinalização para os ciclistas e segurá-los na fase vermelha dos semáforos. Vereadores da Comissão também indagaram se as ciclofaixas traziam problemas e pressão aos agentes. Sobre a questão, o supervisor informou que a operação da ciclofaixa é administrada com bastante tranquilidade. Já em relação ao controle das multas, o supervisor esclareceu que existe uma Gerência de Processamento que responde pelo controle. O supervisor falou durante 40 minutos à CPI dos Radares e, durante todo o depoimento, disse que nunca ouviu boatos e que nenhum agente reclamou desse tipo de pressão na empresa. Ele ressaltou, ainda, que uma parte da população pensa dessa forma, mas trata-se de posição equivocada.  

Corredor terá nova interdição, nesta sexta, 29

Em razão da necessidade de aplicação de mais uma camada de asfalto no pavimento do Corredor de Ônibus da Amoreiras, serviços que serão executados pela Sanasa, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) bloqueará, por cerca de uma hora, o corredor, nesta sexta, dia 29 de julho. O fechamento será fora do horário de pico, com previsão para o período das 9h às 10h. Segundo a Sanasa, essa nova etapa de recapeamento é necessária, pois após um período de passagem dos veículos pelo Corredor, o pavimento se consolida e existe a necessidade de mais uma camada de asfalto para nivelamento do piso. O bloqueio será no mesmo trecho que foi interditado na última terça-feira – da ponte da Rodovia Anhanguera até a Avenida Prefeito Faria Lima, no bairro São Bernardo.  A interdição foi motivada pelo rompimento na rede de água, no cruzamento das Amoreiras com a Rua Dr. Cassiano Gonzaga, na terça. Os trabalhos na rede foram concluídos na quarta, com a liberação do Corredor, por volta das 18h. Durante o fechamento, os ônibus vão compartilhar as vias marginais com os veículos particulares, sem previsão de maiores transtornos. Os usuários do transporte coletivo poderão embarcar e desembarcar em pontos na mesma altura daqueles existentes dentro do Corredor, nas marginais da avenida. Agentes da Mobilidade Urbana da EMDEC estarão no local para monitorar o trânsito e orientar motoristas e usuários do transporte público coletivo.

Pátio da EMDEC tem terceiro leilão do ano, nesta sexta, dia 29 de julho

O terceiro leilão de veículos do Pátio da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) está confirmado para a próxima sexta, dia 29 de julho, a partir das 10h30. O leilão será realizado pela 7ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), na Avenida Ricardo Bassoli Cezari, nº 5.000, no Jardim São José (Chácara São Pedro). Nesse leilão, estarão disponíveis 488 lotes, sendo 157 automóveis e 331 motos. A visitação aos lotes pode ser realizada a partir desta quinta, dia 28 de julho, das 8h às 16h30; e na sexta, das 8h às 10h. São dois os pontos de visitação dos veículos: o próprio Pátio da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC), que fica na Rua Miguel Cascaldi Júnior, 141, no Jardim São João; e a Sede da EMDEC, na Vila Industrial, com acesso pelo portão da Defesa Civil, na Rua Francisco Teodoro, ao lado do túnel de pedestres. Já os interessados em apreciar as motos, antes do leilão, deverão se dirigir apenas ao Pátio, na Rua Miguel Cascaldi. Não é necessário o cadastramento prévio para a visitação dos lotes; ou mesmo para a participação no leilão. Basta que o interessado seja maior de idade. Vale destacar que os veículos que vão a leilão não possuem autorização para circulação, podendo ser utilizados apenas como sucata. O leilão dessa sexta será o terceiro de 2011. O primeiro foi no dia 12 de abril, quando foram comercializados 304 lotes, sendo 218 motos e 86 carros. O segundo aconteceu em 27 de maio. Na ocasião, foram 325 lotes. Superlotação continua Segundo a EMDEC, atualmente, o Pátio conta com 6.731 veículos, e sua capacidade é de 2,3 mil veículos. Por conta da superlotação, a EMDEC improvisou mais dois locais para o recebimento dos veículos: um espaço na sede administrativa, na Vila Industrial, onde estão cerca de 400 veículos; e outro no Departamento de Inspeção Veicular (DIV), com 120 unidades, incluindo caminhões. Diariamente são levados ao Pátio cerca de 20 novos veículos; contra uma liberação, também diária, de 15 veículos. Como não há mais espaço físico para receber novos veículos, a EMDEC apenas consegue levar novos veículos ao Pátio quando há liberações. Vale destacar que 95% dos veículos recolhidos ao Pátio Municipal são originados de apreensões realizadas pelas polícias Militar e Civil; e a principal maneira de abrir novas vagas no Pátio é a realização de leilões, que são de responsabilidade da 7ª Ciretran.