EMDEC leva agentes e campanha para escola do DIC VI, nesta quinta

As atividades educativas do projeto “A gente aprende. Agente ensina” da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) serão levadas aos alunos da Escola Estadual Orlando Signorelli, no DIC VI, na próxima quinta, dia 15 de abril. No período das 9h30 às 15 horas, uma equipe com oito agentes da Mobilidade Urbana e educadores de trânsito visitarão as 42 salas de aula da escola para o trabalho de conscientização e orientação dos alunos do ensino fundamental ao ensino médio. Além das orientações e cuidados sobre a circulação, normalmente repassados como “aulas de trânsito” pelos agentes da Mobilidade Urbana, a EMDEC vai divulgar a Campanha Preferência pela Vida – Cidadania e Paz no Trânsito, voltada às crianças e jovens. A Campanha busca divulgar cinco valores considerados fundamentais para uma convivência harmônica no trânsito, adotando uma linguagem muito  próxima da comunicação juvenil.  Também utiliza a Internet como um dos principais recursos para falar com o jovem e com o adolescente.  É dentro dessa lógica de estar muito perto do universo jovem que, para falar sobre Respeito mútuo, a EMDEC adotou o lema: “Mandou bem”. Para destacar a Solidariedade, “Valeu Mesmo!”. Para discutir Responsabilidade, o lema será “Maior responsa”. Para promover o Diálogo, “Fala aí”; e disseminar a Conscientização, a mensagem será “Senti Firmeza”. Os cincos valores foram escolhidos com base nas diretrizes do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), para os trabalhos educativos com jovens; e, ainda, com os Parâmetros Curriculares Nacionais. Além da Internet, a Campanha adota folhetos e conta com mascotes (papertoys) que podem ser colecionados. Vale lembrar que o hotsite, além de ser uma ferramenta de informação e formação, permite o diálogo com os professores. A EMDEC também divulgará essa ferramenta aos professores do colégio para a continuidade da conscientização da comunidade escolar.  

Quarta Rodada terá três reuniões nesta semana

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas – EMDEC – levará os debates para o distrito de Barão Geraldo, para o bairro Vila União; e realizará uma reunião voltada às pessoas com deficiência. A primeira reunião acontecerá na Casa dos Conselhos, na próxima quarta, dia 14 de abril, a partir das 16 horas. Esse encontrado é destinado às discussões das pessoas com deficiência. A Casa dos Conselhos fica à Rua Ferreira Penteado, 1330, no Centro. Nesse mesmo dia, 14 de abril, será realizada uma reunião no distrito de Barão Geraldo. O encontro acontecerá no Salão Paroquial Santa Izabel, a partir das 19 horas. O endereço do Salão è Rua Ângelo Vicentin, 601 – Barão Geraldo. Já na Vila União, o encontro acontecerá no dia 15 de abril, quinta-feira, às 19 horas, na Associação de Moradores da Vila União, localizada na Rua Dusolina Leone Tornieux, 250, na Vila União. Nas reuniões da Quarta Rodada, representantes da EMDEC dialogam com os munícipes para avaliar o sistema de transportes, o Bilhete Único e os avanços na mobilidade em Campinas. Essa é também uma oportunidade para que a equipe da EMDEC receba demandas e necessidades da população relacionadas ao trânsito e transportes. Para mais informações da 4ª Rodada, entre em contato com o Departamento de Controle de Atendimento da EMDEC, pelo telefone (19)3772-4248 ou acesse o site: WWW.emdec.com.br    

