Uma das principais vias do bairro Cambuí, a Avenida Júlio de Mesquita inicia-se na Rua Coronel Silva Telles e vai até a Avenida Dr. Moraes Salles. Em razão da configuração do Centro de Convivência, localizado ao longo do percurso, a Avenida deixa de ser reta e possui um formato peculiar, diferente das outras avenidas da cidade. Desde o início do século XX, ela já possuía casas de alto padrão. Porém, na década de 70, houve uma grande verticalização no local e hoje numerosos edifícios residenciais, amplos e luxuosos, competem com as casas remanescentes. A grande maioria das casas antigas foi tomada pelo comércio e hoje são lojas, bares e restaurantes. Em algumas, ainda bem conservadas, funcionam grandes bancos brasileiros. Centro de Convivência Cultural A Avenida possui uma riqueza histórica e cultural em sua extensão: a Praça Imprensa Fluminense, onde se localiza o Centro de Convivência Cultural. Antes de abrigá-lo, a praça era conhecida como Passeio Público de Campinas. O local foi construído entre 1876 e 1882 e inspirado no Passeio Público do Rio de Janeiro. O conjunto arquitetônico do Centro de Convivência foi projetado pelo arquiteto Fábio Penteado. As obras começaram em 1967, mas foram interrompidas pouco depois e retomadas em 1974, até a conclusão do complexo. A inauguração aconteceu em 9 de setembro de 1976. O espaço possui quatro edifícios em cruz, dos quais as partes superiores são arquibancadas para o Teatro de Arena, com capacidade para aproximadamente cinco mil pessoas. Há um teatro interno, com capacidade para 500 pessoas e um espaço para exposições de arte, além de um espaço próprio para a construção de um bar, atualmente denominado "Sala Carlos Gomes". Em 2004, a praça foi reurbanizada com a retirada de um estacionamento e a troca do piso antigo por blocos de concreto. Também houve a repintura das paredes do Centro e um novo projeto de jardinagem para os canteiros. Na praça há, também, o busto de Júlio de Mesquita, campineiro que foi presidente do jornal “O Estado de S. Paulo”, em 1891. Aos sábados e domingos, ocorre a feira de artesanato e de quitutes no local. City Bar, o ponto de encontro Para os admiradores de um bom petisco de boteco, na Júlio de Mesquita há uma preciosidade gastronômica. O City bar, famoso pelo bolinho de bacalhau, servido desde a década de 50. Segundo diz o slogan do próprio bar, “é o melhor bolinho de bacalhau do mundo”. O bar em si é pequeno e fica numa esquina bem em frente ao Centro de Convivência. Porém, o que torna o ambiente tão agradável, segundo os frequentadores, são as mesas (aquelas de propaganda de cerveja) dispostas em uma calçada bem larga, ao lado do bar. Principalmente às sextas, o local está sempre lotado. A estudante de artes visuais Carolinne Prado Cruz é frequentadora assídua do local e fã das tortas salgadas. “Elas são um caso a parte. O recheio é maravilhoso. Uma vez o garçom me disse que chegam a sair 700 delas por semana!”, conta Carolinne. No cardápio, existem mais de oitenta tipos de sanduíche. Uma das curiosidades é que se você inventar uma nova receita, o lanche fica batizado com o seu nome (ou o nome que você inventar para ele). A maioria dos profissionais que movimentam o City bar são jornalistas, mas passam por lá, também, artistas, estudantes, músicos, produtores culturais, professores e boêmios em geral. O estudante de jornalismo, Eric Rocha, frequenta o bar e adora o ambiente. “Não sei o motivo, mas jornalista se sente muito a vontade lá. Acho que é porque tem gente de todo tipo e na nossa profissão é muito bom ter esse contato”, brinca Eric. Também estudante de jornalismo, Augusto Nunes de Souza já perdeu as contas de quantas vezes foi ao City bar com a turma da faculdade. “A gente se diverte muito. Toda sexta tem sempre alguém que agita pra ir lá”, afirma Augusto. O bar fica aberto de segunda a sábado, a partir da 18h até o último cliente. O endereço é a Avenida Júlio de Mesquita 450, Cambuí. O telefone para contato é (19) 3252-5296. A História do Hospital Irmãos Penteado A Júlio de Mesquita possui, também, um renomado hospital que é referência não só para Campinas, mas para toda região metropolitana. A história do hospital começa em agosto de 1860. Com a nomeação do Padre Joaquim José Vieira, vigário da paróquia de Nossa Senhora da Conceição, neste ano foi lançada a idéia da construção de um Hospital de Caridade em Campinas para o atendimento