Vítimas da mudança climática, as abelhas foram alvo dos olhares atentos do técnico da mobilidade urbana Nelson Augusto Ayres e do oficial de manutenção Aldo Aristides. Os funcionários da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), ambos meliponicultores (criam abelhas sem ferrão), tiveram atuação determinante para salvar uma colmeia que estava instalada em um abacateiro condenado, na sede da empresa, que fica dentro da área do chamado Pátio Ferroviário, na Vila Industrial. Nelson, que também é técnico em Meio Ambiente, explica que a dupla buscou autorização para o manejo correto da colmeia, já que a árvore precisaria passar pela poda. “A gente fez o acompanhamento para retirar a colmeia corretamente e o manejo para outro local. Ela está ativa, já vedou novamente e está super bem”, conta, comemorando o desfecho da ação, que ocorreu na última semana. Para disseminar a conscientização na empresa, uma placa artística foi feita por outro funcionário, o técnico da mobilidade urbana Alex Gusmão, para explicar a quem passa pelo local que não há motivo para temer o inseto. “É uma Mandaguari preta, é uma abelha nativa sem ferrão. Ela produz mel. É defensiva, mas não é agressiva, não ferroa as pessoas. É uma abelha muito importante para a polinização das espécies nativas, e as urbanas também”, compartilha Nelson. Seu parceiro de resgate, Aldo, complementa: “Neste local, podemos ter um contato mais próximo com a natureza. O objetivo é ampliar o conhecimento da nossa fauna”. Importantes para a manutenção do equilíbrio do ecossistema, as abelhas vêm sendo ameaçadas pelas mudanças climáticas e a poluição. Por isso, garantir a sobrevivência do inseto vem sendo um ponto de atenção dentro da pauta ambiental. “Elas são vítimas e são fundamentais para que a gente tenha toda a nossa produção de alimentos e mantenha a nossa biodiversidade”, finaliza Nelson.
Autor: Danielle Vasconcelos
Antenas corta-pipa serão distribuídas nesta sexta (24)
Unindo esforços para levar orientação e prevenção a motociclistas, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), a Concessionária Rodovias do Tietê e a Honda Japauto realizam ação educativa nesta sexta-feira, dia 24 de janeiro. Para participar, os condutores devem comparecer à Honda Japauto Cambuí, na avenida Orosimbo Maia, 1.965, a partir das 14h. A previsão é de que a iniciativa dure até as 16h. Durante a abordagem, será realizado o check-up gratuito dos itens de segurança das motos dos participantes, e brindes e antenas corta-pipa serão entregues. O item protege os motociclistas de linhas cortantes e com cerol, que têm uso proibido e podem causar sinistros (acidentes) fatais. “Esta é uma oportunidade para os motociclistas reforçarem a segurança oferecida por suas motos. Mas, durante a ação, também lembramos que o comportamento seguro e preventivo é fundamental para mantê-los longe das estatísticas de sinistros de trânsito”, explica Débora Damasco, gerente de Educação para Mobilidade Urbana na Emdec. Motociclistas e garupas são as principais vítimas do trânsito campineiro Os dados preliminares de 2024, até o mês de novembro, apontam para uma queda de 3% nas mortes de motociclistas na malha urbana de Campinas. Foram 30 óbitos registrados até novembro de 2024 e 31 no mesmo período de 2023. Mas os motociclistas ou garupas ainda são as principais vítimas de sinistros, com 47% das mortes em vias urbanas. Eles também lideram os comportamentos de risco observados nas operações de fiscalização, com quase 70% das infrações identificadas. Os dados detalhados podem ser conferidos no Boletim Informativo de Óbitos no Trânsito, divulgado mensalmente pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec).
