A população de Campinas sofreu um pouco mais neste segundo dia de greve no transporte coletivo urbano, deflagrada pelos motoristas e cobradores que atuam nas empresas do sistema Intercamp.
O trânsito lento e congestionado, registrado por agentes da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) na Central de Monitoramento Operacional chegou a marca de 18 km nos 14 pontos mais congestionadas da cidade. Comparado ao registro do primeiro dia de greve, houve um aumento de 38%, pois a lentidão chegou a 13 km na quarta-feira nos 14 pontos mais carregados.
A EMDEC liberou a circulação de veículos nos corredores para ampliar a fluidez. Mesmo assim, nesta manhã de quinta-feira, a avenida John Boyd Dunlop apresentou lentidão em quatro trechos: 4 km no Jardim Ipaussurama; 3 km no Jardim Maracanã; 1,6 km no Jardim Miranda e 400 metros no Jardim Florence.
Outros pontos complicados para os motoristas da cidade foram: avenida Ruy Rodriguez (Parque Universitário Viracopos) – com 2 km de lentidão; avenida Prestes Maia (no Jardim do Trevo) – com 1,7 km; avenida das Amoreiras (Jardim do Trevo) – com 1,5 km; avenida Oswaldo Oscar Barthelson (Jardim Londres) – com 1,1 km; e avenida Theodureto de Almeida Camargo (Vila Nova) – com 1 km.
O trânsito foi carregado também em trechos da avenida Doutor Moraes Salles (Centro) – com 600 metros de lentidão; avenida Transamazônica (Jardim São Bento) – com 300 metros; Rua Barão de Jaguara (Centro) – com 300 metros; Via Expressa Waldemar Paschoal (Centro); e avenida Monsenhor João Batista Martins Ladeira (Vila João Jorge) – com 300 metros.
No primeiro dia de greve, a EMDEC registrou uma lentidão de 33 km, nos 14 pontos mais críticos, considerando os dois horários de pico na cidade (das 7h às 9h e das 17h às 19h). Se for mantido o aumento de 38% no fluxo a expectativa é de chegar a 46 km de lentidão neste segundo dia de greve.

10/06/2026/
Com o objetivo de aumentar a segurança viária e melhorar as condições de fluidez no trânsito, a Secretaria de Transportes...