a população mais pobre. O primeiro donativo para as obras do hospital foi dado por Antônio Manuel Proença e a Sra. Maria Felicíssima de Abreu Soares, viúva do Comendador Capitão Joaquim José Soares Carvalho, que, em nome da família, comprou o terreno. O Frei Eugênio de Rumilly, antigo professor do vigário, desenhou a planta do hospital. A pedido do Barão de Monte Mor, foi desenhada a planta da Capela de Nossa Senhora da Boa Morte, construída anexa ao hospital e custeada pelo próprio Barão para cumprir uma promessa. Em 15 de agosto de 1876, foi realizada a solene inauguração do hospital e da Capela anexa. A Irmandade administraria o hospital, o asilo de órfãs e a Capela. No dia seguinte, perante a Câmara Municipal, o Padre Joaquim Vieira fez a entrega do estabelecimento à Irmandade de Misericórdia, já organizada, cuja mesa administrativa compunha-se de 17 membros: provedor, mordomo, secretário, tesoureiro, procurador e 12 mesários. O Hospital, na data de sua abertura, contava com duas grandes enfermarias e apenas um médico. Em novembro de 1884, o externato recebeu a visita da Princesa Isabel. Já em 28 de outubro de 1888, foi a vez de D. Pedro II visitar a Santa Casa. Ele percorreu enfermarias e demais dependências e, notando a falta de limpeza do necrotério, sugeriu a construção de uma canalização para que o líquido que caísse dos cadáveres não manchasse o assoalho. Em 1889, a terrível epidemia da febre amarela fez inúmeras vítimas na cidade. Como consequência,
Autor: Priscila Nascimento
Andrade Neves: os bondes e a arquitetura
Quem olha a Avenida Andrade Neves nos dias de hoje, com todos os carros, ônibus e pedestres, não imagina que, no passado, quem tomava conta das ruas eram os bondes. Boa parte das linhas existentes em Campinas passavam pela Avenida, além de um bonde que fazia a ligação do município com o antigo Arraial de Sousas (hoje conhecido como distrito de Sousas). Até então, tudo estava a favor desse meio de transporte. Mas, as obras de construção de linhas de bondes não conseguiram acompanhar o crescimento urbano exacerbado nos anos 30. Além disso, nesta época, a crise energética tornava os bondes um serviço caro e os investidores, principalmente os estrangeiros, deixaram de aplicar os recursos financeiros neste meio de transporte. Aos poucos, o serviço perdeu a qualidade. Nessa brecha, os ônibus ganhavam espaço. Um dos fatores que contribuíram para a rápida difusão do uso de veículos automotores e, principalmente dos ônibus, foi a grande quantidade de caminhos rodoviários, a maioria ainda de terra, abertos entre 1920 a 1924, pelo então governador de São Paulo Washington Luís.Com isso, o cenário foi se transformando aos poucos e, em 1972, a cidade ganhou um terminal rodoviário para facilitar a vida dos habitantes. Antes, os embarques e desembarques eram feitos em pontos de rua. Com o terminal recém instalado no município, as viagens foram divididas entre ônibus e trens, que ainda eram muito utilizados pela população. Porém, na década de 80, a região em que ficava a FEPASA foi abandonada e a grande movimentação se resumiu aos passageiros de ônibus metropolitanos. Velha rodoviária A construção da Estação Rodoviária Dr. Barbosa de Barros, na Avenida Andrade Neves, no bairro do Botafogo, teve início em 1968. Em 1972, a estação foi inaugurada parcialmente; e obras restantes prosseguiram no local até 1976. A Prefeitura fez um acordo com a Maternidade de Campinas, para que ela cedesse o terreno para a construção da rodoviária, com direito de explorar o local por 20 anos. Durante sua existência, o terminal funcionou com muitas dificuldades. O prédio não era preparado para receber um grande número de pessoas; e, ao longo dos anos, operou acima da capacidade, entrando em colapso em vésperas de feriado, com o aumento da movimentação. No ano de 1994, o contrato com a Maternidade foi renovado até 1999, porém, já se discutia a necessidade de um novo terminal de passageiros. Em 2006, o prefeito Hélio de Oliveira Santos anunciou o projeto da nova rodoviária, localizada no terreno da FEPASA, próximo à antiga Estação Ferroviária de Campinas. As obras do novo terminal, batizado como Ramos de Azevedo, iniciaram em 2007 e foram concluídas em junho do ano seguinte. À meia-noite do dia 22 de junho de 2008, a rodoviária Barbosa de Barros foi oficialmente desativada e as linhas remanescentes transferidas para a nova rodoviária. Em 