Integração é a palavra-chave no desenvolvimento dos trabalhos para concepção da Central Integrada de Monitoramento Comando e Controle (CIMCC), que deverá estar em operação até o final do ano. A CIMCC será um importante instrumento para que o Poder Público promova o atendimento conjunto a ocorrências de urgência e emergência, além de ações integradas para o combate à criminalidade. Nos últimos 15 dias, representantes da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC), Defesa Civil, Serviços Técnicos Gerais (SETEC), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e Guarda Municipal realizaram visitas técnicas a municípios que contam com experiências semelhantes, como São José dos Campos e Praia Grande, além de concessionárias que administram algumas das principais rodovias do Estado, como a Autoban, Ecovias e Colinas. As visitas permitiram que os técnicos dos órgãos municipais tivessem contato com as diversas tecnologias utilizadas na coleta e transmissão de dados, softwares e câmeras, bem como as instalações prediais e o mobiliário utilizado. Após cada visita realizada, todas as informações foram amplamente analisadas pelos técnicos, com o objetivo de se extrair as características mais condizentes à realidade de Campinas para a construção da Central. “Essas visitas são duplamente importantes pois possibilitam que nossos técnicos conheçam o tratamento que os municípios estão adotando para a solução de seus problemas, e capacitam os mesmos para a estruturação do melhor modelo de Central de Monitoramento que será concebida em nossa cidade”, avalia o gerente de controle operacional de transporte e trânsito da EMDEC, João Carlos Fagundes. Os encontros terão continuidade nos próximos dias e já está prevista uma visita à Central da CPFL, para o conhecimento da tecnologia adotada pela empresa, que também recebe dados meteorológicos do Cepagri, importantes no planejamento para a prevenção de ocorrências. Simultaneamente a essas visitas, técnicos da EMDEC, SETEC, Guarda Municipal, Defesa Civil e SAMU têm trocado informações sobre a estrutura, a rotina e as atividades realizadas por cada um, com o objetivo de garantir a funcionalidade com ampla integração entre os órgãos no início das atividades da Central. A troca de experiências neste momento também é essencial para que o Instituto Militar de Engenharia do Exército (IME) desenvolva um único software para atender a todos os órgãos de forma integrada. Após o desenvolvimento do programa, o IME, junto aos órgãos envolvidos na Central, começará a testá-lo para ajustes e eventuais correções. A expectativa é que a Central comece a operar em quatro meses. Até lá, serão feitas simulações e haverá um período de operação assistida com o IME para possíveis adequações. Stephan Campineiro

10/06/2026/
Com o objetivo de aumentar a segurança viária e melhorar as condições de fluidez no trânsito, a Secretaria de Transportes...