Secretaria de Transportes e EMDEC sob nova direção

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) tem nova direção a partir dessa segunda, dia 05 de abril. Sérgio Torrecillas é o novo diretor-presidente da empresa e também acumula o cargo de secretário de Transportes, desde a última sexta, dia 2 de abril, em substituição a Gerson Luis Bittencourt. Torrecillas, 48 anos, é engenheiro, com pós-graduação em Administração e Administração Pública, foi Administrador Regional da Mooca e subprefeito da Sé, em São Paulo. Em Campinas, Sérgio foi responsável por projetos de destaques como diretor da Secretaria de Transportes, onde ingressou em 2005. Foi o gestor do Contrato da Concessão do Terminal Multimodal de Passageiros Ramos de Azevedo (nova Rodoviária) e, também, responde pelo Contrato de Concessão do Sistema InterCamp. Segundo o novo secretário e diretor-presidente da EMDEC, Campinas teve avanços significativos na Mobilidade Urbana nos últimos anos. “O transporte melhorou drasticamente com o InterCamp, com o Bilhete Único e , agora, com os investimentos em infraestrutura e na revitalização dos terminais.  Outras obras como a Nova Rodoviária e o Túnel Joá Penteado facilitaram os deslocamentos e marcam a modernização no ir e vir do cidadão campineiro,” defendeu. Torrecillas, ainda, lembra que as Garagens Subterrâneas, o Trem de Alta Velocidade, o Veículo Leve sobre Pneus (VLP) e o prolongamento da Maria Fumaça até a Arautos da Paz, vão colocar a cidade num novo patamar de modernização na Mobilidade Urbana. Em relação aos próximos projetos, Torrecillas informou que entre as principais obras estão a Revitalização da Av. Dr. Campos Salles (já iniciada) e da Av. Francisco Glicério e a implantação de mais onze estações de transferência em bairros como o Parque Prado, Jardim São José, Campos Elíseos, Carlos Lourenço, Nova Aparecida, Unicamp, DIC I, Parque dos Eucaliptos, Nova Europa, Jardim Itajaí e Campina Grande. No transporte público, ele conta que novos avanços já estão definidos; como o monitoramento da frota, a partir de maio; e a implantação da Rede Executiva no Sistema InterCamp.

