Quem buscar uma vaga de estacionamento entre o Largo do Rosário e a Praça Carlos Gomes a partir desta segunda-feira, dia 16 de outubro, poderá contar com cerca de 30 novas vagas ativadas na rua General Osório. A Zona Azul Digital já está disponível na via, entre a r. Barão de Jaguara e a av. Anchieta, com tempo de permanência de uma hora e valor da tarifa em R$ 4 (fixa). A novidade, implantada pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), visa facilitar o acesso da população aos comércios e serviços disponíveis na região central. Desde a última terça-feira, dia 10 de outubro, seis faixas informam quem passa na região a respeito do estacionamento rotativo. Já a sinalização, com placas informando sobre as vagas, foi instalada no sábado, dia 14. No local, o estacionamento pela Zona Azul Digital acontece de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; e das 9h às 13h, aos sábados. As vagas foram disponibilizadas à esquerda da via. Vale destacar que, para usar o estacionamento, o uso do cartão digital é obrigatório. Para gerar o cartão, os motoristas devem baixar o aplicativo da Emdec, disponível gratuitamente nas versões Android (Google Play) e iOS (App Store). Nele, é preciso clicar no botão “Zona Azul Digital”, realizar cadastro e comprar créditos. Depois, é possível ativar o cartão digital, selecionando o veículo cadastrado, e confirmando, no botão “Estacionar”. Também há pontos de venda do cartão digital cadastrados na região, que podem ser conferidos no aplicativo ou no site da Emdec. No endereço www.emdec.com.br/zonaazuldigital é possível conferir todas as informações sobre o estacionamento rotativo. Sobre a Zona Azul Digital Atualmente, a Zona Azul Digital tem aproximadamente 1,8 mil vagas de estacionamento rotativo, nas regiões central e do Guanabara. Na região central, elas já estão disponíveis em trecho que compreende as vias Júlio de Mesquita, Dr. Moraes Salles, Irmã Serafina, Aquidabã, João Jorge, Andrade Neves, Orosimbo Maia, Anchieta e Barreto Leme. No Guanabara, atinge as vias do quadrilátero entre a av. Barão de Itapura e as ruas José Paulino, Prefeito Passos e Barão de Parnaíba (sem incluir esta última), a Praça Mauá e a rua Mário Siqueira.
Autor: Danielle Vasconcelos
Zona Azul terá vagas na Rua General Osório
Cerca de 30 novas vagas da Zona Azul Digital serão ativadas na segunda-feira, dia 16 de outubro, na rua General Osório. A novidade facilitará o acesso de carro ao comércio local, bem como serviços. O estacionamento rotativo será disponibilizado entre a r. Barão de Jaguara e a avenida Anchieta, ou seja, entre o Largo do Rosário e a Praça Carlos Gomes. A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) instalou seis faixas informativas nas imediações, na terça-feira, dia 10 de outubro, para comunicar a implantação das vagas. Já neste sábado, dia 14, a Emdec renovará a sinalização no local, com placas indicando as regras para uso do estacionamento rotativo. O tempo de permanência será de uma hora, e o valor da tarifa é fixo, de R$ 4. As vagas estarão disponíveis à esquerda da via, e demandarão uso obrigatório do cartão digital. O estacionamento pela Zona Azul Digital será realizado das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira; e das 9h às 13h, aos sábados. Cartão digital pode ser gerado em app ou em pontos de venda Para gerar o cartão, os motoristas devem baixar o aplicativo da Emdec, disponível gratuitamente nas versões Android (Google Play) e iOS (App Store). Nele, é preciso clicar no botão “Zona Azul Digital”, realizar cadastro e comprar créditos. Depois, é possível ativar o cartão digital, selecionando o veículo cadastrado, e confirmando, no botão “Estacionar”. Também há pontos de venda do cartão digital cadastrados na região, que podem ser conferidos no aplicativo ou no site da Emdec. No endereço www.emdec.com.br/zonaazuldigital é possível conferir todas as informações sobre o estacionamento rotativo. Sobre a Zona Azul Digital Atualmente, a Zona Azul Digital tem aproximadamente 1,8 mil vagas de estacionamento rotativo, nas regiões central e do Guanabara. Na região central, elas já estão disponíveis em trecho que compreende as vias Júlio de Mesquita, Dr. Moraes Salles, Irmã Serafina, Aquidabã, João Jorge, Andrade Neves, Orosimbo Maia, Anchieta e Barreto Leme. No Guanabara, atinge as vias do quadrilátero entre a av. Barão de Itapura e as ruas José Paulino, Prefeito Passos e Barão de Parnaíba (sem incluir esta última), a Praça Mauá e a rua Mário Siqueira.