Quatro linhas terão alterações de itinerário nesta semana; saiba quais
Os usuários das linhas 126, 126.1, 127 e 325 devem ficar atentos às mudanças de itinerário que ocorrerão a partir desta semana. Determinadas pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), as alterações passam a valer a partir de quarta-feira, 15 de janeiro, para a linha 325 – Vila Santa Izabel / Terminal Barão Geraldo; e de sexta, dia 17, para as linhas 126 – Vida Nova I e II; 126.1 – Vida Nova I, II e Vila Vitória; e 127 – Vila Vitória. Juntas, as linhas 126, 126.1 e 127 transportaram, no mês de novembro, mais de 700 passageiros, em dias úteis. Já na linha 325, foram cerca de 370 passageiros. Confira o que muda: Linha 325 terá sentido invertido e novos pontos O trajeto da 325 será invertido dentro da Vila Santa Izabel. No itinerário atual, ao chegar pela avenida Santa Izabel, a linha usa a rua Vitorino Ferrari para acessar a José Martins e seguir por dentro do bairro, rumo à rua Marcolina Mendes Leme, no outro extremo da Vila Santa Izabel. Depois, segue pelas ruas Luiz Vicentin Sobrinho e Ângela Signori Grigol. A partir de quarta (15), a linha fará esse trajeto dentro do bairro no sentido contrário das vias. O novo atendimento seguirá da avenida Santa Izabel para a rua Julia Leite de Barros e Luiz Vicentin Sobrinho, até a Marcolina Mendes Leme. Continua pela Esterina Pereira Lopes, Armando Sebastião Bonomi e Eduardo Modesto. Depois, pela Antônio Adami, Edna de Barros Sanches, José Martins e Vitorino Ferrari, retornando à Luiz Vicentin Sobrinho para acessar a rua Ângela Signori Grigol. Desta forma, além das vias que já eram percorridas pela 325, a linha passará por dois novos trechos de vias, onde terá um ponto novo em cada: avenida Santa Izabel (entre a Vitorino Ferrari e a Julia Leite de Barros) e Luiz Vicentin Sobrinho (entre a Vitorino Ferrari e a rua Ângela Signori Grigol). Um novo ponto também será usado na rua José Martins, próximo à esquina com a rua Edna de Barros Sanches. Nas demais vias, os usuários devem apenas passar a usar o ponto disponível do outro lado da rua, devido à mudança de sentido. Linhas 126, 126.1 e 127 mudam rota no Residencial Porto Seguro As três linhas seguirão até o final da rua Waldemar Silveira, deixando, assim, de atender às seguintes vias do Residencial Porto Seguro e seus pontos de ônibus: Sarah Kubitscheck De Oliveira, Maria Zalina Rolim, Dr. Antonio Carlos Calichio, Bento Prado de Almeida Ferraz Junior. A 127 também deixa de percorrer trecho da avenida Luis Antonio Pinheiro Porto, entre a av. Bento Prado de Almeida e a rua Waldemar Silveira. Com as alterações, que terão início na sexta (17), as linhas 126 e 126.1 seguem direto da rua Waldemar Silveira para a avenida Luis Antonio Pinheiro Porto, continuando o itinerário normal a partir da rua Maria Nadir Cisne de Vasconcelos. Já a 127 seguirá da Waldemar Silveira para a avenida Um, retomando o itinerário habitual a partir deste ponto. As vias Maria Zalina Rolim, Dr. Antonio Carlos Calichio e Bento Prado de Almeida Ferraz Junior, que deixam de receber as linhas, continuam sendo atendidas pela linha 136 – Terminal Vida Nova / Terminal Central. Consulte sua linha Para informar os usuários sobre as mudanças, a Emdec distribuiu cartazes informativos nos veículos. A partir da data de vigência das alterações, os usuários poderão consultar o novo trajeto no site da Emdec, pelo endereço portal.emdec.com.br/consultalinha. Quem usa o transporte público pode utilizar os aplicativos Cittamobi, Moovit, Kim ou Bus2, que informam onde embarcar, desembarcar e que ônibus municipais utilizar. Também é possível consultar as previsões de chegada dos ônibus em tempo real, selecionando os pontos no mapa. Para esclarecer dúvidas sobre trânsito e transporte, acesse os canais do Fale Conosco Emdec: telefone 118; site; aplicativo “Emdec”, disponível no Google Play e na App Store; chatbot da Emdec, disponível na página inicial; e WhatsApp (19 3731-2910). O número também recebe chamadas realizadas a partir de outra cidade ou DDD.