Minuta de Decreto prevê 178 novas permissões para táxi

Depois de publicar, em janeiro, a nova legislação para os táxis no município, a Prefeitura regulamenta agora a Nova Lei para colocar em prática uma ampla reformulação no serviço, incluindo o processo licitatório para novas permissões, a definição de novas modalidades, as novas regras para pontos, tarifas, fiscalização da operação e penalidades para o setor, entre outras medidas. Na prática, com a publicação do decreto no Diário Oficial do Município, passam a valer as regras e procedimentos para o funcionamento do serviço, já antecipadas na Lei, mas detalhadas no documento. A proposta de minuta foi enviada, no dia 30 de março, à Secretaria de Assuntos Jurídicos, depois de uma ampla discussão com a categoria, envolvendo permissionários e auxiliares do serviço. O decreto detalha três modalidades no serviço de táxi: o táxi executivo, o serviço convencional e o táxi acessível. Na modalidade Executiva, vão atuar pessoas jurídicas. Esse serviço terá tarifa diferenciada, veículos com padronização definida pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) e atenderá, por meio de comunicação (rádios ou telefones), durante 24 horas. Uma novidade é que os operadores desse serviço vão trabalhar uniformizados. No serviço convencional, vão operar pessoas físicas. Já os táxis acessíveis serão operados por pessoa jurídica, voltados, preferencialmente, ao atendimento de usuários com mobilidade reduzida. A frota dessa modalidade será adaptada, com padrão visual diferenciado e treinamento prévio dos operadores (taxistas). Nos táxis acessíveis, a EMDEC também exigirá que os taxistas usem uniformes. O acesso a esse serviço será feito pelos usuários por meio de rádios ou telefones, também 24 horas. Os modelos dos uniformes para os táxis acessíveis e executivos serão definidos por meio de Resolução da Secretaria de Transportes. Segundo o secretário de Transportes Gerson Bittencourt, “agora, Campinas terá um serviço de táxi mais adequado à realidade do seu crescimento, vamos garantir a presença do serviço em regiões que eram desassistidas, ampliar a qualidade para o usuário e, ao deixar claras as novas regras, melhorar o espaço de trabalho dos permissionários novos e atuais”, defendeu. Bittencourt destacou, ainda, que a última legislação sobre o serviço data do final da década de 70; e, “de lá para cá, Campinas cresceu significativamente e tornou-se sede da Região Metropolitana, exigindo a reorganização do setor, que será uma realidade a partir do decreto.” O processo licitatório Além da definição das novas modalidades, o decreto estabelece os procedimentos do novo processo licitatório para o setor. A licitação dos táxis será por meio de Concorrência Pública, que outorgará 178 novas permissões, sendo 50 para o Serviço de Táxi Executivo, distribuídas em 07 lotes (ou pontos), sendo: 01 lote de 15 vagas 01 lote de 10 vagas 05 lotes de 05 vagas  Serão implantados pontos do Serviço Executivo na Rua Barreto Leme (próximo à Prefeitura), na Nova CampinasShopping Iguatemi, Galeria Shopping, Alphaville, Cidade Judiciária, Shopping D. Pedro, Aeroporto de Viracopos e Nova Rodoviária.   Para o Serviço Convencional, serão abertas 108 vagas; e 20 vagas para o Serviço de Táxi Acessível, distribuídas em 2 lotes de 10 cada um.   Vale ressaltar que na modalidade Convencional, serão destinadas cinco permissões para licitantes portadores de deficiência.   As empresas vencedoras do processo vão poder operar em mais de um ponto, exceto aquelas que atuarem na Rodoviária e Aeroporto de Viracopos.   As novas permissões valerão por 15 anos, podendo ser prorrogadas, a critério da Prefeitura.   O Edital com todo o detalhamento da licitação deve ser concluído entre 45 e 60 dias pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC).   O Edital trará, em seu anexo, todas as especificações e exigências para os veículos (envolvendo ano de fabricação, potência do motor, tamanho de porta-malas, itens de segurança, entre outros).   A EMDEC já antecipou que nas modalidades acessível e convencional, os novos permissionários deverão apresentar veículos com, no máximo, 8 anos de fabricação.   Já no Serviço Executivo, os veículos deverão ter, obrigatoriamente, até 5 anos.   Entretanto, no processo licitatório os veículos mais novos recebem maior pontuação na classificação.   Outras informações do decreto Uma outra novidade, prevista no decreto, é que o registro de condutor de táxi terá renovação anual.  Antes, o vínculo era com a data de renovação da Carteira de Nacional de Habilitação (CNH).   Em relação aos pontos de táxi, o decreto prevê a permuta de ponto, desde que com autorização da Prefeitura, por meio da EMDEC. Antes, a troca só era possível entre permissões da mesma categoria.   Regras para os veículos Os veículos dos serviços de táxi deverão ser registrados no nome do permissionário, licenciados no município e cadastrados na EMDEC. A padronização deverá atender às especificações de licitação e do Manual de Padronização Visual e Descrição Técnica dos Veículos.   Em caso de roubo do veículo, o fato deve ser comunicado imediatamente à EMDEC. Os veículos deverão ser submetidos à vistoria semestral; e, em caso de reprovação, deverão ser retirados automaticamente de circulação até regularização.   Tarifas diferenciadas entre modalidades As tarifas do serviço de táxi serão estabelecidas pelo Poder Executivo Municipal após análise de estudo elaborado pela EMDEC, que considerará a variação dos principais insumos incidentes no custo de operação do serviço. O serviço será remunerado pelos usuários.   A estrutura tarifária compreenderá as seguintes tarifas: a Bandeirada: valor a ser cobrado independente do percurso da viagem e que constará no taxímetro no início da viagem; o Custo Quilométrico: valor do custo de operação para percorrer 1 quilômetro; Bandeira 1: é o valor do custo quilométrico a ser cobrado nas viagens realizadas no período das 6h às 18h;  Bandeira 2: é o valor do custo quilométrico com acréscimo de 30%, a ser cobrado nas viagens realizadas no período das 18h às 6h do dia seguinte, a partir das 12h do sábado e nos domingos e feriados; e a Hora Parada: valor a ser cobrado para cada hora em que o veículo ficar parado, com o usuário embarcado ou à disposição deste. O valor da hora parada poderá ser fracionado e cobrado para intervalos menores do que uma hora.   Além de respeitar