Rua General Osório terá Zona Azul a partir da próxima segunda-feira (16/10)
Quem precisa acessar o Centro de Campinas de carro terá mais opções de vagas da Zona Azul Digital a partir da próxima segunda-feira, dia 16 de outubro. A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) ativará aproximadamente 30 novas vagas de estacionamento rotativo na rua General Osório, entre a r. Barão de Jaguara e a avenida Anchieta. O tempo de permanência será de uma hora, e o valor da tarifa é fixa, de R$ 4. As vagas estarão disponíveis à esquerda da via, com uso obrigatório do cartão digital para estacionamento, das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira; e das 9h às 13h, aos sábados. A novidade visa facilitar o acesso ao comércio e aos serviços localizados no entorno. A disponibilização das vagas começa após o cruzamento do Largo do Rosário. Para informar a população, seis faixas serão instaladas nesta terça-feira, dia 10 de outubro, nas imediações. A nova sinalização, com placas que detalham as vagas de estacionamento, será instalada pela Emdec no sábado, dia 14 de outubro. Atualmente, a Zona Azul Digital tem aproximadamente 1,8 mil vagas de estacionamento rotativo, nas regiões central e do Guanabara. Na região central, elas já estão disponíveis em trecho que compreende as vias Júlio de Mesquita, Dr. Moraes Salles, Irmã Serafina, Aquidabã, João Jorge, Andrade Neves, Orosimbo Maia, Anchieta e Barreto Leme. No Guanabara, atinge as vias do quadrilátero entre a av. Barão de Itapura e as ruas José Paulino, Prefeito Passos e Barão de Parnaíba (sem incluir esta última), a Praça Mauá e a rua Mário Siqueira. Cartão digital é acessado pelo aplicativo da Emdec Para gerar o cartão, os motoristas devem baixar o aplicativo da Emdec, disponível gratuitamente nas versões Android (Google Play) e iOS (App Store). Nele, é preciso clicar no botão “Zona Azul Digital”, realizar cadastro e comprar créditos. Depois, é possível ativar o cartão digital, selecionando o veículo cadastrado, e confirmando, no botão “Estacionar”. Também há pontos de venda do cartão digital cadastrados na região. Os estabelecimentos credenciados, assim como todas as informações sobre a Zona Azul Digital, estão disponíveis no site www.emdec.com.br/zonaazuldigital.