2010, Campinas assistiu à primeira grande implosão de um prédio público. O antigo terminal foi abaixo em 28 março de 2010, em apenas 5 segundos. Recordar é viver Mas os bondes não desapareceram de forma definitiva da paisagem da cidade. Desde 5 de novembro de 1972, no “Parque do Taquaral” recebeu uma linha turística de bondes, que percorre 3 km de extensão, em um passeio turístico pelo Parque. Quatro bondes elétricos foram preservados para esse fim. Esses veículos foram utilizados no sistema de transporte de Campinas no período de 1912 e 1968. Os bondes são de fabricação americana das marcas General Eletric e White Whestinghouse, fabricados entre 1895 e 1905. O passeio de bonde elétrico pode ser feito aos sábados, domingos e feriados no período das 10 às 18 horas. Um pedaço do passado Ainda existem na Avenida Andrade Neves muitos prédios históricos que sobrevivem em meio à modernidade. Alguns dos antigos casarões se transformaram em pensões populares e a antiga fábrica de fundição de ferro e bronze, Lidgerwood Manufacturing Company Limited, foi restaurada e tombada pelo CONDEPACC em 1990, passando a sediar o Museu da Cidade, dois anos depois. O Museu da Cidade, inaugurado em 3 de abril de 1992, foi criado para ser um Centro de Referência, com vocação para pesquisa e preservação da memória de Campinas, enfocando tanto o patrimônio material, quanto imaterial; ou seja, festas, danças, cantos, comemorações, entre outras manifestações culturais. Segundo a chefe de setor do Museu, desde 2001, Renata Urbach, o Museu da Cidade nasceu da junção de outros três museus existentes: Museu do Índio, do Folclore e Histórico. “O objetivo de integrar os acervos desses três museus era considerar suas diversidades culturais e suas produções, não separando o “folclórico” do histórico”, afirma. O acervo do Museu conta, atualmente, com cerca de 6 mil peças. Entre objetos e documentos variados, é possível encontrar, também, fotografias, documentos históricos, livros, objetos indígenas, material arqueológico, objetos que fazem referência à história da cidade de Campinas ou que fizeram parte do cotidiano da população. De acordo com Renata, o museu não recebe exposições de outras instituições. “Procuramos montar exposições com objetos de nosso acervo. Em 2009 tivemos uma exposição muito interessante sobre a Revolução Constitucionalista de 1932”, conta. Ela ainda compartilha uma curiosidade. “O edifício da antiga fundição Lidgerwood, que abriga o Museu, esteve prestes a ser demolido em 1987. Foi a mobilização da sociedade civil que impediu”, relata. Para os interessados, o Museu da Cidade fica aberto de terça à sexta, das 9 às 17 horas e, aos sábados, das 9 às 15h30. Nos domingos e feriados, ele não funciona. Hospital Penido Burnier Outro prédio antigo instalado na Avenida Andrade Neves é o do Instituto Penido Burnier. Foi em 1907, que o Dr. João Penido Burnier fez sua primeira viagem de estudo a Paris, onde já formado, idealizou seu Instituto no Brasil. Em 1910, ao se estabelecer em Campinas como médico da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, vislumbrou a aproximação de seu grande sonho, o Instituto Oftálmico de Campinas, que fundou em 1920, e que recebeu o nome de Instituto Penido Burnier, em 1923. O principal edifício de seu conjunto arquitetônico tem 7 andares, localizado na
Caminhada Ecológica terá apoio da EMDEC, no domingo
A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) apoiará, neste domingo, dia 2 de maio, a 7ª Caminhada Ecológica de Sousas e Joaquim Egídio, organizada pela Secretaria de Turismo de Campinas. O evento, no período das 9 às 13 horas, se realizará nos respectivos distritos e e permitirá aos participantes momentos de lazer e saúde, em meio a paisagens e áreas verdes. A saída será na Praça Dr. Cássio Menezes Raposo do Amaral – junto ao Posto de Informações Turísticas “Elvino Silva Filho” – atrás da Guarda Municipal, à Rod. Heitor Penteado, s/nº. Na sequência, os participantes deverão seguir pela antiga Estrada do Bonde (caminho de terra), chegando, finalmente, na Estação Ambiental, à Rua Manuel Saturnino Amaral, na altura do número 19, em Joaquim Egídio. A distância do percurso será de 6 km, com bloqueios momentâneos, que serão liberados de acordo com a passagem dos participantes. Agentes da Mobilidade Urbana estarão nos locais para fazer as intervenções necessárias e ampliar a segurança do evento.
