Coreto, chafariz, playground, monumentos e feira de artesanato. Localizado entre as ruas Barão de Jaguara e Duque de Caxias, e avenidas Francisco Glicério e Aquidaban, o Largo do Pará tem 10 mil metros quadrados abertos ao entretenimento para todas as idades. As crianças podem brincar no parque com toda a segurança, enquanto seus pais aproveitam a tranquilidade da praça para se distrair e passear. O playground conta com balanço, gangorra e escorregador, cercados para a proteção dos pequenos. A terceira idade também tem espaço garantido no Largo do Pará. Um exemplo é o Grupo Renovação, que reúne cerca de 30 idosos na praça, com atividades como ginástica e caminhada, há mais de oito anos. O grupo tem orientação de um profissional de Educação Física. Para a professora Drieli Lopes, o contato com o ar livre faz toda a diferença. “Fazer a atividade física aqui na praça deixa os alunos mais animados e descontraídos, os exercícios fluem melhor”, conta a professora. Na opinião de Wilma Piva, 79, o grupo usa a praça porque ela está bem localizada. “A praça fica bem no Centro, e tem fácil acesso”, conta a aposentada. E para a distração dos adultos, o Largo do Pará conta com uma feira de artesanato durante a semana, das 8 às 17 horas, organizada pela Secretaria Municipal do Trabalho e Renda. Maria Roseli Santos, organizadora da feira, contou que o público da cidade aprova e elogia a organização. “Muitas pessoas descobrem por acaso, quando estão caminhando pela praça. É bom para nós que estamos vendendo, porque o movimento aqui é muito grande”, afirmou. As mudanças do Largo do Pará Na segunda metade do século XIX, a população da cidade cresceu muito, principalmente depois da implantação do parque ferroviário. Na época, o Córrego do Tanquinho fazia parte da rede de cursos de água que ajudou a população na ocupação e no desenvolvimento da cidade. As águas seguiam passando pelas Ruas Barão de Jaguará e Avenida Anchieta, e desaguavam na altura da Avenida Orosimbo Maia. Com o crescimento da população e a aproximação da malha urbana, a área teve de ser canalizada, pois os córregos eram vistos como barreiras para o desenvolvimento e sempre inundavam as áreas do entorno. Com a epidemia da febre amarela (de 1889 a 1896), o poder público decidiu realizar um projeto sanitarista, drenando pântanos e canalizando córregos. O plano previa ainda o aproveitamento das nascentes para o abastecimento da cidade. O Largo do Pará era na época um jardim. Ele recebeu um passeio e canteiros de plantas em 1899, e um coreto em 1901, que permanece no local até hoje. Em 1933, a praça ganhou um chafariz. Atualmente, o córrego está canalizado exatamente sob o Largo do Pará. Mas porque Largo do Pará? O nome “Pará” foi dado pela Câmara Municipal, em 1896. A homenagem fica por conta da cidade onde morou e faleceu o maestro Carlos Gomes, que foi destaque no cenário musical. Por ocasião do Bicentenário do Café, em 1927, a praça recebeu um monumento que marca Campinas como o mais importante centro produtor de café do país. Em 1930, o local ficou conhecido como Praça João Pessoa. E no final da década de 40 como praça da "Independência". Mas logo voltou a sua denominação original e definitiva de Largo do Pará.