Uso do carro é tema de Seminário de Educação

Alargar as ruas ou as calçadas? Essa foi uma das questões colocadas por Leonardo Brant, durante palestra dentro do Seminário “Educação para o Trânsito e Mobilidade Urbana”, realizado nesta terça, dia 30 de março, no Centro de Convenções da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Brant abordou o tema Cultura de Convivência, passando pela conceituação do que é Cultura e complementando o conceito, dando ênfase ao poder da transformação da Cultura para reconfigurar as dinâmicas sociais. Foi a partir deste pano de fundo que o consultor defendeu que, na cultura automobilística, o carro é um elemento que pode ter uma representação, mas o seu uso é de responsabilidade do ser humano. Ele citou que todos os usos do carro são condenáveis, uma vez que o automóvel traz impactos negativos ao meio ambiente, induz à velocidade, ao consumo desenfreado, exige o consumo de combustíveis; entre outros aspectos negativos. De acordo com Brant, “o carro é o símbolo do que não precisamos ter”. Ele aponta que essa cultura automobilística prejudica o compartilhamento do espaço em sociedade; e dentro de uma cultura de convivência, coexistência e cooperação, o homem deverá fazer uma escolha, “se alarga as ruas para receber mais carros ou se aumenta as calçadas para dar espaço às pessoas?” Ele argumentou que é dentro da lógica de construção de uma cultura da convivência é que temos que pesar os dois lados para escolher se devemos obter lucro ou ganhar em qualidade de vida. Com reflexões do início ao fim, Brant encerrou sua palestra com três máximas: “Cada um é fonte inspiradora para os outros. Nós somos capazes de compartilhar o mesmo mundo e o trabalho de cada um forma o trabalho de todos.” A sensação, de quem conferiu a palestra, foi que, não em vão: ele contou que há três anos deixou de ter carro próprio. O que tem feito o Denatran pela Educação Juciara Rodrigues, coordenadora do Departamento Nacional de Trânsito, convidada a abordar o tema “Políticas Públicas e Intersetorialidade”, disse que atua na Educação de Trânsito há 15 anos e que as mudança, tanto nos conceitos, quanto no trabalho realizado nesta área, foram significativas. “Hoje, o conceito de educação compreende trânsito com algo inerente ao ser humano, tira a cultura automobilística e procura ver o pedestre, o ciclista, todas as pessoas como agentes que transitam e vão de um lugar ao outro e acessam todos os espaços. A dimensão é bem maior que a do passado,” argumentou. Mas a coordenadora foi veemente nas limitações do papel educativo. “A educação sozinha não consegue dar conta de todas as respostas para o trânsito.“ Ela defende que sem que haja uma comunhão entre as diversas áreas como a estatística, a engenharia, a sinalização, a saúde; o trabalho educativo acaba não tendo tanta repercussão. Para exemplificar o argumento, ela conta que o Denatran realizou uma pesquisa com os jovens e a grande maioria disse que não se lembrava de nenhuma campanha educativa do órgão. “Nós já investimos mais de R$ 120 milhões em campanhas; portanto, fica a pergunta: será que estamos fazendo a coisa certa?”, questionou-se. Juciara afirmou que é preciso vencer o desafio das mortes e violência no trânsito com a intersetorialidade. “A Educação não pode ser sempre o foco das ações, pois sob essa justificativa passa a responder por todas as mazelas; e outros aspectos importantes são negligenciados”, complementou. Segundo a coordenadora, coloca-se que 90% dos acidentes têm como causa o homem; e a partir dessa argumentação o problema do trânsito passa a ser apenas da educação. Moradora de Brasília, ela lembra que a Capital do Distrito Federal já foi a cidade mais violenta no trânsito; e não foi apenas o trabalho educativo que mudou essa realidade. “É preciso destacar o papel da fiscalização, da engenharia e de outras áreas nesta mudança. O trabalho intersetorial é fundamental. A união da saúde com a engenharia, com a sinalização. Tudo isso tem muito importância.” Sobre o papel da Educação nas escolas, a coordenadora contou que a partir da orientação baseada no Parecer 22/2004 do Conselho Nacional de Educação do Ministério da Educação (MEC), que orienta que a Educação de Trânsito não deve ser uma disciplina nos currículos escolares, o Denatran passou a envidar esforços para elaborar recursos didáticos para discutir a educação de trânsito nas escolas. “As dificuldades existem, pois muitos professores afirmam que não conseguem falar de trânsito porque não são motoristas – como se essa fosse a exigência.“ Ela lembrou a Resolução 265 do CONTRAN, que define como as escolas de ensino médio devem trabalhar a educação de trânsito, abordando a questão da atividade extracurricular e, ainda, citou as Diretrizes Nacionais para a Educação para o Trânsito, previstas na Portaria 47/2009 do Denatran. “Buscamos mostrar aos professores as possibilidades que o trânsito traz para todas as disciplinas nas escolas. Temos uma regulamentação da educação básica. As escolas recebem essas diretrizes, mas nós não podemos obrigar ninguém a colocá-las em prática. Esse trabalho, por não ser obrigatório, é um trabalho de formiga. É preciso cativar e convencer.” De acordo com Juciara, os documentos, referindo-se às portarias, pareceres e resoluções, permitiram uma grande evolução da educação de trânsito. A coordenadora apresentou, durante a palestra, campanhas e ações desenvolvidas pelo Denatran como o “Trânsito Consciente” – 20 programas sobre diversos temas da Educação de Trânsito, com linguagem jovem para os alunos do ensino médio. Mostrou, também, o Caderno Educativo para 864 municípios. Citou o Ciclo de Palestras, em 6 capitais para 9,6 mil alunos do ensino médio. E, ainda, para o ensino médio, o “Viva o Trânsito.” O “Pela estrada afora” – 12 programas infanto-juvenis em parceria com a TV Cultura. “São vídeos com personagens dos contos de fadas que buscam salvar nossas crianças no trânsito”, também foi apresentado. “Todos os materiais podem ser acessados pelo site do Denatran”, informou. Além disso, em 2009, mais de 6 mil profissionais foram capacitados pelo Denatran, prestou contas. Para 2010, ela afirmou que o Denatran pretende capacitar professores como multiplicadores de trânsito. A violência, a desigualdade e