Benjamin Constant, uma notável avenida
Reunindo arte, cultura, literatura e religiosidade em seus dois mil metros de extensão, a Avenida Benjamin Constant atravessa toda a região central, tendo início na Rua Dr. Ricardo e término na Rua Coronel Quirino, no Cambuí. A sua importância ainda é reforçada pelo fato de ser cortada por importantes avenidas como a Avenida Anchieta, a Rua Irmã Serafina e a Avenida Senador Saraiva. Todas essas avenidas dotadas de Estações de Transferência, que recebem público estimado de 96 mil usuários do transporte público, evidenciando o papel fundamental de acesso que a antiga “Rua do Caracol” exerce. Rua do Caracol? Antes de sua atual denominação, já no ano de 1848 a nomenclatura de “Rua do Caracol” estava oficializada. Os campineiros deram este apelido porque a Avenida era uma rua torta que, como o famoso molusco, ora se estreitava, ora se alargava. Além disso, possuía um alinhamento irregular, consequência das improvisações de um arruador da época, chamado Francisco Pereira Pires. No ano de 1956, devido ao plano de urbanismo projetado pelo engenheiro Prestes Maia, Campinas sofreu uma grande transformação na parte central. O progresso que se instalava motivou o prefeito da época, Rui Helmeister Novaes, a desapropriar e demolir prédios antigos com o intuito de mudar a fisionomia da cidade. A Benjamin então, que antes era uma rua pequena, graças a essas modernizações, transformou-se em uma avenida de maior largura; e, hoje, está preparada para receber um grande fluxo de veículos. As riquezas da Benjamin Além da importância para o trânsito, a Avenida guarda importantes prédios culturais da nossa cidade como a Biblioteca Municipal “Ernesto Manoel Zink” e o Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti” (MACC). Ambos situam-se, desde 1976, em um edifício anexo ao Palácio dos Jequitibás, sede da Prefeitura de Campinas; o térreo abriga o MACC e, no piso superior, fica a Biblioteca. O terreno foi uma doação de Roque Melilo, empresário e mecena da época. O MACC – Museu de Arte Contemporânea de Campinas O MACC foi fundado em 1° de setembro de 1965 com a realização do 1° Salão de Arte Contemporânea de Campinas. O Museu era uma antiga reivindicação de intelectuais e artistas campineiros envolvidos com o movimento contemporâneo nas artes plásticas. A princípio, localizava-se no antigo edifício da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), na Avenida da Saudade. O museu possui um acervo de aproximadamente 550 peças e, entre elas, é possível encontrar pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e instalações de importantes artistas como Cândido Portinari, Lasar Segal, Egas Francisco, Biojone, entre outros. Segundo o curador do MACC, Fernando de Bittencourt, o museu opta, atualmente, por duas formas de incorporação de obras em seu acervo: doações e premiações. “As doações para o museu são analisadas tecnicamente pela diretoria da instituição e, em casos excepcionais, por especialistas independentes. Depois da avaliação e aprovação, é realizado o tombo da obra”, explica Bittencourt. Em 2010, o MACC completa 45 anos de existência e eventos importantes fazem parte de sua história. “O MACC já abrigou uma exposição de Salvador Dalí, Mostra do Acervo da Pinacoteca do Estado, Salões de Arte de Campinas, entre outros”, lembra o curador. A Biblioteca Pública Municipal “Professor Ernesto Manoel Zink” Em 15 de setembro de 1946, foi inaugurada a Biblioteca Municipal