Autor: Marília Varoni
Museus são opções de lazer no feriado de Corpus Christi
A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) ajuda a população a conhecer a história de Campinas, ao facilitar o acesso aos museus da cidade com o transporte público e o Bilhete Único, usando o Sistema de Informação ao Usuário (SIU). Entre as principais opções de museus, estão o Museu Carlos Gomes, na Rua Bernardino de Campos, nº 989, Centro; o Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti” (MACC), na Rua Benjamim Constant, n° 1633, Centro; e o Museu de Imagem e Som (MIS), que fica no Palácio dos Azulejos, na Rua Regente Feijó, nº 859, Centro. O Museu Carlos Gomes reúne objetos pessoais e instrumentos do compositor que projetou Campinas no cenário mundial, preservando a obra da família que deu início ao ensino da música na cidade. O Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti” (MACC) tem exposições permanentes ao longo do ano e realiza atividades artístico-culturais, oferecendo agendamento para visitação de escolas, pesquisadores, professores e público em geral. O Museu da Imagem e do Som (MIS) preserva o acervo de memória audiovisual de Campinas, incluindo vídeo, áudio, fotografia, música, cinema, objetos tecnológicos e educação patrimonial. Promove gratuitamente debates e exibições de filmes, além de exposições. Aproveite o feriado e acompanhe exposições nesses museus: Quem passar pelo MIS poderá conferir a Exposição Fotográfica “Cidades Invisíveis”, de Carolina e Juliana Engler, que fica em cartaz até o dia 05 de junho, das 10 às 18 horas. Já no MACC, a Mostra dos Trabalhos de Artes Visuais da Unicamp – Gramatura 32, pode ser visitada até o dia 20 de junho, das 9 às 13 horas. Acesse o Sistema de Informação para chegar Para saber qual linha usar para chegar aos museus, é só acessar o site da EMDEC, no endereço www.emdec.com.br. O Sistema de Informação (Horários e Itinerários de ônibus) está localizado na página principal, abaixo da ferramenta de busca. Ele permite identificar as linhas que o usuário tem à disposição, a partir de informações como ponto de origem e destino. Além disso, a ferramenta oferece ao usuário a relação de horários das viagens, especificando quais delas são feitas com veículos acessíveis, e quais os pontos de parada que ele deverá utilizar para acessar sua linha. Mesmo que o usuário não saiba informar qual o endereço exato do seu destino, a pesquisa ao Sistema de Informação será garantida selecionando pontos de referência, como escolas, faculdades, hospitais, postos de saúde, shopping centers, cinemas e teatros, entre outros. Encontrar o caminho para os museus é simples. Basta digitar o ponto de saída no campo “Local de Origem”, e depois selecionar em “Local de Destino” as palavras “CULTURA – Museu” no campo “Tipo de Local”. O sistema vai gerar as opções de museus em Campinas, e aí é só escolher. Confira as linhas que levam você para o Museu de Carlos Gomes: -3.40 – Jardim Tamoio -3.45 – Jardim Carlos Lourenço / Estação Cidade Judiciária -3.46 – Jardim Carlos Lourenço -3.60 – Proença / Castelo -3.64 – São Fernando / Vila Miguel Vicente Cury -3.67 – Jardim Baronesa Linhas para o Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC): -2.30 – Ipaussurama -2.40 – Jardim Garcia -2.44 – Vila Teixeira -2.49 – Parque dos Eucaliptos -2.65 – Padre Anchieta -2.71 – Jardim Pacaembu -3.31 – Rodoviária -3.57 – Rodoviária -3.62 – Parque Brasília / Via Taquaral -3.81 – Shopping D. Pedro / Shopping Iguatemi -3.86 – Rodoviária / Cambuí E as linhas que dão acesso ao Museu de Imagem e Som: -1.17 – DIC VI -1.21 – Terminal Ouro Verde -1.31 – Terminal Vida Nova -1.35 – Jardim Filadélfia -1.61 – Souza Queiroz -1.62 – Jardim Paulicéia -1.90 – Jardim São Domingos -1.92 – Vila Diva -2.12 – Terminal Itajaí -2.29 – Jardim Florence II -2.64 – Vila Padre Anchieta -3.16 – Parque Cidade -3.30 – Unicamp -3.33 – Terminal Barão Geraldo -3.90 – Joaquim Egídio -3.96 – Sousas -4.13 – Jardim São José
Rua Santa Cruz: dos tempos da indústria aos dias de lazer
