Rua Dr. Quirino e Norte-Sul terão trechos bloqueados

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) irá interditar trecho da Rua Dr. Quirino, entre a Avenida Benjamin Constant e a Rua Thomaz Alves, no próximo domingo, 20 de março, das 13h30 às 18h30. O bloqueio será em função da gravação de um comercial, a ser realizado pela Paprika Filmes. Os desvios devem ser feitos pelas avenidas Benjamin Constant, Franciso Glicério e Rua General Osório. A Avenida José de Souza Campos (Norte-Sul) também terá um trecho da faixa esquerda bloqueado neste sábado, dia 19, na altura da Rua Mogi Guaçu, das 8h às 17h, no sentido Guarani-Taquaral. A interdição é necessária para retirada de materiais do piscinão pela Sanasa. Agentes da Mobilidade Urbana da EMDEC estarão nos locais interditados para orientar os motoristas e monitorar o trânsito.  

Posição dos radares estáticos nesta sexta, 18

Nesta sexta-feira, dia 18 de março, os radares estáticos para o monitoramento da velocidade estão em operação na Avenida Dr. Ruy Almeida Barbosa, na Vila Industrial; e na Avenida Marechal Rondon, no Jardim IV Centenário. Nas duas vias, a velocidade máxima permitida é de 60 km/h. No sábado, dia 19, o monitoramento da velocidade será feito na Avenida Prefeito Magalhães Teixeira, na Vila Santana; e na Avenida Marechal Rondon, no Jardim Chapadão. Nos dois trechos, a velocidade máxima permitida também é de 60 km/h. A EMDEC ressalta que os radares estáticos funcionam diariamente, no período das 7h às 17h.  

Posição dos radares estáticos nesta quinta, 17

Nesta quinta-feira, dia 17 de março, os radares estáticos para o monitoramento da velocidade estão em operação na Rua Piracicaba, no Jardim Novo Campos Elíseos I; e na Rua da Abolição, no Jardim Proença. Nas duas vias, a velocidade máxima permitida é de 60 km/h. Já na sexta-feira, dia 18, o monitoramento da velocidade será feito na Avenida Dr. Ruy Almeida Barbosa, na Vila Industrial; e na Avenida Marechal Rondon, no Jardim IV Centenário. Nos dois trechos, a velocidade máxima permitida também é de 60 km/h. A EMDEC ressalta que os radares estáticos funcionam diariamente, no período das 7h às 17h.  

Via, no Jd. São Fernando, é bloqueada para obras

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) bloqueia a partir das 8h desta quinta-feira, 16 de março, a Rua Serra de Lavras, no trecho entre as ruas Serra do Macaé e Serra do Navio. O bloqueio é necessário para reparos na rede coletora de águas pluviais. As obras prosseguem até a segunda, dia 21. Os desvios devem ser feitos pelas ruas Serra do Macaé, Serra Verde e Serra do Navio. Agentes da Mobilidade Urbana da EMDEC estarão nos locais interditados para orientar os motoristas e monitorar o trânsito.  

Posição dos radares estáticos nesta quarta, 16

Nesta quarta-feira, dia 16 de março, os radares estáticos para o monitoramento da velocidade estão em operação na Rua Eunice Virgínia Ramos Navero, no Parque Alto Taquaral; e na Avenida Marechal Rondon, no Jardim Chapadão. Nas duas vias, a velocidade máxima permitida é de 60 km/h. Já na quinta-feira, dia 17, o monitoramento da velocidade será feito na Rua Piracicaba, no Jardim Novo Campos Elíseos I; e na Rua da Abolição, no Jardim Proença. Nos dois trechos, a velocidade máxima permitida também é de 60 km/h. A EMDEC ressalta que os radares estáticos funcionam diariamente, no período das 7h às 17h.  