de Campinas pelo Grêmio da Escola de Biblioteconomia da Universidade Católica, hoje, PUCCAMP, tendo à frente a Sra. Laura Bierrenbach de Castro Vasconcelos, o professor Ernesto Manoel Zink e diferentes setores da Sociedade. Mas, foi somente em 15 de setembro de 1971, pelo Decreto nº 3911, do prefeito Orestes Quércia, que a biblioteca recebeu o nome de Biblioteca Pública Municipal “Professor Ernesto Manoel Zink”. O chefe da Biblioteca, João Henrique Cuelbas, diz que ela possui, aproximadamente, 12 mil usuários cadastrados e, cerca de, 68 mil livros. Entre estes livros, é possível encontrar um rico acervo de obras raras, incluindo livros do ano de 1800. “Além dessas obras possuímos um acervo com obras de autores campineiros que abordam temas como personalidades campineiras e a história de Campinas”, ressalta Cuelbas. A Biblioteca conta também com um acervo para deficientes visuais com mais de 750 livros em Braile e por volta de 200 em áudio. A assistente da Biblioteca em braile, Eliana Cabral Mendes, 40, deficiente visual, conta que lá podem ser encontrados livros clássicos como “O tempo e o vento”, obras de Machado de Assis, livros de direito, além da descontraída coleção de Harry Potter. “Possuímos aproximadamente 150 cadastros e um público de 30 pessoas que freqüentam regularmente o local”, informa Eliana. Projeto Leitura em movimento A Biblioteca conta também com o “Projeto Leitura em Movimento – Ônibus-biblioteca”, que tem o objetivo de incentivar a leitura aos moradores de bairros periféricos de Campinas, ampliar o acesso a essa população e a oportunidade de usufruir de uma biblioteca, além de identificar possíveis regiões para a implantação de bibliotecas públicas. O Projeto teve início em 2001, fruto de uma parceria da Prefeitura de Campinas com a PUC Campinas, a FAPESP e a TRANSURC. Foi realizada uma pesquisa nos bairros da cidade para a identificação, distribuição de leitores e seus interesses de leitura. A partir dos resultados, dois ônibus foram adaptados para serem bibliotecas itinerantes e um acervo foi gerado para que os usuários pudessem usufruir do Projeto. Todos os dias úteis, cada ônibus visita dois bairros, totalizando 42 bairros a cada quinze dias. Os bairros selecionados estão localizados na região da periferia de Campinas, onde há uma grande carência de espaços culturais. Os ônibus estacionam nos bairros, privilegiando pontos de maior movimento como postos de saúde, mercados, padarias, associação de bairros e igrejas. Para saber os bairros que o ônibus visita e outras informações, acesse o site:http://2009.campinas.sp.gov.br/cultura/bibliotecas/projetos/leitura_movimento/. Capela Nossa Senhora da Boa Morte A capela da Santa Casa de Misericórdia de Campinas foi construída por José Bonifácio de Campos Ferraz, Barão de Monte-Mor, que nasceu em Campinas e foi batizado no dia 14 de março de 1815, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição (Matriz Velha, atual Basílica
No domingo, Sacramento bloqueada para obras
A Rua Sacramento, na região central, será interditada neste domingo, dia 25 de abril, no trecho entre as ruas 14 de Dezembro e Marechal Deodoro. O fechamento da via será feito das 8h às 17h e permitirá que a Sanasa realize serviços na rede de água existente no local. Com o bloqueio, a opção de desvio para os motoristas será pelas ruas Marechal Deodoro, Luzitana e 14 de Dezembro. Agentes da Mobilidade Urbana vão apoiar os serviços e sinalizar a interdição.