Semana da Criança: em Campinas, pequenos têm pouca segurança em carros
Com a proximidade do Dia da Criança, comemorado na quinta-feira, dia 12 de outubro, muitas são as possibilidades de presentes para os pequenos. Mas, em Campinas, um aparenta estar em falta: a segurança ofertada às crianças durante o transporte de carro. É o que aponta o estudo observacional “Fatores de risco em segurança viária em Campinas”, realizado pela Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, em colaboração com a Universidade de São Paulo (USP) e com o suporte técnico da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e a Secretaria de Transportes (Setransp). Segundo a pesquisa, na cidade, 59% das crianças com idade inferior a 5 anos utilizam dispositivos de retenção nos carros (bebê conforto e cadeirinha). No entanto, quando a idade analisada é a faixa dos 5 aos 11 anos, apenas 13% foram observados usando os dispositivos adequados. O presidente da Emdec, Vinicius Riverete, lembra que o uso dos dispositivos de retenção é obrigatório, e alerta pais e responsáveis para a necessidade de garantir a segurança das crianças. “Proteger os nossos filhos é uma forma de amar. É o melhor presente que podemos dar. As crianças são indefesas no trânsito, e precisam do nosso cuidado”, destaca. “É assim que elas também aprendem, desde cedo, a educação para o trânsito”. Utilizar corretamente os equipamentos pode fazer a diferença na vida dos pequenos. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que atua como escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para as Américas, o uso de sistemas de retenção para crianças é capaz de reduzir em 60% o número de mortes. Além dos riscos, vale lembrar que transportar crianças sem cumprir com as normas de segurança estabelecidas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) configura infração gravíssima, com multa como penalidade e a possibilidade de retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada, como medida administrativa. De janeiro a setembro de 2023, a Emdec registrou 635 autuações emitidas devido a este tipo de infração. Ou seja, uma média de mais de duas autuações por dia. Para mudar esta realidade de insegurança para os pequenos, além da fiscalização, a Emdec busca conscientizar os responsáveis por crianças e, também, ensinar os pequenos sobre a importância de usar os dispositivos corretamente. As informações são trabalhadas em diversas ações educativas como as duas campanhas anuais de “Volta às Aulas”, e em programas permanentes realizados nas escolas, como o “A gente aprende. Agente ensina”, o “Teatro de Fantoches” e o “Minicircuito”. Saiba quando usar bebê conforto, cadeirinha, booster ou apenas o cinto De acordo com a última atualização da “Lei da Cadeirinha” (Resolução Contran 277/2008), realizada com o novo CTB, em 2021, bebês de até um ano ou com peso de até 13 kg devem ser transportados com o bebê conforto; e crianças entre um ano e quatro anos, ou entre 9 e 18 kg, com a cadeirinha. Quando a idade é superior a quatro anos e inferior a sete anos e meio, e a altura da criança é de até 1,45 metro, o dispositivo correto é o assento de elevação (booster), aliado ao cinto de segurança de três pontos. Em todos esses casos, os dispositivos devem ser usados no banco traseiro do carro. Já os pequenos que têm entre sete anos e meio e dez anos, e que já alcançaram 1,45 metro de altura, podem usar apenas o cinto de três pontos, sem outro dispositivo, mas também somente no banco traseiro. Apenas crianças com mais de dez anos de idade e 1,45 m de altura podem ser transportadas no banco dianteiro do carro, usando o cinto de segurança de três pontos. Sobre o estudo “Fatores de risco em segurança viária em Campinas” Os dados foram coletados pela Johns Hopkins International Injury Research Unit com a USP em vias de Campinas, com a observação de fatores de risco. Os resultados representam a prevalência em nível populacional. Para avaliar o uso de cinto de segurança e dispositivos de retenção infantil, foram realizadas 26.283 observações em outubro de 2022, por um período de três semanas, em 15 locais selecionados aleatoriamente. As observações foram feitas das 8h15 às 17h30, em dias de semana e finais de semana.
Criador de semáforo sonoro é exemplo de empreendedorismo interno