Seis estádios lotados: educação para o trânsito alcança 126 mil pessoas
Três estádios do Brinco de Ouro e três estádios Moisés Lucarelli – todos lotados. Essa imagem ilustraria, aproximadamente, a quantidade de pessoas impactadas direta e indiretamente por ações educativas da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) ao longo de 2024. No total, 126 mil pessoas foram orientadas sobre comportamentos seguros na mobilidade urbana, em 337 ações realizadas no período. As abordagens educativas incluíram ações voltadas a diferentes públicos e faixas etárias, desde crianças até idosos; e nos mais diversos ambientes, como escolas, bares e vias da metrópole. Isso porque, segundo Débora Damasco, gerente de Educação para Mobilidade Urbana na Emdec, este é um dos caminhos estratégicos para tornar as ruas mais seguras e salvar vidas no trânsito. “Cada uma dessas iniciativas é um passo importante para a construção de uma cidade mais segura, acessível e inclusiva. Continuaremos trabalhando incansavelmente para que todos entendam a importância de um trânsito seguro”, ressalta Débora. Os esforços na área incluem ações e programas permanentes, a exemplo dos levados às escolas, como o “Teatro de Fantoches”, que ensina sobre segurança no trânsito de forma lúdica para alunos da Educação Infantil. Também o “Minicircuito de Trânsito”, com tapete simulando uma cidade, e o “A gente aprende, Agente ensina”, com agentes da mobilidade urbana ensinando sobre segurança viária, ambos para crianças do Ensino Fundamental; entre outros voltados ao público escolar. Também são contabilizadas grandes campanhas, como o “Maio Amarelo”, movimento de conscientização pela segurança viária que impactou 6,4 mil pessoas em 2024, com o tema central “Paz no trânsito começa por você”. Outra campanha que marcou a agenda educativa no trânsito campineiro ao longo do último ano foi a “#Desacelera – Não ultrapasse o limite da vida”. Desta vez, o foco das ações recaiu sobre o principal fator de risco em sinistros (acidentes) registrados na cidade: a velocidade. Entre as demais ações realizadas pelas ruas da cidade, as já populares blitze educativas voltadas a motociclistas, realizadas com parceiros diversos, distribuíram 2,5 mil antenas corta-pipa para proteger os condutores de sinistros envolvendo linhas cortantes e com cerol. Minicidade da Emdec tem agenda aberta para crianças Outra iniciativa da área é oferta de visitas agendadas previamente para crianças de 5 a 11 anos na Minicidade da Emdec, espaço educativo mantido na sede da empresa, na Vila Industrial. O local simula, em escala reduzida, rua, ciclofaixa, calçadas, faixa de pedestres, e abrigo de ônibus – tudo para os pequenos experimentarem a circulação na cidade. Para aliar a diversão ao aprendizado, a agentes da mobilidade urbana que atuam na Educação acompanham e orientam os visitantes. É possível programar a visita pelo site da Emdec (seção “Educação”, opção “Visita Educativa”) ou aplicativo da Emdec, disponível para sistemas Android e iOS (botão “Visita Educativa”). É preciso agendar com antecedência de 72 horas. A programação tem duração de 30 minutos e cada responsável pode levar até quatro crianças. O sistema permite visualizar e agendar datas e horários pelos próximos 15 dias. Há disponibilidade às terças e sextas-feiras, entre 9h e 16h. Por se tratar de um espaço aberto, em caso de chuvas fortes, as equipes da Emdec entram em contato para reagendar as visitas programadas. Ações de 2025 já podem ser solicitadas Escolas, empresas e demais instituições que tenham interesse em abraçar a causa da mobilidade urbana segura em 2025, promovendo ações educativas em parceria com a Emdec, já podem entrar em contato com a empresa. É possível enviar e-mail para o endereço educacao@emdec.com.br ou mensagem para o WhatsApp da Educação: 19 3772-4293.