A Rua Santa Cruz concentra um recanto natural da cidade. Localizada no Cambuí, ela se destaca em meio ao movimento de carros e pedestres pela intensa arborização, proporcionando às pessoas contato direto com a natureza. Pela manhã, a praça XV de Novembro, localizada nessa via, é tomada por pessoas em busca de lazer e bem-estar. O ambiente é ideal para caminhadas e passeios. A praça conta também com um parque para as crianças, que podem se divertir com total segurança. O destaque da praça fica por conta dos flamboyants, dois deles, árvores centenárias. As primeiras sementes dessa árvore foram trazidas da França para a cidade por João Bierrembach, um importante comerciante da época. Primeiro, ele as plantou em sua chácara, e depois na praça. Hoje, o local é tomado não só pelos flamboyants, mas por vários tipos de árvores. A praça é considerada um agradável ponto de encontro desde 1800. Nos tempos dos bandeirantes, ela era conhecida como o pouso de Santa Cruz, e oferecia abastecimento e descanso para os viajantes. Para agradá-los, um “pouso real” foi construído no local. Era uma estrutura feita em taipa de pilão, para compor a infraestrutura necessária ao intenso trânsito de pessoas e produtos agrícolas, que eram transportados em lombo de burro ou carros de boi, entre os sertões e as vilas paulistas. Com o tempo, o comércio de suprimentos e serviços para as tropas (como celeiros, ferreiros e artífices) foi se desenvolvendo na região, transformando-a em uma das melhores paradas da Estrada dos Goiases. O pouso é, inclusive, considerado uma das três campinas que deu origem à cidade. Passando por ele, os viajantes tinham a opção de saídas para Minas Gerais, para o Alto Goiás e Mato Grosso. O pouso foi demolido em 1868, quando oficinas e fábricas começaram a tomar conta do local. O desenvolvimento industrial As primeiras indústrias de Campinas se instalaram na região do Largo da Santa Cruz. Os irmãos Bierrembach, donos de indústrias de máquinas agrícolas, trabalhos em fundição e fábrica de chapéus na região, empregavam mais de 300 pessoas. Também foram instalados estabelecimentos comerciais do ramo alimentício, vendidos no atacado; de serviços, com oficinas destinadas aos tropeiros, suas tropas e suas carroças; e botequins e depósitos de bebidas vindas dos diversos engenhos próximos. Pinga já deu nome à rua Curiosamente, a Rua Santa Cruz já foi conhecida como “Rua da Pinga”. Por volta de 1800, a cidade de Campinas era destaque na produção de cana de açúcar. A rua tinha muitos botecos, responsáveis por um intenso comércio da bebida para viajantes, tropeiros e comboeiros de escravos. O espaço da praça reunia os viajantes em festas, tanto as profanas quanto as religiosas, celebradas em torno do cruzeiro. Com muita viola e catira, a fama do bairro ficou por conta das mulheres e da pinga dos alambiques locais. Houve até uma época em que os blocos carnavalescos se formavam na então Rua da Pinga; e daí seguiam pelas ruas Luzitana e Dr. Quirino, até o Centro da cidade. Com a instalação de indústrias na região, a população local aumentou; e foram construídas no bairro muitas casas de operários. O aumento de famílias morando no local, gradativamente, deu à rua características residenciais. Então, em 1872, a via passou a se chamar “Rua Santa Cruz”, por causa da capela localizada em frente à praça. A capela mais antiga de Campinas Não se sabe ao certo quando foi construída a capela de Santa Cruz. Por esse motivo, acredita-se que ela seja a igreja mais antiga de Campinas. Quando a notícia da descoberta do ouro se espalhou pelo Brasil, no início do século XVIII, os viajantes começaram a usar o pouso real para descanso e abastecimento. Naquela época, a capela já existia. Hoje, discreta e simples, ela fica oculta pelo muro e portão que a protegem, mas recebe normalmente os munícipes para missas e festas religiosas. Desde 1871, a capela de Santa Cruz tem como padroeira Nossa Senhora do Monte Carmelo. Entre o bem e o mal A Praça da Santa Cruz também já foi conhecida como Largo da Forca. A primeira morte de um escravo em público aconteceu ali, próximo onde fica o ponto de Táxi da Santa Cruz. Com o nome Elesbão, o escravo foi enforcado e esquartejado, por ter assassinado seu dono, o capitão Luiz José de Oliveira. Conta a história que, em 20 de maio de 1831, ele foi assassinado por escravos fugidos de sua fazenda, que viviam em um quilombo. Porém, os escravos que ajudaram Elesbão o denunciaram às autoridades; e foi considerado o responsável pelo crime. Narciso, outro escravo que teria ajudado no assassinato, foi executado no dia 24 de maio de 1833. Elesbão estava foragido, mas sempre alegando sua inocência. Em 1835, foi capturado por capitães do mato e teve sua pena de morte decretada. Para a execução, a forca foi erguida ali, porque o lugar era considerado ponto de saída da cidade. Elesbão foi enforcado e esquartejado após um cortejo pelas principais ruas da cidade, que saiu da Igreja do