Seminário de Educação atraiu mais de 200 pessoas

Mais de 200 pessoas das áreas do trânsito, transporte, cultura, educação, representantes da sociedade, entre eles idosos, pessoas com deficiência, universitários, consultores, acompanharam, nesta terça, dia 30 de março, os debates do Seminário Educação para o Trânsito e Mobilidade Urbana, no Centro de Convenções da Universidade de Campinas (Unicamp). O evento, organizado pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas – EMDEC, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Unicamp,  atraiu público de mais de 30 cidades interessado na discussão da Educação de Trânsito e suas interfaces com outras áreas. O Seminário foi iniciado num clima de comemoração, uma vez que a EMDEC acabou de divulgar dados de acidentalidade que comprovam a redução da violência no trânsito em Campinas, com queda nas mortes, no total de acidentes, nos atropelamentos e com motociclistas. Segundo o secretário Municipal de Transportes, Gerson Luis Bittencourt, não só a EMDEC, mas também a cidade tem muito a comemorar. “Registramos, em 2009, o menor índice de mortes por 10 mil veículos desde 1995 – números que só foram alcançados em 2005, quando Campinas contabilizou 1,68 mortes para cada grupo de 10 mil veículos;” destacou.   Bittencourt ressaltou que as mortes no trânsito caíram mais de 16% no ano de 2009, no comparativo com 2008. “Mas, se observados os dados de 2005, essa redução foi mais drástica. Em 2005, o trânsito de Campinas registrou 181 mortes; e, em 2009, 115 vítimas fatais” informou o secretário. Ele, ainda, frisou que, em 2005, a frota da cidade era praticamente a metade da atual. “Podemos comemorar, pois quase duas vidas foram poupadas por mês no ano passado”. Bittencourt, também, lembrou o crescimento da frota de motos, argumentando que a cada 10 motos vendidas, quatro são para mulheres. Ele deduz que esse fato pode ter influenciado na redução da violência, uma vez que as mulheres são mais cuidadosas no trânsito; e, que em qualquer lugar do país, os homens respondem pela grande maioria das mortes e acidentes. “Talvez esse fato deve ser levado em conta na queda dos números.” No geral, os bons resultados do balanço de acidentes devem ser atribuídos a uma combinação de fatores, defende Bittencourt. “A redução da violência é resultado das ações de fiscalização, sinalização, dos investimentos no transporte público e do trabalho de educação, com a campanha “Preferência pela Vida”, que articula, coordena, conceitua e permeia os projetos da EMDEC. Em 2005, trabalhamos com todos os públicos, mas a EMDEC tem focado suas iniciativas nas faixas de risco.” Bittencourt defende que não dá para atuar na generalidade. “A EMDEC busca adotar linguagem e conteúdos voltados para cada segmento. “Se não fosse assim não teríamos tantos êxitos. Nosso trabalho de educação tem a marca da ousadia e da criatividade”, elogiou. O secretário Municipal de Saúde, José Francisco Kerr Saraiva, reforçou a informação da participação masculina nas mortes por causas externas (mortes violentas como as de trânsito, por exemplo) no município.   “A redução das mortes no trânsito é resultado de um conjunto de ações, entre elas, destaco o trabalho da EMDEC”. Nós temos que comemorar, porque poupar 23 vidas, em um ano, não é pouco. Mas para diminuir, ainda mais, esses números, precisamos de uma ampla frente de trabalho, com todas as áreas”, argumentou. O secretário de Saúde defendeu que a realização do Seminário é importantíssima. “Nós estamos discutindo hoje, aqui, a esperança de vida ao nascer. Para os homens, em Campinas, ela não passa dos 72 anos; enquanto as mulheres têm expectativa maior, de 78 anos. O secretário de Educação, José Tadeu Jorge, afirmou que o tema Educação e Mobilidade é um tema multidisciplinar e não pode ser visto ou discutido de forma fragmentada. “Temos neste seminário as universidades, o Legislativo, profissionais de diversas áreas; pois é preciso reunir todos para tratar essa questão e encontrar os melhores caminhos para Campinas”, comentou. Para o representante da Câmara Municipal, vereador Josias Lech (PT), “a importância do seminário está na preocupação em discutir a cidade que cresce, se transforma e precisa enfrentar os desafios do transporte, do trânsito, da Educação para a Mobilidade. Todos aspectos que salvam vidas.” O vereador lembrou que, nesta quarta, a Câmara Municipal votará um Projeto de Lei, em segunda votação, que trata a inclusão do tema, de forma mais integrada nas escolas. “A Educação não tem sentido se voltada apenas para a lógica do mercado e para a capacitação profissional. É preciso pensar na educação anterior, naquela que acontece em casa, que forma cidadãos.”