Do trânsito de Campinas aos resgates no RS: ‘super drone’ da Emdec virou referência
Em 2024, para além do uso em projetos de mobilidade urbana, o “super drone” da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) esteve a serviço do combate à dengue e aos incêndios que atingiram Campinas, foi usado no mapeamento de áreas de risco da metrópole, e até mesmo apoiou os resgates das enchentes do Rio Grande do Sul. Conheça a tecnologia, como ela foi empregada em seu primeiro ano de uso e entenda como esta experiência vem tornando Campinas referência no utilização do equipamento. Por que o apelido de “super drone”? O “super drone” da Emdec é assim chamado devido à sua ampla capacidade de geração de imagens, incluindo a possibilidade de voos em dias chuvosos ou com ventos de até 80 km/h. O modelo (DJI M30T) possui três câmeras, sensores para evitar obstáculos, entre outras funcionalidades, e foi adquirido pela Emdec há um ano, em dezembro de 2023. Além deste drone, a empresa tem outros três modelos, mais simples. Dentro do universo da mobilidade urbana e aliado ao uso de softwares, o equipamento permite que a empresa modernize estudos diversos, como levantamentos de dados topográficos e georreferenciados, com coordenadas e desníveis, para a elaboração de projetos; entre outros. Em 2024, cerca de 20 colaboradores de diversos setores da Emdec foram capacitados para operar drones; e os equipamentos podem ser empregados no planejamento de projetos; contagem veicular e análise de comportamento para simulações; acompanhamento de obras; diagnósticos de congestionamento; atualizações de bases viárias, entre outros. Tecnologia foi usada contra a dengue Somando forças no combate aos criadouros do mosquito Aedes Aegypti, três colaboradores da Emdec pilotaram o equipamento durante os mutirões contra a dengue, realizados no primeiro semestre. O técnico da mobilidade urbana Marcelo Tortorelli e os analistas da mobilidade urbana Carlos Foot e Pedro Verde se revezaram na operação do drone para a identificação de focos, possíveis criadouros em imóveis fechados e para alcançar locais que a equipe não teria acesso. A qualidade das câmeras e o zoom foram aliados da ação, realizada pelo Grupo de Resposta Unificada (GRU) e coordenado pelo Comitê Municipal de Enfrentamento das Arboviroses e Zoonoses. Canoas (RS) recebeu apoio em resgates e teve equipe treinada As enchentes do Rio Grande do Sul, que comoveram todo o Brasil, fizeram com que Campinas enviasse uma equipe em uma ação humanitária ao estado. Além de membros da Defesa Civil do município, Marcelo Tortorelli atuou nesta empreitada. O técnico da mobilidade urbana viveu quatro semanas intensas de trabalho em Canoas, usando o “super drone” para identificar pessoas e animais que precisavam de resgate e realizar levantamentos topográficos. Marcelo também treinou funcionários do município a operar este modelo de drone, para que pudessem dar continuidade aos trabalhos com equipamento próprio. Marcelo conta que os recursos do drone fizeram a diferença. “Naquele momento, quem tinha esta tecnologia éramos nós, da Emdec, e uma ONG internacional”, relata. “Hoje, temos convite de vários estados, querendo saber como implantar o mesmo serviço, como treinar funcionários. Todos estão partindo para comprar equipamentos semelhantes, porque viram a utilidade”, explica o técnico. Em agradecimento à dedicação, Marcelo recebeu, no dia 10 de dezembro, a Medalha da Defesa Civil de 2024, que reconhece, anualmente, pessoas que contribuíram de forma relevante com as ações do Sistema de Proteção e Defesa Civil em Campinas. No dia 26 de junho, o colaborador da Emdec foi recebido, junto com funcionários da Defesa Civil de Campinas, pelo prefeito Dário Saadi, em cerimônia na Prefeitura. Cada membro da equipe que atuou na missão recebeu um brasão da Prefeitura. Buscas em enchentes e mapeamento de áreas de risco ou incendiadas A possibilidade de usar a tecnologia a favor da população para prevenir ou apoiar momentos sensíveis como o das enchentes no Sul do Brasil também foi explorada em solo campineiro. No início do segundo semestre, em parceria com a Defesa Civil, um trabalho intersetorial foi realizado durante os incêndios que atingiram matas no município, como no Pico das Cabras, para identificar pontos de calor e a área afetada para o rescaldo. A parceria também foi mantida para o mapeamento e georreferenciamento das 18 áreas de risco monitoradas pela Defesa Civil, com o levantamento de dados de áreas passíveis de alagamento e registros de ocupação nas proximidades de rio com histórico de transbordo. O resultado será base para acompanhamento, sendo possível conferir possíveis alterações no terreno em novos voos. Mais uma vez, o trio de colaboradores da Emdec – Marcelo, Carlos e Pedro – atuou nas duas ações. Mais recentemente, em outubro, a tecnologia também foi empenhada em buscas de vítimas de enchentes. E para fortalecer cada vez mais o preparo de equipes de Campinas que podem otimizar a prestação de serviços à população com os recursos oferecidos pelo equipamento, o técnico Marcelo treinou pessoal da Defesa Civil para operar o “super drone”.