Nesta quinta-feira, dia 5 de outubro, é celebrado o Dia do Empreendedor. O termo costuma ser associado a quem trabalha com um negócio próprio, mas também é possível empreender como funcionário de uma empresa. Este é o conceito do "empreendedorismo interno", ou “intraempreendedorismo”, capaz de trazer inovação às empresas, com ideias transformadoras de colaboradores. É assim que mentes inquietas e criativas fazem a diferença, como a de Paulo Eduardo Conde, coordenador de área no Departamento de Implantação e Manutenção de Sinalização Semafórica da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). Há 28 anos na empresa, foi ele quem teve a ideia de um sistema pioneiro no Brasil, para semáforos sonoros voltados a pessoas com deficiência visual. Com baixo custo de implantação, a tecnologia já foi inaugurada em 23 cruzamentos em Campinas, contribuindo para uma mobilidade com mais autonomia e qualidade de vida para as pessoas com deficiência visual. A ideia extrapolou os limites municipais, sendo também adotada pela Prefeitura de São Carlos. Em junho, uma comitiva do município esteve em Campinas para conhecer, in loco, o dispositivo. Em 10 de agosto, a tecnologia foi inaugurada na cidade do interior paulista, no cruzamento da rua General Osório, no “Calçadão da General”, com a rua Episcopal. Paulo Conde (ao centro, de crachá) apresenta semáforo sonoro a comitiva de São Carlos Solução reduziu vandalismo e facilitou acesso Paulo conta que o sistema que era usado anteriormente, disponível no mercado, era acionado por botoeira e tinha um som muito alto. “Muitas pessoas apertavam o botão, mesmo sem deficiência visual. Tinha muito caso de vandalismo. E o barulho incomodava quem morava na região”, lembra. Diante desta questão, Paulo tentou buscar uma solução para melhorar o atendimento a quem realmente precisava do semáforo sonoro. De início, surgiu a ideia de desenvolver sistema que usasse o celular. Mas para garantir mais acessibilidade e segurança aos usuários, a opção foi descartada. Depois, amadureceu o projeto para o uso da tecnologia bluetooth, que foi adotada no dispositivo, descartando a necessidade de uso de botoeira e facilitando o acesso ao semáforo sonoro. “Com isso, reduzimos a taxa de acionamentos aleatórios drasticamente. O som não perturba quem mora na região, e o sistema ficou mais ‘escondido’, diminuindo casos de vandalismo”, explica. No empreendedorismo interno, não basta haver a iniciativa do funcionário, é preciso que a empresa permita que as ideias floresçam. “Não somos inventores da profissão, mas podemos nos capacitar para conseguir desenvolver uma nova ideia. Neste caso, a minha equipe abraçou a ideia e ajudou na implantação”, destaca, explicando que a implantação em cada cruzamento é pensada de forma única pelo grupo, considerando as especificidades de cada local. Ele conta ainda que este suporte é fundamental para a manutenção do equipamento, realizado com vistoria mensal ou sempre que um usuário indica a necessidade. Como funciona o semáforo sonoro O semáforo funciona com a detecção da presença do usuário portador da tag, que tem sinal bluetooth. Ao identificar a aproximação, um sinal sonoro é emitido, indicando quando a travessia pode ser realizada. A estrutura do sistema também inibe o vandalismo, já que o dispositivo é instalado em caixas na parte superior das colunas semafóricas. Em Campinas, os usuários realizam cadastro prévio com o Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, que intermedia a distribuição das tags junto à Emdec. Participam do projeto pessoas com 100% de perda visual, que usam o transporte público coletivo com regularidade e circulam pelas regiões contempladas. Tecnologia começou a ser implantada em 2021 A ideia começou a ser desenvolvida em 2017, e em 2021, os semáforos sonoros pensados por Paulo começaram a ganhar as ruas de Campinas. Eles foram instalados em dez cruzamentos da avenida Francisco Glicério – desde o cruzamento com a Barreto Leme até o com a rua Cônego Cipião. Além deles, a tecnologia está disponível nas esquinas com as vias Benjamin Constant, Bernardino de Campos, General Osório, Dr. Campos Sales, Treze de Maio, Conceição, Ferreira Penteado e Dr. Moraes Salles. Os cruzamentos da Avenida Anchieta com as vias Benjamin Constant e Barreto Leme também contam com o dispositivo. Os locais foram escolhidos a partir do resultado de pesquisa de satisfação realizada com os primeiros usuários. Situados no entorno do Paço Municipal, os semáforos tornam o acesso à Prefeitura mais seguro para os seus usuários. Em outros três locais, os semáforos sonoros com detecção de presença foram instalados próximos às instituições parceiras do projeto, como o Instituto Campineiro dos Cegos Trabalhadores (ICCT), o Centro Cultural Louis Braille e o Instituto CPFL.