EMDEC monitora Corrida da Longevidade, no domingo
Com o objetivo de ampliar a segurança dos atletas que irão participar da Corrida e caminhada da Longevidade 2010, neste domingo, dia 25, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) preparou uma operação especial para o monitoramento do trânsito na região. A atividade, com largada prevista para as 8h15, será realizada na Praça das Bandeiras, na área interna da Lagoa do Taquaral. Ela contará com uma caminhada na pista interna do local e com uma corrida de 6 km, com saída e chegada pelo portão 5 (Auto Lanche Paladar) da Lagoa. O trajeto prevê uma volta completa no entorno da Lagoa do Taquaral e da Praça Arautos da Paz. A previsão é que mil pessoas participarão da corrida e 2 mil da caminhada. Agentes da Mobilidade Urbana estarão na região para sinalizar os bloqueios necessários à realização do evento e orientar motoristas e pedestres sobre rotas alternativas durante a prova.
Via do São Quirino bloqueada para obras
A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) realizará o bloqueio da Rua Moscou, entre as ruas José Ramon Aboim Gomes e Edgard Segaglio, a partir desta terça-feira, dia 20 de abril. O bloqueio, válido para o período entre 8 e 17 horas, se estenderá até o próximo dia 5 de maio e será necessário para a implantação de um emissário de esgoto na via. Durante o período de interdição, os motoristas poderão usar como desvio as ruas José Ramon Aboim Gomes e Edgard Segaglio. Agentes da Mobilidade Urbana estarão no local para orientar os motoristas, monitorar o trânsito e fazer as intervenções necessárias.
Agentes monitoram caminhada do Rio Branco
A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) disponibilizará seis agentes da Mobilidade Urbana para monitorar mais uma edição da “Caminhada do Colégio Rio Branco”, neste sábado, dia 10 de abril. O evento deverá reunir cerca de 300 participantes entre pais, alunos, funcionários do Colégio e a comunidade de Barão Geraldo. A concentração para a caminhada será feita na Rua Antônio Zaine, em frente ao Colégio, a partir das 8 horas, e o início do evento acontecerá às 9 horas. O percurso da caminhada inclui a passagem pela Rua Catarina Vicentin, avenidas Oscar Pedroso Horta, Érico Veríssimo e Romeu Tórtima, além da Rua Cecília Zogbi, último trecho antes do retorno ao Colégio. Os agentes da Mobilidade Urbana vão promover bloqueios momentâneos nas vias que integram o percurso. Eles serão desfeitos após a passagem dos participantes. A previsão da EMDEC é que a caminhada estará concluída às 11h30.
EMDEC monitora, neste domingo, Corrida Delta
Com o objetivo de ampliar a segurança dos atletas que irão participar da “Corrida de rua Circuito Delta”, neste domingo, dia 11 de abril, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) preparou uma operação especial de trânsito para monitorar o evento. A largada será dada às 8 horas na Rua Dona Luiza de Gusmão. Em seguida, os atletas seguirão pela Rua Vital Brasil, passando por toda a extensão da Avenida Dr. Heitor Penteado, concluindo o percurso na Rua Dona Luiza de Gusmão. A prova deverá reunir 3 mil atletas, que poderão participar de provas de 5 km e 10 km – esta prova será realizada com duas voltas no circuito. A previsão da EMDEC é que a operação será concluída por volta do meio dia. Agentes da Mobilidade Urbana vão acompanhar a corrida até o final e farão as intervenções necessárias para garantir a fluidez do trânsito na região.
Via do Vila Nova fechada para obra da Sanasa
A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) bloqueia nesta quinta-feira, dia 8 de abril, a Rua São Bento, entre a Rua Baronesa Geraldo de Rezende e o balão da Praça da Nossa Senhora das Graças, no bairro Vila Nova. A intervenção, no período das 8 às 12 horas, será necessária para que a Sanasa execute os serviços de reparo na rede de esgoto localizada na via. Os motoristas poderão usar como desvio a Avenida Monsenhor Jerônimo Baggio e as ruas João de Deus, Maestro Elias Lobo e Oswaldo Cruz. Agentes da Mobilidade Urbana estarão nos locais para orientar os motoristas, monitorar o trânsito e fazer as intervenções necessárias.