Semáforos inteligentes quase dobraram em Campinas
De olho na criação de redes semafóricas que tornem o fluxo viário da metrópole cada vez mais fluido e seguro, além de menos poluente, equipes técnicas da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) vêm investindo em uma tecnologia que já transformou cruzamentos: o semáforo inteligente. Em 2024, a meta de cobrir 10% do total dos semáforos de Campinas com o sistema foi superada. E, para que isso fosse possível, desde janeiro, 35 foram instalados pela cidade. Comparada à quantidade implantada em 2023 – que havia sido o ano com mais instalações até então (17) – o número mais do que duplicou. No total, hoje, há 72 semáforos inteligentes pela cidade. A tecnologia usada permite que câmeras identifiquem o fluxo das vias, fazendo com que o sistema ajuste o sinal verde em tempo real, de acordo com a quantidade de veículos que passam pelo local. “O benefício que ele traz para a sociedade é este: uma maior fluidez, tempo de espera menor e uma inteligência maior nos fluxos e ciclos semafóricos”, explica Paulo Conde, coordenador de Implantação e Manutenção de Sinalização Semafórica, da Emdec. Ele conta que o objetivo é ampliar, ainda mais, o uso da tecnologia. Para isso, a equipe já trabalha em projetos para formar redes que promovam a integração de semáforos inteligentes para uma via completa. “Nosso objetivo é trazer todo o parque semafórico para dentro da Central Semafórica”, adianta, sobre o local onde técnicos/operadores monitoram o funcionamento do sistema. A partir da Central, conseguem realizar ajustes e manutenções remotas ou identificar eventuais intervenções que precisam ser feitas in loco. “É um desafio manter, programar, mas vale a pena o investimento”. Otimização do fluxo impacta atuação de agentes Aliás, o investimento na tecnologia – que neste ano foi de quase R$ 2 milhões apenas em câmeras e controladores – permite, também, a otimização da atuação de agentes da mobilidade urbana. Desde o início do ano, por exemplo, foi possível colher resultados do semáforo instalado no final de 2023, no cruzamento das ruas Coronel Alfredo Augusto do Nascimento e Siqueira Campos, em Sousas. O trânsito no local costumava sofrer com congestionamentos constantes, requerendo a presença dos agentes para o ordenamento. “Era um local onde os agentes tinham que ir sempre nos horários de pico, para poder fazer essa leitura, dando prioridade à via de maior fluxo, para poder fazer o escoamento. Com o semáforo inteligente, ele já faz essa contagem automática, então não houve mais esse deslocamento dos agentes para Sousas”, destaca Marcelo Carpenter, coordenador de Fiscalização e Operação de Trânsito, da Emdec. Da qualidade do ar à qualidade de vida A tecnologia também evita conflitos, conferindo mais segurança viária; e otimiza o funcionamento dos veículos que trafegam pelas vias, impactando a emissão de gases poluentes. Além disso, o analista da mobilidade urbana Marcelo Lopes, que atua junto às equipes semafóricas da Emdec, destaca que, com o tempo, os sistemas já instalados são absorvidos pela dinâmica de circulação da região onde estão. “Tem alguns lugares que a gente não consegue mais imaginar sem essa inteligência”, avalia, dando o exemplo do primeiro semáforo inteligente da cidade, instalado no cruzamento das avenidas Waldemar Paschoal e Marechal Carmona, em novembro de 2018. E ressalta como a tecnologia pode beneficiar muito mais que o trânsito: “Além da segurança, da qualidade do ar, é a pessoa chegar mais cedo em casa, é qualidade de vida”. Confira aqui a lista completa de cruzamentos que contam com a tecnologia.