Prefeitura anuncia reforma do Terminal Mercado
A Prefeitura de Campinas anunciou na tarde desta quarta-feira, dia 04 de outubro, as obras de revitalização do Terminal Mercado. Durante o evento, o prefeito Dário Saadi assinou a Ordem de Serviço (OS) para o início das obras. O prefeito Dário Saadi lembrou que o município passa por uma série de obras para a revitalização do Centro, incluindo a reforma do Mercado Municipal. E destacou, no projeto do Terminal Mercado, a implantação de cobertura. “Sempre falei que me incomodava muito o terminal ao ar livre”, disse, afirmando que a reforma proporcionará mais segurança e conforto aos usuários do transporte público. “É importante a gente melhorar a qualidade dos nossos terminais”, defendeu. Os investimentos são da ordem de R$ 1.449.276,32, contrapartida da empresa Construtora Patriani. As obras começam no dia 13 de novembro. O prazo estimado para conclusão é de 120 dias. “O Terminal Mercado foi entregue no final da década de 1970. Esta reforma é algo histórico”, destacou o presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), ao apresentar o projeto. “As plataformas serão reformuladas e, com isso, vamos melhorar a qualidade da operação, principalmente e exclusivamente para o usuário do transporte público”, afirmou. O anúncio ocorreu na Sala Azul do Paço Municipal. Além do prefeito e do presidente da Emdec, o evento também contou com a participação do secretário de Transportes Fernando de Caires; do vereador e presidente da Câmara Municipal Luiz Rossini; do vereador Carlinhos Camelô; e do diretor regional da Patriani, Mateus Molines de Faveri. Também estiveram presentes representantes da concessionária Campibus e das cooperativas Cotalcamp, Altercamp; além de técnicos da Emdec. Obras As principais intervenções que serão realizadas no Terminal Mercado são: fechamento do terminal em duas etapas; implantação de duas entradas com bilheterias; reformulação de todas as plataformas, que ficarão mais espaçosas e confortáveis. O fechamento do terminal ocorrerá em duas etapas para minimizar os impactos aos usuários. Em cada etapa, uma parte do terminal será fechada, e as que atendem no espaço impactado serão remanejadas para ruas próximas. O Terminal Mercado também terá nova cobertura nas plataformas e nas duas entradas. Será construído banheiros para pessoa com deficiência, feminino e masculino, além de espaço família. Os banheiros existentes serão reformados. O espaço da área operacional da Emdec será reformado; e será construído um espaço para motoristas. O terminal terá piso podotátil em toda área. Haverá reformas na parte elétrica, hidráulica, drenagem e esgoto. O espaço ganhará paisagismo e nova comunicação visual. A estimativa de usuários que serão beneficiados com a reforma é de 18 mil por dia. O Terminal Mercado fica na rua Álvares Machado, 1.134, Centro. Confira, AQUI, a apresentação sobre o projeto de revitalização do Terminal Mercado. Linhas O Terminal Mercado é atendido por 21 linhas de ônibus. São elas: 230; 240; 241; 242; 244; 249; 250; 251; 252; 253; 254; 255; 256; 257; 260; 261; 263; 265; 265.1; 271; 273. O Terminal Mercado III, que fica ao lado do Mercado Municipal, é atendido pelas linhas: 312; 355; 368; 371.
