A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos – EMTU/SP informa que começaram nesta segunda, dia 11 de dezembro, as obras de Construção da Estação de Transferência Lix da Cunha, próximo ao Trevo da Bosch, que fará parte do Corredor Metropolitano Noroeste. Nesta fase, será feito o recapeamento do acostamento nos dois lados da Av. Lix da Cunha e posteriormente será implantada uma pista provisória, no canteiro central, para onde será desviado o tráfego de veículos. Não haverá interrupção de vias, mas a velocidade permitida será reduzida, o que pode provocar lentidões no local. Portanto, a EMTU/SP solicita aos motoristas que evitem circular pela região. A EMTU/SP, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) e o Consórcio responsável pela obra estão providenciando várias formas de comunicar a população sobre as intervenções na Av. Lix da Cunha, por meio da instalação de placas, faixas, avisos nos painéis eletrônicos da Autoban e inserções na mídia eletrônica (rádios). As obras incluem a reconstrução das vias laterais, onde haverá três faixas de rolamento em cada lado da via, uma delas destinada à circulação exclusiva de ônibus. As obras devem durar seis meses. Eliminação de pontos de parada Para a realização das obras, serão eliminados dois pontos de ônibus: a segunda parada após o trevo da Bosch, em direção a Campinas, e a outra do lado oposto. Os usuários do transporte coletivo serão comunicados sobre estas mudanças por meio de placas informativas que indicam o local da próxima parada. A EMDEC disponibilizará dois operadores, um em cada lado da pista, também para informar os usuários. Corredor Metropolitano Noroeste O Governo do Estado de São Paulo reorganizará o Transporte na Região Metropolitana de Campinas e a ação principal é a construção do Corredor Metropolitano Noroeste, onde estão concentrados cerca de 70% dos passageiros transportados por mês. O projeto, desenvolvido pela EMTU/SP e coordenado pela Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos – STM, reorganizará as linhas de ônibus por meio de moderna infra-estrutura, com a implantação de Terminais de Integração, Estações de Transferência para baldeações e Estações de Embarque, além da construção de viários e implantação de faixas exclusivas para ônibus. Essas obras permitirão a integração mais eficiente entre as linhas municipais e intermunicipais, mudando significativamente a forma de viajar pelas cidades. Nesta primeira fase, o Corredor Metropolitano Noroeste terá 32,7 Km de extensão e atenderá às cidades de Campinas, Hortolândia, Sumaré, Nova Odessa e Americana, com integração em Monte Mor. A implantação foi dividida em três frentes de trabalho, sendo que a primeira teve início nesta segunda, dia 11. Campinas – Trevo da Bosch Terá 4km de extensão, começará na Av. Lix da Cunha, no pátio da Rede Ferroviária Federal, onde será construído o Terminal Metropolitano Campinas. Seguirá até o Trevo da Bosch, no entroncamento da Rodovia Anhanguera com a Rodovia SP-101 (Campinas-Monte Mor). Trevo da Bosch – Hortolândia Terá extensão 15,8 km. Este trecho começará no km 0 da SP-101 complementar, no Trevo da Bosch até o Trevo de Hortolândia, seguindo pela seguindo pela Av. da Emancipação, Av. Olivio Franceschini, Rua Santana até o Jardim Amanda, em Hortolândia. – Trecho complementar: Hortolândia – Monte Mor com recuperação de 40 Estações de Embarque. Hortolândia – Sumaré Terá extensão total de 7,5 km, começando na Rua Santana, futuro Terminal Metropolitano Hortolândia, seguindo até o futuro Terminal Rodoviário Sumaré. Obras previstas – Construção dos Terminais Metropolitanos Campinas, Hortolândia e Sumaré – Construção das Estações de Transferência Lix da Cunha, Rosolém e Olívio Franceschini – Construção de oito passarelas – Construção de mais de 280 Estações de Embarque no Sistema Integrado Noroeste – Construção de viários – Alargamento e implantação de melhoria nos viários (sinalização e iluminação) – Implantação de faixas exclusivas para ônibus – Construção de calçadas e ciclovias com arborização Benefícios – Maior oferta de viagens – Redução do tempo de viagem – Integração da tarifa entre Estado e Município, aumentando as opções de destino – Facilidade para criação de serviços – Mais conforto e segurança aos usuários – Menos poluição A construção do Corredor Metropolitano Noroeste representa um investimento de R$ 140 milhões advindos do tesouro do Estado. As obras devem ser concluídas em até 14 meses. Assessoria de Imprensa – EMTU