Vídeo: assista à implosão da velha Rodoviária

As câmeras da Central Integrada de Monitoramento de Campinas (CIMCamp) registraram o momento exato da implosão da velha Rodoviária, no domingo, dia 28 de março. Confira as imagens da câmera instalada no cruzamento entre as avenidas Barão de Itapura e Andrade Neves. Orientação para o Download do vídeo Para  fazer o download do vídeo da implosão pelo portal da EMDEC, siga as instruções abaixo. Clique aqui para o baixar o vídeo. a) Baixe o arquivo zipado para qualquer pasta/diretório do seu computador; b) Descompacte o arquivo em qualquer pasta/diretório; c) Selecione a pasta/diretório onde você descompactou o arquivo e execute o instalador MPEGAx_4.23.00.30.exe; d) Após a instalação, abra o arquivo com a extensão "mp4" no Windows Media Player; e) Se o Windows Media Player emitir algum aviso, confirme. A CIMCamp disponibiizará cópias das gravações desse momento considerado um marco para a cidade. O material pode ser solicitado ao Depto. de Imprensa da EMDEC.  

Expectativa e emoção marcaram implosão da Velha Rodoviária

Na hora e dia marcados, a velha Rodoviária, instalada no quadrilátero formado pelas avenidas Andrade Neves, Barão de Itapura, e ruas Barão de Parnaíba e Marquês de Três Rios, desapareceu da paisagem de Campinas. Às 11h03’17’’ desse domingo, dia 28 de março, o prédio foi implodido e a visão de quem acompanhou as imagens pelo site da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) foi a subida de uma grande nuvem de poeira. Na sede da EMDEC, mais de 70 curiosos, colaboradores e moradores da região que tiveram que deixar suas casas no período da implosão, aguardavam com ansiedade o momento da implosão. Muita gente veio de longe e chegou cedo, com mais de uma hora de antecedência. Mas a maioria não ligou para a espera, já que a implosão estava agendada para as 11 horas. José Ricardo Moreira, securitário, trouxe a esposa, Adriana Moreira; e os filhos Alfredo e Alexandre. “Viemos do Jardim Campos Elíseos incentivados pelo meu filho de 14 anos, Alfredo, que acompanhou durante toda a semana essa notícia na imprensa”, contou. Adriana, a esposa, complementou que trocaram um churrasco pelas imagens da implosão da Rodoviária. “Foi emocionante, declarou Alfredo, ao final da exibição. “Só faltou mesmo o barulho, pois o resto foi perfeito”. Também a pedido do filho, Edivaldo Rodrigues Cordeiro, técnico em química, ocupou a primeira fila, em frente ao telão. “Trouxe meu filho, Mário Vinicius, 11anos, porque ele queria contar para os amigos que assistiu à demolição. Já a moradora da Rua Marques de Três Rios, via lateral ao prédio da Velha Rodoviária, Juliana Cristina Marciano, 29 anos, conta que deixou sua casa às 9h, quando houve o corte de energia para a implosão. “Esse é um fato que não acontece todo dia. Estou acostumada a sair de casa e a encarar a velha Rodoviária todos os dias.  Amanhã , ou melhor, daqui a pouco, quando eu voltar para a casa, essa imagem não existirá mais. Acredito que essa implosão vai trazer melhorias para quem mora nessa região,” destacou. Gilberto Topinel, do Jardim Garcia, contou que veio para fotografar. “Quero uma lembrança desse momento, porque trabalhei na Rodoviária velha. Esse é um momento de despedida para mim”, comentou. Ao contrário da maioria dos presentes Ana Maria Manoel, aposentada, já havia acompanhado outra implosão em São Paulo. “Achei fantástica a queda da velha Rodoviária”, disse animada. “Aconteceu no horário certo e valeu a pena estar aqui para assistir ao vivo.” Ela lembrou que, há muitos anos, assistiu à demolição de um