Simulação com vítimas no Terminal Ouro Verde desperta curiosidade da população
Sirene tocando, enquanto era realizado atendimento de emergência a pessoas com convulsões ou em reanimação, e até uma gestante ferida, em trabalho de parto. O cenário de alerta chamou a atenção de quem passou pelo Terminal Ouro Verde na manhã desta terça-feira, dia 3 de outubro, quando foi realizado um simulado com múltiplas vítimas, envolvendo um ônibus. A ação foi promovida pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), em parceria com a escola técnica profissionalizante Dataway e a VB Transportes, e encerrou as atividades da Semana da Mobilidade Urbana (Semob) 2023, que realizou diversas atividades para a promoção da educação para o trânsito. “Este evento traz a prevenção ao sinistro (acidente) e o treinamento, pois aqui estamos capacitando os motoristas de ônibus, para saberem como agir diante de uma situação como esta; os agentes da mobilidade urbana, para cuidarem de todas as questões que envolvem um sinistro; e também os alunos do curso técnico de Enfermagem, com a oportunidade de trazerem para a prática o que aprendem na sala de aula”, salientou Débora Damasco, gerente da Divisão de Desenvolvimento Institucional da Emdec. A cabeleireira Marisa Prado voltava com a mãe do Hospital Ouro Verde e se surpreendeu com a atividade, que simulou um sinistro ocasionado por um mal súbito sofrido por motorista do transporte público, causando a colisão de um ônibus com passageiros. “Entrando no terminal para pegar o ônibus para casa, me deparei com a situação de simulação. Até então, achava que era tudo real”, contou. “Achei muito bom e importante. Nós precisamos de gente valente, que aprenda, para ajudar nesses casos”. Durante a ação, a população também foi orientada sobre como agir diante de situações de emergência, com a distribuição de folder com informações sobre primeiros socorros e atitudes seguras no trânsito e no transporte público. Esta foi a primeira experiência dos estudantes do curso técnico de Enfermagem da Dataway em um simulado fora da sala de aula. Para Natalia Rubia Mariano, coordenadora do curso, a ação foi desafiadora e intensa, e preparou os alunos para situações que eles viverão no dia a dia. “Além de capacitarmos a equipe da Emdec, porque quem chega primeiro no cenário é a Emdec. No simulado, tivemos uma vítima que teve uma parada dentro do ônibus. O pessoal da Emdec chegou, identificou a parada e iniciou a RCP (ressuscitação cardiopulmonar) até o socorro chegar. Se não houvesse a presença deles, seria um momento que o paciente estaria sem oxigênio, e isso levaria a danos para ele”, destacou. Motorista de ônibus há 22 anos, Erandir Pereira da Silva participou pela primeira vez de um simulado com vítimas. “É fundamental para a gente ter mais conhecimento”, disse. “Quando acontece um caso assim, precisamos manter a calma e verificar quem está ferido, para chamar o SAMU. Em seguida, vem o pessoal da Emdec para ajudar na sinalização, e a gente dar mais atenção aos passageiros, o que é fundamental. A segurança deles em primeiro lugar”, finalizou o profissional. Sobre a Semob 2023 A 2ª Semana da Mobilidade Urbana de Campinas (Semob) foi iniciada no dia 15 de setembro, e contou com mais de 20 eventos, que visaram cultivar a cultura de segurança viária em Campinas, para reduzir a ocorrência de sinistros e salvar vidas. Entre as ações realizadas, estão o lançamento da Campanha #Desacelera; blitze educativas voltadas para pedestres e motociclistas; passeio ciclístico; treinamento para forças de segurança sobre alcoolemia; e orientações sobre segurança no trânsito em instituições de ensino. A programação também contou com a abertura da consulta pública do Plano de Segurança Viária de Campinas, que norteará as políticas públicas de mobilidade urbana, tendo como objetivo central a redução dos óbitos e lesões no trânsito. Mais informações sobre a Semob estão disponíveis no hotsite www.emdec.com.br/semob. Criada pela Lei Municipal nº 11.387/2002, a Semana Municipal do Trânsito (Semutran) foi substituída pela Semana da Mobilidade Urbana (Semob), a partir da Lei Municipal nº 16.336/2022. A iniciativa promove anualmente ações de educação para a mobilidade, contemplando atividades previstas para a Semana Nacional do Trânsito, conforme o Artigo 326 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A programação contou com a parceria da Iniciativa Bloomberg para a Segurança Viária Global (BIGRS); as secretarias municipais de Comunicação, Cultura, Esportes e Lazer e Saúde; o Comitê Vida no Trânsito; as concessionárias CCR AutoBan, AB Colinas e Rota das Bandeiras; a Rede Mário Gatti; Hospital das Clínicas da Unicamp; Corpo de Bombeiros; o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e o 10SegRemoções; as Polícias Militar e Rodoviária; a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas); o Cicloativo; a Sanasa; além da EPTV e Rappi.