Carmo, passou pelo Largo do Rosário, e só depois para a Praça de Santa Cruz. O corpo esquartejado ficou exposto ao público, pois as autoridades tinham intenção de mostrar para a população qual seria o castigo dos escravos que desobedecessem a seus donos. Esse acontecimento, em dezembro de 1834, fez com que a praça ficasse por um tempo conhecida como “Largo da Forca”. Praça rebatizada Em 1889, com o advento da Proclamação da República, os vereadores sugeriram que o nome da praça mudasse para “Praça XV de Novembro”. A maioria da Câmara era composta por republicanos, e Campinas já era destaque por sua participação política. As comemorações do evento aconteceram na casa do advogado Pedro de Magalhães, que se destacava como abolicionista republicano. A leitura da proclamação da República para a população foi feita da sacada do prédio da Câmara Municipal. Fontes: “Ruas da Época Imperial”, Edmo Goulart Secretaria de Cultura de Campinas Apoio à pesquisa: Wagner Paulo Santos
Maternidades: veja como chegar, usando o transporte público
Campinas conta com hospitais maternidades que são centros de referência não só para a população residente, mas também para toda a Região Metropolitana. Entre as principais opções estão o Hospital e Maternidade Dr. Celso Pierro (PUCC), Maternidade de Campinas, Madre Theodora e Centro de Atenção Integrada à Saúde da Mulher (CAISM- Unicamp). Para facilitar o acesso a esses equipamentos de saúde, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) disponibiliza um Sistema de Informação ao Usuário (SIU), que mostra como chegar às maternidades, utilizando o transporte público e o Bilhete Único. A Maternidade Celso Pierro fica na Avenida John Boyd Dunlop, s/n, no Jardim Ipaussurrama. Já a tradicional Maternidade de Campinas fica na Avenida Orosimbo Maia, nº 165, no Centro. O diferencial é o Berçário Virtual, que disponibiliza as primeiras imagens dos recém-nascidos no site da Maternidade. A região Norte da cidade conta com duas opções. Uma é a Maternidade Madre Theodora, na Rua José Geraldo Cristóforo, nº 175, no Parque das Universidades. Outra alternativa é o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM), que fica dentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Todos os ônibus do Sistema InterCamp contam com assentos preferenciais para gestantes e mães com crianças de colo, tornando a viagem mais segura e confortável. Acesse o Sistema de Informação para chegar É possível saber qual linha usar para chegar nas maternidades da cidade pelo site da EMDEC, no endereço www.emdec.com.br. O Sistema de Informação (Horários e Itinerários de ônibus) fica na página principal do site, logo abaixo da ferramenta de busca. Com ele, o usuário pode identificar pelo menos uma das linhas para o destino desejado, a partir de informações básicas como o ponto de origem e destino. Essa ferramenta é uma das mais modernas disponíveis para sistemas de informação. Também oferece ao usuário a relação de horários das viagens, especificando as que são feitas com veículos acessíveis e os pontos de embarque/desembarque das linhas. Mesmo que o usuário não saiba informar qual seu endereço de destino, a pesquisa ao Sistema de Informação fica garantida a partir da seleção de pontos de referência como escolas, faculdades, hospitais, postos de saúde, shoppings, cinemas e teatros, entre outros. Tendo como destino alguma maternidade, basta colocar o ponto de saída no campo “Local de Origem”, e depois selecionar em “Local de Destino” as palavras “SAÚDE – Hospitais e Maternidades”, no campo “Tipo de Local”. O sistema vai gerar uma lista com as quatro opções da cidade. Confira as linhas que levam você às maternidades da cidade: Maternidade Celso Pierro (PUC-Campinas): -1.16 – Terminal Ouro Verde -2.10 – Terminal Campo Grande -2.11 – Terminal Campo Grande -2.12 – Terminal Itajaí -2.13 – Terminal Itajaí -2.20 – Terminal Campo Grande -2.21 – Satélite Íris IV -2.22 – Jardim Florence I -2.23 – Satélite Íris III -2.28 – Princesa D’Oeste / Terminal Central -2.29 – Jardim Florence II -2.30 – Ipaussurama -2.31 – Satélite Íris I / Terminal Central -2.39 – Terminal Ouro Verde / Estação PUCC Maternidade de Campinas (Avenida Orosimbo Maia) -1.17 – DIC VI -1.21 – Terminal Ouro Verde -1.31 – Terminal Vida Nova -1.54 – Terminal Vila União -1.61 – Souza Queiroz -1.62 – Jardim Paulicéia -1.90 – Jardim São Domingos -1.92 – Vila Diva -2.11 – Terminal Campo Grande / Shopping Iguatemi -2.12 – Terminal Itajaí -2.29 – Jardim Florence II -2.64 – Vila Padre Anchieta -3.13 – CDHU-Amarais / Jardim Mirassol -3.16 – Parque Cidade -3.30 – Unicamp -3.33 – Terminal Barão Geraldo -3.51 – PUCC Primavera -3.80 – Cambuí -4.13 – Jardim São José Via Trevo / Circular Centro -5.01 – Circular Centro Maternidade Madre Theodora -2.10 – Terminal Barão Geraldo -3.29 – Terminal Barão Geraldo / Cidade Judiciária -3.32 – Terminal Barão Geraldo / Hospital das Clínicas -3.51 – PUCC Primavera -3.57 – PUCC Santana CAISM – UNICAMP -2.10 – Terminal Barão Geraldo -2.66 – Terminal Padre Anchieta / Hospital das Clínicas -3.29 – Terminal Barão Geraldo / Cidade Judiciária -3.30 – Unicamp -3.32 – Terminal Barão Geraldo / Hospital das Clínicas -3.37 – Unicamp / Hospital das Clínicas
Transporte Público facilita acesso às bibliotecas
A leitura nos conduz a “viagens” pelo conhecimento e a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) facilita o acesso às bibliotecas, ao disponibilizar no Sistema de Informação ao Usuário (SIU), dicas de como acessar essa importante alternativa de lazer, utilizando o transporte público e o Bilhete Único. Campinas conta com duas bibliotecas públicas. A Biblioteca Municipal “Professor Ernesto Manoel Zink”, que fica na Avenida Benjamim Constant, ao lado da Prefeitura; e a Distrital de Sousas “Guilherme de Almeida”, na Rua Maneco Rosa, nº 55. O acervo da Biblioteca Municipal é de cerca de 68 mil livros, incluindo obras raras, como títulos datados de 1800. Também há 750 livros em braile, disponíveis para deficientes visuais. A Biblioteca conta com 12 mil usuários cadastrados. Já na Biblioteca Distrital de Sousas são mais de 15 mil volumes e 162 pastas com fotos da história do bairro. Acesse o Sistema de Informação para chegar Para saber qual linha usar para chegar às bibliotecas, os leitores podem acessar o site da EMDEC, no endereço www.emdec.com.br. O Sistema de Informação (Horários e Itinerários de ônibus) está localizado na página principal, abaixo da ferramenta de busca. O sistema permite que, a partir de informações básicas como o ponto de origem e destino, o usuário identifique pelo menos uma das linhas que tem à disposição. Esta ferramenta é uma das mais modernas disponíveis para sistemas de informação. Também oferece ao usuário a relação de horários das viagens, especificando quais delas são feitas com veículos acessíveis; e os pontos de parada que ele deverá utilizar para acessar sua linha. Caso o usuário não saiba informar qual seu endereço de destino, a pesquisa ao Sistema de Informação será garantida a partir da seleção de pontos de referência como escolas, faculdades, hospitais, postos de saúde, shopping centers, cinemas e teatros, entre outros. Para ver o caminho para as bibliotecas, basta digitar o ponto de saída no campo “Local de Origem”, e depois selecionar em “Local de Destino” as palavras “CULTURA – Biblioteca” no campo “Tipo de Local”. O sistema vai gerar as duas opções de biblioteca da cidade, e aí é só clicar na escolhida. Com a adoção dessa tecnologia, Campinas integra, com Belo Horizonte e São Paulo, a lista restrita de três municípios no país que disponibilizam esse serviço à população. Confira as linhas que levam você para a Biblioteca Municipal “Professor Ernesto Manoel Zink”: -2.30 – Ipaussurama -2.40 – Jardim Garcia -2.44 – Vila Teixeira -2.49 – Parque dos Eucaliptos -2.65 – Padre Anchieta -2.71 – Jardim Pacaembu -3.31 – Rodoviária -3.57 – Rodoviária -3.62 – Parque Brasília / Via Taquaral -3.81 – Shopping D. Pedro / Shopping Iguatemi -3.86 – Rodoviária / Cambuí E as linhas que dão acesso à Biblioteca Guilherme de Almeida, em Sousas: -3.90 – Joaquim Egídio Via Sousas -3.91 – Nova Sousas -3.96 – Sousas Leitura, a melhor viagem Além das bibliotecas municipais, os usuários do transporte público têm a opção de utilizar o acervo de 56 mil títulos, disponibilizados pelo projeto “Leitura, a melhor viagem”. Iniciado em 2008, o projeto disponibiliza livros em nove terminais urbanos da cidade e na nova Rodoviária. Os livros podem ser retirados por qualquer usuário, sem burocracia alguma. Não é necessário fazer inscrição nem carteirinhas. Os livros podem ser lidos nos terminais, nas viagens de ônibus, ou serem levados para casa e, depois de lidos, devolvidos em qualquer um dos terminais, garantindo uma rotatividade dos títulos. Os terminais onde o usuário pode encontrar o projeto são: Central, Ouro Verde, Barão Geraldo, Vila União, Mercado, Vida Nova, Padre Anchieta, Campo Grande, Itajaí e nova Rodoviária. O acervo, que foi construído a partir de doações de empresas e da população em geral, conta com livros educativos, coleções de histórias infantis e de artes, além de títulos de língua estrangeira, ficção, política, filosofia e romances. Os interessados em colaborar com o projeto podem entrar em contato com a Gerência de Desenvolvimento e Educação da EMDEC, para fazer doação de livros, pelo telefone 3772.4024.