prédio em São Paulo, onde hoje é a Praça João Mendes. “Não sei precisar, mas acredito que faz mais de 20 anos;  e a  emoção, agora, foi a mesma”. O aposentado Nelson Pretori, 74 anos, morador do Parque Via Norte, disse que saiu cedo de casa. “Queria muito ver o prédio cair em 3 segundos, pois essa não é uma imagem comum”, afirmou. Trânsito liberado – De acordo com a Central de Controle Operacional da EMDEC, durante o período da implosão, foi registrado trânsito lento apenas na Av. Andrade Neves, entre as ruas Itália e Delfino Cintra, com extensão de 350 metros. A lentidão foi no período das 11h13 às 11h23. Já os bloqueios efetivados no perímetro de segurança foram liberados 10 minutos após a demolição. Apenas as vias que formam o quarteirão da velha Rodoviária permaneceram  bloqueadas para a limpeza. Para assistir, acesse a matéria “Portal exibe implosão da velha Rodoviária, neste site.

EMDEC apóia 10 procissões no Domingo de Ramos

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas – EMDEC – disponibilizará 33 agentes da Mobilidade Urbana para o monitoramento de 10 procissões religiosas, que vão marcar o Domingo de Ramos na cidade, no dia 28 de Março. O objetivo é ampliar a segurança dos participantes, minimizando os riscos de acidentes, com a implantação dos bloqueios, desvios e liberações das vias. A partir das 6h30, quatro agentes vão acompanhar a procissão da Paróquia São José Operário, na Vila Perseu Leite de Barros. São esperados 250 fiéis nesse evento religioso. Mais de 600 pessoas vão percorrer ruas do Jardim Garcia, em procissão, a partir das 7h30. Outros quatro agentes vão monitorar o evento. Neste mesmo horário, acontecerá a procissão da Paróquia São João Batista, no Bairro São João, com 300 participantes e acompanhamento de três agentes. Outras duas paróquias realizarão suas procissões por volta das 8h. No Parque Jambeiro, o público esperado é de 300 pessoas pela Comunidade Católica Santo Agostinho. Já no Parque da Figueira, cerca de 500 religiosos vão seguir em procissão pelas ruas do bairro. Esse evento será coordenado pela Comunidade Maria Mãe da Igreja. As duas comunidades pertencem à Paróquia Santa Cruz. Os dois eventos contarão com apoio de três e quatro agentes, respectivamente. Região do Taquaral A Paróquia Nossa Senhora de Fátima realizará sua procissão por volta das 8h30. O público sairá da Avenida Nossa Senhora de Fátima e percorrerá as ruas Roberto Simonsen e Armado Salles Oliveira. Quatro agentes vão apoiar o evento, que deve contar com mais de 300 pessoas. Os católicos da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora vão seguir em procissão pela Rua Baronesa Geraldo de Resende, no contra-fluxo do Portão Liceu Salesiano, junto à Rua Cônego Nery. A procissão deve ter início também às 8h30, com participação de 400 fiéis. Parque Industrial Nesta região, a procissão religiosa acontecerá às 8h30 e está sendo organizada pela Paróquia Santa Tereza de Ávila. Três agentes vão apoiar 500 pessoas, que estarão no evento. Região Central As procissões com maior participação acontecerão, simultaneamente, na área central. A Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Catedral Metropolitanta) espera mais de 2 mil pessoas para a caminhada religiosa pelas ruas do Centro, a partir das 9 horas. O púbico seguirá pelo Calçadão da Rua Treze de Maio, retornando na Rua José Paulino. Para este evento, a EMDEC colocará quatro agentes no apoio Já os fiéis que participarem da procissão da Basílica do Carmo vão percorrer a Avenida Benjamin Constant. São estimadas cerca de mil pessoas, também às 9 horas.  

