Passos importantes foram dados, na última semana, dentro do cronograma de ações para a implantação da Central Integrada de Monitoramento Comando e Controle (CIMCC), que vai integrar todos os serviços que atendem ocorrências no município. Representantes da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC), Defesa Civil, Serviços Técnicos Gerais (SETEC), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e Guarda Municipal, começaram a definir o funcionamento da Central. Todos os participantes tiveram contato com as instalações da Central e visitaram o ambiente, onde serão integradas as ações. Neste primeiro encontro, o objetivo foi conhecer a estrutura de cada órgão e seus procedimentos no atendimento às ocorrências, para que a partir das informações seja possível desenvolver um único software que possa atender a todos de forma integrada, informou o coordenador da reunião, Ulf Bergmann, do Instituto Militar de Engenharia do Exército (IME), responsável pela construção do programa. Segundo Bergmann, esse é o mais importante momento do processo de implantação da Central, já que se trata da etapa onde será definido o seu dia-a-dia e todos os procedimentos – do acionamento, ou seja, da chegada de uma ocorrência, através de uma ligação, até à tomada de decisão em relação à cada ocorrência. “Precisamos conhecer de forma bem clara como cada órgão se estrutura e opera hoje para montar os processos integrados de trabalho. A partir da coleta dessas informações é que será desenvolvido o sistema”, esclarece. De acordo com o representante do IME, o conhecimento do procedimento de cada órgão hoje, é essencial para a definição do trabalho conjunto que será realizado futuramente, e também para o sucesso da Central. A Central de Monitoramento garantirá um “olhar permanente” do Poder Público para todo tipo de ocorrência no município, constituindo-se em um importante instrumento de ação preventiva, de atendimento de urgência e emergência, e de combate à criminalidade. Próximas etapas Após essa etapa, o IME começará a testar, junto com as secretarias e entidades envolvidas, o programa para os ajustes e correções necessárias. A expectativa é que a Central comece a operar dentro de quatro meses. Até lá serão feitas as simulações e haverá um período de operação assistida com o IME para as adequações. Ainda nesta semana, representantes das entidades que integrarão a Central visitarão municípios que contam com experiências de ações integradas para subsidiar os trabalhos. Stephan Campineiro

10/06/2026/
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