Mensageiros da Inclusão consideram Campinas modelo em acessibilidade
Caminhar 1000 km, de São Paulo até Brasília, colhendo informações que possam melhorar a vida das pessoas com deficiência e baixa mobilidade. Esse é o objetivo de Orlando Galati e José Gonsalo Neto, integrantes do grupo Mensageiros da Inclusão. Os mensageiros passaram por Campinas, nesta quarta, dia 21, e foram recepcionados na Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas –EMDEC. A dupla foi levada, pelos técnicos da empresa, para conhecer a Nova Rodoviária e o Corredor Central. José Gonsalo, que é cadeirante, testou as rampas de acesso e aprovou a estrutura dos dois projetos. Galati parabenizou a cidade pelas iniciativas. “Campinas é um exemplo, não só para o estado de São Paulo, mas para todo o país. As adaptações aqui são ótimas e estão dando certo”, afirmou. Campinas é a quinta cidade a receber os Mensageiros da Inclusão. Nesta quinta, dia 22 de abril, eles seguiram para Hortolândia; e deverão percorrer mais 22 cidades até chegar em Brasília. A equipe conta com quatro pessoas – a dupla que vai caminhando, um motorista e um auxiliar. Enquanto a dupla percorre as cidades e conversa com as autoridades locais, o restante da equipe segue numa van acompanhando e registrando o trajeto. A intenção é produzir um documentário com os depoimentos dos moradores e do setor público das cidades por onde passam. “Queremos fazer um documentário para apontar o que falta nas cidades para as pessoas com deficiência. O que vimos em Campinas vai servir de modelo para as nossas sugestões”, disse Galati. Durante a viagem, eles também vão recolher propostas, cartas, fotos e críticas. Todas as mensagens serão apresentadas em Brasília no Congresso, no Supremo Tribunal Federal e ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de construir políticas públicas que atendam as necessidades desse segmento. A chegada a Brasília está prevista para os dias 26 e 27 de maio. Para ajudar – Os interessados em apoiar os mensageiros podem entrar em contato pelo e-mail mensageirosdainclusao@gmail.com ou acompanhar a viagem pelo blog: mensageirosdainclusao.ning.com
EMDEC orienta motoristas da frota da Prefeitura sobre vagas exclusivas
Educadores da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) iniciam nesta segunda-feira, 19 de abril, o trabalho de orientação e conscientização dos motoristas da frota da Prefeitura e demais empresas públicas sobre o uso das vagas exclusivas de estacionamento destinadas a idosos e deficientes. A ação, prevista também para os dias 20, 22 e 23 de abril, será realizada no Departamento de Transportes Internos (DETI), sempre no período das 7h45 às 17h45. O DETI fica à Rua Faria Lima, 486, e recebe a cada semana cerca de mil veículos, que se dirigem ao local para o abastecimento. Os motoristas receberão orientações sobre respeito às vagas exclusivas, e os veículos serão adesivados com o logotipo da campanha “Eu respeito”. Todas as secretarias municipais já foram informadas pela EMDEC, para que possam apoiar a ação. Para potencializar as ações relacionadas às vagas exclusivas de idosos e deficientes, previstas nas resoluções 303 e 304 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a divulgação do tema foi unificada e, desde o início do ano, é feita em conjunto com outros 24 municípios da região. São eles: Amparo, Artur Nogueira, Bragança Paulista, Campinas, Capivari, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Itatiba, Jaguariúna, Louveira, Monte Mor, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara D´Oeste, Sumaré, Valinhos, Vinhedo, Várzea Paulista, Americana, Indaiatuba e Santo Antônio de Posse. O motorista que estaciona seu veículo indevidamente em uma vaga exclusiva comete uma infração leve e está sujeito à multa de R$ 53,20, com 3 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O Sistema viário de Campinas oferece atualmente 72 vagas exclusivas para idosos e outras 33 para deficientes. A previsão da EMDEC é que, até o final do primeiro semestre deste ano, 150 vagas de idosos e 50 para deficientes estarão implantadas.