Posição dos radares estáticos nesta terça, 15

Nesta terça-feira, dia 15 de março, os radares estáticos para o monitoramento da velocidade estão em operação na Rua Eunice Virgínia Ramos Navero, no Parque Alto Taquaral; e na Avenida Theodureto de Almeida Camargo, no Jardim Nossa Senhora Auxiliadora. Nas duas vias, a velocidade máxima permitida é de 60 km/h. Já na quarta-feira, dia 16, o monitoramento da velocidade será feito na Rua Eunice Virgínia Ramos Navero, no Parque Alto Taquaral; e na Avenida Marechal Rondon, no Jardim Chapadão. Nos dois trechos, a velocidade máxima permitida também é de 60 km/h. A EMDEC ressalta que os radares estáticos funcionam diariamente, no período das 7h às 17h.  

Posição dos radares estáticos na segunda, 14

Nesta segunda-feira, dia 14 de março, os radares estáticos para o monitoramento da velocidade estão em operação na Rua Zerillo Pereira Lopes, no Parque Alto Taquaral; e na Rua da Abolição, no Jardim Proença. Nas duas vias, a velocidade máxima permitida é de 60 km/h. Já na terça-feira, dia 15, o monitoramento da velocidade será feito na Rua Eunice Virgínia Ramos Navero, no Parque Alto Taquaral; e na Avenida Theodureto de Almeida Camargo, no Jardim Nossa Senhora Auxiliadora. Nos dois trechos, a velocidade máxima permitida também é de 60 km/h. A EMDEC ressalta que os radares estáticos funcionam diariamente, no período das 7h às 17h.  

Posição dos radares estáticos nesta sexta, 11

Nesta sexta-feira, dia 11 de março, os radares estáticos para o monitoramento da velocidade estão em operação na Rua Frederico Ozanam, na Vila Joaquim Inácio; e na Avenida Theodureto de Almeida Camargo, no Jardim Nossa Senhora Auxiliadora. Nas duas vias, a velocidade máxima permitida é de 60 km/h. No sábado, dia 12, o monitoramento da velocidade será feito na Rua General Marcondes Salgado, no Bosque; e na Rua da Abolição, no Jardim Proença. Nos dois trechos, a velocidade máxima permitida também é de 60 km/h. A EMDEC ressalta que os radares estáticos funcionam diariamente, no período das 7h às 17h.  