Terminal Ouro Verde recebe simulado com vítimas nesta terça-feira (03/10)
Como agir diante de uma situação de sinistro (acidente) de trânsito envolvendo ônibus, com vítimas? Para treinar motoristas do transporte público, agentes da mobilidade urbana e a população a saberem o que fazer em uma situação como essa, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) realiza, nesta terça-feira, dia 3 de outubro, às 9h30, um simulado com múltiplas vítimas no Terminal Ouro Verde. A ação encerra as atividades da Semana da Mobilidade Urbana (Semob) 2023. A atividade simulará um sinistro ocasionado por um mal súbito sofrido por motorista do transporte público, causando a colisão de um ônibus com passageiros. A ação será realizada na plataforma F, pela Emdec, com a parceria da escola técnica profissionalizante Dataway e a VB Transportes. Para interpretar as vítimas, estudantes do curso técnico de Enfermagem, da Dataway, usarão maquiagem para representar os ferimentos causados pelo sinistro. Alunos também orientarão motoristas, agentes da mobilidade urbana e a população presente sobre os procedimentos de primeiros socorros que devem ser adotados. Um folder sobre o simulado, com orientações, será distribuído durante a atividade.
Comitiva internacional conhece ações de segurança viária de Campinas
Estados Unidos, México, Argentina, Equador e Colômbia, além das capitais brasileiras São Paulo, Fortaleza, Salvador, Recife e Porto Alegre têm algo em comum com Campinas: todos têm iniciativas que buscam salvar vidas no trânsito. E para conhecer de perto a experiência campineira, uma comitiva com cerca de 35 especialistas destes locais, da Iniciativa Bloomberg para Segurança Viária Global (BIGRS), Vital Strategies e World Resources Institute (WRI) México e Brasil, participou de visita guiada pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), nesta quinta-feira, dia 28 de setembro. Os profissionais puderam conhecer o programa Revivacidade na rua Delphino Cintra, onde intervenções de urbanismo tático a favor do pedestre renderam à cidade o 1º lugar no Prêmio Parque da Mobilidade Urbana, na categoria “Iniciativa em favor da mobilidade ativa”, em junho. A implantação do programa contou com o apoio técnico da BIGRS e do WRI Brasil. No local, acompanharam a inauguração de painel informativo instalado pela Emdec na Praça Luiz Signorelli. Ele será atualizado mensalmente com a contagem do número de vítimas fatais, para alertar e conscientizar a população para a redução do índice. Em sua primeira visita a Campinas, Becky Bavinger, diretora de programas de saúde pública da Bloomberg Philantropies, lotada em Nova Iorque, disse estar animada com os projetos. “Na rua Delphino Cintra, por exemplo, a cidade transformou um espaço dedicado somente aos carros, e devolveu para as pessoas e pedestres que utilizam hospitais e clínicas da região. Eu vi uma senhora saindo de uma das clínicas e ela realmente tinha espaço protegido para voltar para o carro de forma segura”, avaliou, destacando que projetos como este contribuem para a mudança de cultura. “É ótimo ver esse tipo de liderança e investimento político em segurança viária. E agora, com a criação do Plano de Segurança Viária, nós sabemos que Campinas pode reduzir o número de mortos e feridos no trânsito”. Segundo o presidente da Emdec, Vinicius Riverete, as mortes no trânsito são uma preocupação comum a todas as grandes cidades do mundo. “Precisamos chamar a atenção da sociedade, dizer que precisamos de um trânsito com mais empatia, paciência, respeito às normas. E essas obras são necessárias para melhorar isso”, explicou. “Muitas vezes, as pessoas não entendem o objetivo, mas, com o tempo, a gente vai fazendo a sociedade pensar sobre isso, para atingirmos o objetivo de zero mortes”. A agenda dos visitantes começou pela manhã, quando o grupo acompanhou a abertura da consulta pública do Plano de Segurança Viária (PSV), no Instituto Agronômico de Campinas (IAC). Depois, embarcaram em um ônibus do BRT, rumo ao corredor Campo Grande. No caminho, puderam conferir painéis da campanha #Desacelera e as intervenções recém-concluídas na região do cruzamento entre a rua Tom de Araújo (marginal da avenida John Boyd Dunlop) e a avenida Prof. Mário Scolari, local que figurou na primeira posição no ranking de “50 Pontos Críticos” de acidentalidade de Campinas, mapeados pela Emdec. Eles também desembarcaram na Estação BRT Rossin, para conferir a faixa de pedestres com semáforo que foi implantada em 2022, próxima à rua Major Adolpho Rossin. A intervenção ocorreu devido à identificação de ponto de interesse de pedestres, em estudo e diagnóstico realizado pela Emdec com o apoio da BIGRS. De volta a Campinas após a primeira vinda, em abril de 2022, para a assinatura do acordo de cooperação entre Campinas e a Iniciativa Bloomberg, o coordenador do Programa de Segurança Viária da Vital Strategies, Dante Rosado, elogiou as ações implementadas desde então. “Campinas vem fazendo rapidamente algumas transformações e incorporando boas práticas”, avaliou. “A gente começa a perceber que a cidade está criando uma sinergia em torno do tema e envolvendo vários atores, e tem responsabilidade para a promoção da segurança viária. E isso vai ajudar a política pública a avançar, e alcançar o objetivo maior que é salvar vidas”.