Delegação coreana visita instalações da CIMCamp
Uma equipe de 15 coreanos esteve na sede da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) nesta sexta, 16 de abril, para conhecer a estrutura da Central Integrada de Monitoramento de Campinas – CIMCamp. “Nós viemos para aprender com a referência brasileira em trânsito e transporte, que é Campinas”, afirmou Norberto Garcia, analista de marketing que acompanhou o grupo. Entre os visitantes, estava um representante do Ministério de Transportes da Coreia. Eles vieram para Campinas por indicação da Associação Nacional dos Transportes Públicos, a ANTP. A EMDEC considera que recepcionar uma comitiva desse porte reafirma o que Campinas já conquistou na área de trânsito e transporte. Durante a visita, o diretor da Central, João Carlos Fagundes, apresentou aos visitantes como funciona a central de monitoramento e passou informações sobre os corredores da cidade, ônibus e pontos de parada. Fagundes também explicou aos visitantes que um bom monitoramento depende tanto da organização do trânsito quanto do trabalho voltado para a segurança. Por isso, a CIMCamp reúne representantes da Guarda Municipal, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), da Defesa Civil, da Serviços Técnicos Gerais (Setec) e da EMDEC. Essa união garante o combate à criminalidade, a segurança no trânsito, a qualidade no transporte, a prevenção a desastres naturais e fiscalização do solo público. Atualmente, são utilizadas 372 câmeras, distribuídas em 143 pontos da cidade, além de radares e agentes de campo. O monitoramento ainda conta com informações recebidas pela central telefônica. Os visitantes também estiveram em Campinas para conhecer de perto a infraestrutura da cidade. Os coreanos têm o interesse em participar das licitações do Trem de Alta Velocidade (TAV) Campinas-SP-Rio e do Sistema de Veículo Leve sobre Pneus (VLP), que garantirá a ligação entre a região central da cidade e o aeroporto de Viracopos.
Pista interna da Anchieta bloqueada para recape
A pista interna da Avenida Anchieta estará fechada neste sábado, dia 10, no trecho entre as ruas Major Sólon e Dona Libânia, das 7 às 17 horas. A ação será necessária para que equipes da Secretaria de Serviços Públicos dêem continuidade ao serviço de recape na via. As linhas do transporte público serão desviadas, a partir da Rua Dr. Guilherme da Silva, pela pista externa da Avenida Anchieta. Já os veículos particulares deverão utilizar como rota alternativa a Avenida Benjamim Constant, Rua Luzitana e Rua Major Sólon. A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) disponibilizará agentes para sinalizar os bloqueios e monitorar o trânsito na região.
Irmã Serafina fechada, no domingo, para obras
A Rua Irmã Serafina, no Centro, estará fechada para o tráfego de veículos neste domingo, dia 11, para que a Sanasa execute a manutenção na rede de esgoto local. A intervenção, no trecho entre as ruas Conceição e General Osório, será realizada no período das 8 às 13 horas. Os veículos deverão utilizar como rota alternativa as ruas Conceição, Boaventura do Amaral e General Osório durante o período de bloqueio. Agentes da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) estarão no local para sinalizar os bloqueios e monitorar o desempenho do trânsito.