Via foi endereço de ilustres como Carlos Gomes

Regente Feijó nomeia a rua do centro da cidade de Campinas há mais de 140 anos. Em 1871, Ricardo Gumbleton Daunt, personalidade influente e religiosa,  propôs, à Câmara Municipal, a homenagem ao padre e político Diogo Antônio Feijó, por seu alto mérito cívico e por ter morado na via. O padre residiu durante muitos anos naquela rua, no trecho entre as vias General Osório e Bernardino de Campos, no atual número 1201, onde hoje funciona um estacionamento. Carlos Gomes, famoso músico campineiro, também nasceu nesta rua, onde atualmente se encontra o número 1251. Hoje, fica no local um prédio com escritórios de advocacia, engenharia e de outras áreas. Com 1,6 metros de extensão, a rua, antes ser batizada com o nome do padre, era chamada de Rua da Matriz Nova, por causa da nova catedral construída ali e inaugurada em 1883; a antiga ficava na Rua Barreto Leme. Até 1941, a Rua Regente Feijó terminava na Rua Marechal Deodoro, porque nela ficava o quartel da Força Pública. O muro que cercava o pátio do prédio impedia sua continuação. Mais tarde, com a mudança do quartel para a Avenida João Jorge, a via foi prolongada até a Rua Delfino Cintra. No início do Século 20, a cidade tinha, aproximadamente, 38 mil habitantes e cinco mil prédios. A Rua Regente Feijó era uma das mais importantes porque tinha a maior quantidade de prédios na época.. Palácio dos Azulejos Na via fica o Palácio dos Azulejos, construído em 1878 por Joaquim Ferreira Penteado. O prédio, com azulejos portugueses, cristais belgas, lustres franceses e mármores italianos, também conhecido como Solar do Barão de Itatiba. Em 1908, com a saída dos herdeiros do Barão, o Palácio dos Azulejos foi utilizado como sede oficial da Prefeitura Municipal de Campinas até 1969. O Palácio dos Azulejos é uma edificação considerada patrimônio nacional, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 1967. Também reconhecido como patrimônio estadual e municipal, foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT) em 1981; e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas (CONDEPACC) em 1988. Desde 1996, funciona no local o Museu da Imagem e do Som (MIS), que foi viabilizado pelo poder público municipal em 1975, a partir da idealização de intelectuais e artistas da região, envolvidos na produção de difusão dos diversos tipos de arte. O objetivo do local é preservar e reunir arquivos históricos audiovisuais de Campinas e região que eram guardados em vários museus espalhados pela cidade ou integrando coleções particulares. Claudia Inês Beraldo é colecionadora de música infantil brasileira e possui mais de três mil discos. Ela é freqüentadora assídua do MIS, visita o local aproximadamente três vezes por semana para pesquisar no acervo musical do museu. “O MIS tem porta aberta para todo mundo. É um ponto cultural muito importante e gratuito”, destaca. Outro diferencial que a gente tem é o atendimento. Temos acesso a todos os funcionários que trabalham aqui. A linguagem é diferente dos outros museus” completa. A programação cultural do museu envolve seminários, cursos nas mais variadas modalidades de arte, discussões sobre a produção cultural, exposições, oficinas entre outras atividades. “É bom saber que o trabalho chega em algumas pessoas. Infelizmente o acesso ainda é pequeno, mas está melhorando. Os encontros são instrutivos e informativos, então quando as pessoas descobrem o MIS, gostam e acabam voltando”, diz a professora de orquestra e responsável pelo setor de música do MIS, Flávia Lodi. Quem foi Regente Feijó? Diogo Antônio Feijó, conhecido como o Regente Feijó se tornou padre em 1809, exercendo o sacerdócio nas cidades de Parnaíba, Guaratinguetá e Campinas. Foi professor de história, geografia e francês. Mais tarde, se mudou para Itu, onde exerceu seu primeiro cargo político como vereador. Em 1821, foi eleito deputado junto às Cortes Gerais e Extraordinárias de Lisboa. No entanto, por defender idéias separatistas, foi perseguido pela Coroa Portuguesa e acabou se exilando na Inglaterra. Após a Proclamação da Independência voltou ao Brasil e assumiu o cargo de deputado geral por São Paulo nos anos de 1826 e, mais tarde, em 1830. O padre se destacou no cargo por sua defesa ao fim do celibato para os padres e por suas críticas ao governo de Dom Pedro 1°. Depois foi senador pelo Estado do Rio de Janeiro até 1839, quando uma paralisia do lado esquerdo do corpo obrigou-o a permanecer em São Paulo para tratamento, tendo voltado ao Rio de Janeiro para assistir à coroação de D. Pedro 2o. Participante da articulação da Revolução Liberal de 1842, foi preso em Sorocaba e levado para Vitória (ES). Libertado após poucos meses, apresentou sua defesa no Senado em 1843. Faleceu em São Paulo, em novembro do mesmo ano, aos 59 anos, antes da promulgação da sentença no processo movido contra ele no Senado. O município do Estado de São Paulo, Regente Feijó, foi assim batizado em homenagem ao primeiro regente uno do Império. Seus restos mortais encontram-se na cripta da Sé de São Paulo. Fontes: http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/ http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u700.jhtm  

EMDEC monitora trânsito no desfile da City Banda

Neste sábado, 26 de fevereiro, o bloco City Banda comanda o carnaval em Campinas a partir das 13 horas e, para garantir a segurança dos foliões, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) bloqueará a Rua Guilherme da Silva, no trecho entre as ruas Maria Monteiro e Coronel Quirino, ponto de concentração do bloco O City Banda seguirá pelas ruas Coronel Quirino, General Osório, Conceição, Maria Monteiro e Guilherme da Silva. Para garantir a fluidez na região, agentes da Mobilidade Urbana da EMDEC estarão no local para orientar os motoristas e realizar bloqueios momentâneos do trânsito.