Demolição poderá ser acompanhada pela CIMCamp e Internet

Uma imagem para a história da cidade disponibilizada em tempo real ou em gravação para os principais órgãos de imprensa. O acompanhamento da implosão do antigo prédio da Rodoviária (praticamente um esqueleto localizado na Avenida Andrade Neves) poderá ser feito por profissionais de rádios, emissoras de televisão e jornais, neste domingo, dia 28 de março, a partir das 11 horas. As imagens cedidas pela Central Integrada de Monitoramento de Campinas (CIMCamp) serão projetadas na Sala de Treinamento da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC). A Central permitirá que os órgãos de imprensa assistam à demolição ou retirem cópias das gravações desse momento considerado um marco para a cidade. Uma outra novidade fica por conta do site da EMDEC. Quem acessar o portal, no endereço www.emdec.com.br, poderá acompanhar a implosão em casa ou de qualquer lugar pela Internet. No período das 10h às 11h30, o internauta receberá imagens ao vivo da câmera da CIMCamp, instalada na Barão de Itapura. E, ainda, no domingo, os usuários do site poderão fazer o download do vídeo da implosão pelo site da EMDEC. Para o acompanhamento na sede da EMDEC, não é necessário credenciamento prévio dos órgãos de imprensa; basta o comparecimento. Já para a retirada do material com as imagens da demolição, a CIMCamp disponibilizará uma equipe para a entrega dos CDs,  no período das 12 às 13 horas do domingo. Depois desse horário, o material só poderá ser retirado na segunda, a partir das 9 horas. Moradores do entorno da Rodoviária velha, retirados em razão da implosão, também poderão assistir a demolição, na Sede da EMDEC. A visão da implosão Os profissionais que assistirem à demolição, na EMDEC, contarão com imagens de uma câmera estratégica, instalada no Edifício Monte Sião (conhecido por sediar a Clínica Signorelli), localizado no cruzamento das Avenidas Barão de Itapura e Andrade Neves. Essa câmera, com tecnologia dome, permitirá um tour visual de 360 graus, garantindo a visão completa da implosão. A principal visão proporcionada pela câmera será da frente da antiga Rodoviária, pela Av. Andrade Neves, tendo ao fundo o edifício Casarão. “Como a área de entorno será evacuada, por razões de segurança, a cessão das imagens e liberação para o acompanhamento será uma importante alternativa para os meios de comunicação,” destaca o secretário de Transportes, Gerson Luis Bittencourt. “Também é uma medida que vai evitar transtornos no entorno do prédio, durante o período da implosão”, lembrou o secretário. De acordo com o diretor da CIMCamp, João Carlos Fagundes, essa câmera foi uma entre as 17 primeiras instaladas em Campinas. “Durante a sua implantação, o ponto foi escolhido por ser uma área crítica. E, agora, a importância do equipamento soma não só as questões de segurança, quanto à do fator histórico, pela importância da demolição.” Serviço: Acompanhamento da implosão da antiga Rodoviária, a partir das 10 horas. Retirada de Cds, com as imagens gravadas, a partir das 12 horas até as 13 horas. Data: 28 de março – O acesso à Sala de projeção será permitido aos profissionais de imprensa, a partir das 10 horas. Local: Sala de Treinamento da EMDEC, à Rua Dr. Salles Oliveira, 1.028 – Vila Industrial.