Mais de 50 pessoas participam da última audiência pública sobre o transporte coletivo
Fechando uma série de 11 audiências públicas, iniciada no dia 9 de dezembro, foi realizado o último encontro com a população para discutir a concessão do transporte coletivo de Campinas. A reunião ocorreu na noite de sexta-feira, 20 de dezembro, no Campus Campinas do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), no Satélite Íris. Também houve transmissão ao vivo do evento, pelos perfis da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), no Instagram e Facebook. A oportunidade permitiu que 54 participantes conferissem uma apresentação preparada pela equipe técnica da Emdec, que apontou as bases do novo edital de licitação para a concessão do transporte coletivo. O presidente da Emdec, Vinicius Riverete, e o secretário de Transportes, Fernando de Caires, explicaram o conteúdo, ponto a ponto. Também participaram da mesa a presidente da Emdec em exercício, Giselle Normanha, e o diretor da Secretaria de Transportes, Rafael Bonardo. Vinicius salientou a importância da participação popular no processo. "Entendemos que somente com esse processo de licitação é que vamos melhorar a qualidade do transporte público", disse. "Para avançar, nós precisamos de vocês, fazendo sugestões, críticas construtivas e trazendo ideias." Entre as principais mudanças, foram abordadas a revisão da frota elétrica, com pelo menos 60 ônibus “zero poluição” até o sexto ano; a incorporação do sistema PAI-Serviço; e a adoção de um Sistema de Arrecadação e Remuneração (Bilhetagem) com participação da Emdec. Mais uma vez, o espaço permitiu que dúvidas e sugestões fossem registradas pelos participantes: dez realizaram manifestações orais; e, também, houve diversas manifestações por escrito. Entre eles, jovens e moradores dos Distritos do Ouro Verde e do Campo Grande. Professor do IFSP, instituição que recebeu o evento, Eberval Oliveira Castro também acompanhou a audiência e aproveitou a oportunidade de se manifestar. "Eu acredito que vai dar certo. E o primeiro passo é esse que vocês estão fazendo: ouvir a população. Vir aqui conversar com a gente é de um valor imenso", agradeceu. Encontros mobilizaram a população em diferentes pontos da metrópole Totalizando aproximadamente 520 participantes, os encontros foram distribuídos em 11 regiões da cidade: Centro, Barão Geraldo, Padre Anchieta, Campo Belo/Jardim Fernanda, Swift, Londres, Sousas, Vida Nova, Amarais, Jardim Morumbi e Satélite Íris. A partir do diálogo promovido, as sugestões pertinentes recebidas durante as audiências serão incorporadas nas próximas etapas do processo de licitação. Também comporão os próximos passos do processo a disponibilização da minuta de edital para consulta pública, criação do modelo de gestão da bilhetagem, ajuste e atualização do projeto básico e abertura das propostas. Todas as informações sobre a concessão estão disponíveis em www.emdec.com.br/novotransporte. O conteúdo que foi apresentado nas audiências também pode ser acessado no hotsite.
Transporte coletivo: audiência pública reúne 35 pessoas no Jardim Morumbi
Na reta final das audiências públicas para debater a concessão do transporte coletivo com a população, a Faculdade Anhanguera (Unidade Ouro Verde), no Jardim Morumbi, Distrito do Ouro Verde, foi o cenário do encontro realizado na noite de quinta-feira, dia 19 de dezembro. Com 35 participantes, a reunião também contou com transmissão ao vivo pelos perfis da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) no Instagram e Facebook. Esta foi a décima audiência, de uma série de 11 encontros, para apresentar as bases do novo edital de licitação para a concessão do transporte público da metrópole. Desta vez, quem apresentou todos os detalhes – incluindo a revisão da frota elétrica, a incorporação do sistema PAI-Serviço e a adoção de um Sistema de Arrecadação e Remuneração (Bilhetagem) com participação da Emdec – foi o secretário de Transportes, Fernando de Caires. "O processo de licitação de transporte é extremamente complexo, tem muitas regras, detalhes, e quando a gente está numa cidade como Campinas, tem o complicador do tamanho da cidade, da importância da cidade, volume de pessoas e automóveis", explicou Fernando, sobre como o trabalho é construído, considerando diversos fatores. Também participaram da mesa Giselle Normanha, presidente da Emdec em exercício; Luiz Carlos Sardinha, diretor de Operações; Pedro Meloni, gerente de Planejamento e Gestão de Transporte; e Leonel Lourenço Prado, gerente de Análise Econômica e Remuneração do Transporte Público. População aproveitou oportunidade de participação Após conhecerem os detalhes do processo, sete participantes se manifestaram oralmente, e também houve a entrega de perguntas por escrito. Entre os temas das dúvidas e sugestões, destacaram-se questões sobre a revisão de itinerários de linhas, possibilidade de ampliação de linhas convencionais e do BRT, horários de atendimento do BRT, e atendimento do transporte coletivo à região do Jardim Morumbi. Última audiência acontecerá nesta sexta (20), no Satélite Íris Ainda há tempo para participar do debate. Nesta sexta-feira, dia 20, a última das 11 audiências públicas será realizada no Satélite Íris, Distrito do Campo Grande. O encontro acontecerá das 18h30 às 21h, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), no Campus Campinas, localizado na rua Heitor Lacerda Guedes, nº 1.000. No total, aproximadamente 470 pessoas participaram dos dez encontros já realizados. Além da promovida nesta quinta (19), no Jardim Morumbi, as audiências ocorreram nas seguintes regiões: Centro, Barão Geraldo, Padre Anchieta, Campo Belo/Jardim Fernanda, Swift, Londres, Sousas, Vida Nova e Amarais. As sugestões pertinentes registradas durante as audiências serão incorporadas nas próximas etapas do processo de licitação. Os próximos passos também incluem a disponibilização da minuta de edital para consulta pública, criação do modelo de gestão da bilhetagem, ajuste e atualização do projeto básico e abertura das propostas. Todas as informações sobre a concessão estão disponíveis em www.emdec.com.br/novotransporte. O conteúdo apresentado nas audiências também pode ser acessado no hotsite.
