Campinas recebeu mais cinco novos táxis acessíveis nesta semana. Mais cinco veículos vão começar a operar na próxima semana, totalizando 21 táxis acessíveis na cidade. Vale lembrar que em janeiro deste ano apenas um táxi acessível atuava na cidade, no ponto da Rodoviária, e que a ampliação da frota deve-se ao processo licitatório desencadeado neste ano.
Os novos veículos acessíveis fazem parte da Licitação do Táxi, que abriu mais 178 vagas para a prestação deste serviço na cidade. Além das 20 vagas para táxis acessíveis, a licitação estabeleceu 108 vagas novas para táxi convencional, voltadas para pessoas físicas. A licitação definiu também a criação de 50 vagas para táxi executivo, voltadas para empresas, sistema inédito em Campinas.
Duas companhias receberam da EMDEC a permissão para executar o serviço de táxi acessível em Campinas: a Hangar Central de Transportes e a Zanca Transportes. Elas venceram o processo licitatório dos táxis e cada uma vai atuar com dez veículos.
Os cinco táxis acessíveis que começaram a operar nesta semana são da empresa Zanca Transportes, sendo três veículos alocados no Aeroporto de Viracopos (Jardim Planalto de Viracopos), um na Avenida Julio de Mesquita (Cambuí) e outro veículo na Rua José Rosolem (Jardim Garcia).
Na próxima semana, outros cinco veículos da Zanca deverão completar a frota prevista na licitação. A empresa deverá incluir carros acessíveis nos seguintes pontos: Rua Bernardo de Campos/Praça Dom Barreto (Ponte Preta); Rua Siqueira de Campos (Sousas); Avenida Washington Luis/ Parque Prado (Jardim dos Oliveiras); Praça Maria Amélia (Parque Industrial); e Hospital Ouro Verde (Jardim Cristina).
A empresa Hangar já está operando com seus dez veículos, sendo duas vagas na Rodoviária /Terminal Ramos de Azevedo (Botafogo); duas na Rua Coronel Silva Telles (Cambuí); duas no Shopping Parque Dom Pedro (Jardim Santa Genebra); e uma nos seguintes pontos: Praça 23 de outubro do Balão do Castelo (Castelo); Rua Luiz Vicentin (Barão Geraldo); Avenida João Jorge (Vila Industrial); e Praça da Catedral (Centro).
Todos os veículos são padronizados e com o taxímetro instalado, aferido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia de São Paulo (Inmetro). Eles também já passaram por vistoria na EMDEC.
Os táxis acessíveis são prioritários para o atendimento de pessoas com baixa mobilidade. Os atendimentos podem ser feitos no ponto; ou por agendamento telefônico.
A tarifa cobrada pelo táxi acessível é a mesma dos táxis convencionais. Cabem nos veículos, além da pessoa que utiliza a cadeira de rodas, mais outros dois passageiros, que podem viajar com a pessoa com deficiência. Quando o veículo não estiver em uso por pessoas com necessidades especiais, ele comporta quatro passageiros.
Os operadores que vão atuar com o táxi acessível passaram por treinamento na EMDEC em setembro. Eles tiveram um curso de cinco horas, onde refletiram sobre as dificuldades que as pessoas com restrição de mobilidade enfrentam, no dia a dia.
Os operadores também receberam treinamento sobre o uso correto do elevador que equipa os veículos. O curso ofereceu, ainda, orientações específicas para cada tipo de deficiência. Estiveram presentes no curso 27 operadores, sendo 14 da Hangar e 13 da Zanca.
Telefone para chamadas
A Hangar disponibilizou dois números de telefone para agendamento e chamadas dos táxis acessíveis: (19) 3207-1028 e 3207-2359.
A Zanca disponibilizou o fone (19) 3796-1001.
Tarifas
Confira as tarifas vigentes no serviço de táxi:
– Bandeirada: R$ 4,40.
– Bandeira I: R$ 2,65 (de 2ª a 6ª feira, das 6h às 18h; Sábado, das 6h às 12h).
– Bandeira II: R$ 3,45 (de 2ª a 6ª feira, das 18h às 6h; Sábado, das 12h às 6h; Domingos e feriados, o dia todo).
– Hora Parada: R$ 43,00
– Para viagens intermunicipais
Nas viagens para Hortolândia, Sumaré, Monte Mor, Valinhos e Paulínia, o valor é definido pelo taxímetro, incluindo a Bandeirada, levando-se em conta a tarifa vigente em Campinas. Nas viagens para os demais municípios, a cobrança deverá ser feita em função da quilometragem percorrida em um único sentido, considerando o valor do quilômetro rodado estabelecido para a Bandeira II. Os taxistas podem negociar com os usuários o valor das tarifas de pedágio, durante o percurso.

10/06/2026/
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