Campinas recebe programa de educação para o trânsito em escolas
Diante de uma plateia de crianças ansiosas para conhecerem a novidade que chegava à Escola Estadual Professora Dora Maria Maciel de Castro Kanso, no Village Campinas, representantes da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) apresentaram a implantação piloto do “Programa Observatório Educa” na metrópole, nesta quarta-feira, dia 27 de setembro. A instituição é a primeira de cinco já cadastradas para a adesão à iniciativa, que, a partir de agora, tem inscrições abertas para escolas públicas e privadas, com vagas limitadas. O evento integrou a Semana da Mobilidade Urbana (Semob) 2023. Voltado à educação para a mobilidade urbana para estudantes do Ensino Fundamental (1º ao 9º ano), o programa inclui a disponibilização de materiais didáticos, formação de professores e acompanhamento pedagógico por meio de grupos on-line, além de encontros presenciais com observador certificado. Disponibilizada pelo ONSV, a iniciativa tem a Emdec como parceira na divulgação, organização da adesão das escolas de Campinas e apoio às instituições participantes. A parceria foi firmada em 2023, incluindo a Secretaria Municipal de Transportes (Setransp). “Estamos em onze estados com este projeto, atendendo a cerca de 300 mil alunos”, explicou Daniela Gurgel, relações institucionais do ONSV. Cerca de 5 mil professores já foram formados pelo país para a implantação do Programa Observatório Educa, em cerca de 660 escolas, espalhadas por aproximadamente 50 municípios. A última cidade a aderir ao programa foi Curitiba, em agosto. Com a realização do evento na instituição no Village Campinas, foi disponibilizada, no site da Emdec (www.emdec.com.br), uma página sobre o programa. Para acessar, é preciso clicar na seção “Educação” e, em seguida, no link “Programa Educa em Campinas”, no menu lateral à direita. Na página, instituições de Ensino Fundamental das redes pública e privada podem conhecer melhor a proposta e preencher formulário de credenciamento para demonstrar interesse em participar. A equipe de Educação da Emdec entrará em contato com os cadastrados. As vagas são limitadas. “Estimulamos que outras escolas participem”, ressaltou a gerente da Divisão de Divisão de Educação para Mobilidade Urbana da Emdec, Roberta Mantovani. Enquanto os alunos presentes recebiam o livro com o conteúdo que será ministrado nas atividades do programa, a chefe de Gabinete da Emdec, Giselle Normanha, destacou a importância da educação para o trânsito estar presente nas escolas: “Vocês estão um passo à frente para mudar todo o trânsito da cidade”, disse às crianças. A diretora da escola, Glaucia Cristiane Teixeira, ressaltou aos pequenos que eles podem compartilhar o conhecimento com suas famílias. “Como diretora, estou muito orgulhosa de termos um projeto piloto como este”, contou. Mais cedo, antes do lançamento, os alunos puderam brincar no Minicircuito de Trânsito da Emdec. Durante a atividade, levada à escola por educadores e agentes da mobilidade urbana que atuam na área de Educação da empresa, os estudantes simularam a experiência de circulação na cidade, aprendendo sobre comportamentos seguros.