Passarela na JBD: 800 pedestres já foram orientados
Cerca de 800 pedestres já foram orientados, desde segunda-feira, dia 16 de dezembro, sobre o uso da passarela em frente ao Shopping Parque das Bandeiras, na região do Jardim Ipaussurama. A estrutura, que permite uma travessia mais segura da avenida John Boyd Dunlop, foi liberada na terça (17). As abordagens, realizadas pela equipe de Educação da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) acontecem até esta quarta-feira, durante o horário de pico das 16h às 18h. Os profissionais reforçam com os pedestres que, com a liberação, a antiga travessia em nível, com faixa de pedestres e semáforo, deixou de existir. O fim desta obra também permitiu que o trânsito na pista expressa neste trecho da avenida, que estava interditado, fosse retomado na terça (17). Outra alteração na dinâmica de circulação na região foi o deslocamento do ponto de ônibus no sentido Bairro-Centro, na marginal, para ficar próximo à faixa de pedestres que dá acesso à estrutura. Durante a ação, as pessoas abordadas recebem folhetos informativos. Também foram afixadas duas faixas que permanecerão no local por mais tempo, em ambos os lados da via, próximas aos acessos da passarela. A obra integra o contexto da implantação da futura Estação BRT Parque das Bandeiras/Ipaussurama, no canteiro central da JBD, que comporá o BRT Campo Grande. Por enquanto, a passarela deverá ser usada apenas para a travessia completa da avenida, já que esta Estação BRT, que será acessada por ela, permanece em obras.
John Boyd: Ação educativa instrui pedestres sobre nova travessia
Uma equipe de Educação da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) esteve presente nesta segunda-feira, dia 16 de dezembro, das 14h às 16h, na avenida John Boyd Dunlop (JBD), na altura do Shopping Parque das Bandeiras. Com foco nos pedestres, a abordagem, que também acontecerá nos horários de pico de terça e quarta-feira (17 e 18), visa orientar sobre o uso na passarela construída no local, que será liberada para a travessia da via nesta terça-feira (17). Nos próximos dias (17 e 18), a ação educativa será realizada das 7h às 9h e das 16h às 18h. Durante a ação, além das orientações, os pedestres recebem folhetos que informam sobre a liberação da passarela. Faixas informativas também serão afixadas pela Emdec em ambos os lados da avenida, próximas ao local onde a travessia era realizada, em nível, por faixa de pedestres e com semáforo. Com a liberação da passarela, que promove mais segurança a quem precisa atravessar a avenida a pé, a antiga travessia deixa de existir. Diante do fim das obras da passarela, o ponto de ônibus no sentido Bairro-Centro é deslocado para ficar próximo à faixa de pedestres que dá acesso à estrutura. A obra integra o contexto da implantação da futura Estação BRT Parque das Bandeiras/Ipaussurama, no canteiro central da JBD, que comporá o BRT Campo Grande. Por enquanto, a passarela deverá ser usada apenas para a travessia completa da avenida, já que esta Estação BRT, que será acessada por ela, permanece em obras.