Alunos de 5ª a 8ª séries da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Júlio de Mesquita Filho, no Jd. São Vicente, participaram na manhã desta quarta-feira, 29 de agosto, do terceiro dia do programa de visitas à sede da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC), na Vila Industrial. Durante a visita, além de acompanhar de perto o funcionamento de diversas áreas da empresa, os alunos puderam desvendar os segredos da Central Integrada de Monitoramento de Campinas (CIMCamp), que integra representantes da EMDEC, Guarda Municipal, Samu, Setec e Defesa Civil, e garante o monitoramento em tempo real, por meio de câmeras, de todo tipo de ocorrência registrada na cidade. “Para mim, as imagens das câmeras ficavam na escola. Não sabia que essas imagens vinham para a CIMCamp e que tinha tanta gente por trás, observando tudo. Vou contar para os meus amigos. Essas imagens vão ajudar a diminuir os atos de vandalismo na escola”, disse o aluno Luis Muller, 13 anos, da 7ª série. Reações deste tipo, por sinal, têm sido freqüentes entre os alunos das 21 Emefs da cidade que já são monitoradas pelas câmeras da CIMCamp. A previsão da Prefeitura é que, até o final deste ano, as outras 18 Emefs da cidade passem a contar com o monitoramento. “Às vezes, olhamos para as câmeras paradas e a impressão é que não funcionam. Mas hoje percebi que tudo funciona e vi meus amigos no pátio da escola enquanto estava na CIMCamp. Gostei muito”, disse Clayson Dias Ferreira, também da 7ª série da Emef Júlio de Mesquita Filho. Os funcionários da escola também acompanharam de perto a rotina da CIMCamp e já avaliam de maneira positiva a presença das câmeras no ambiente escolar. “Não imaginava que as câmeras monitoravam toda a cidade. Na escola, por exemplo, havia problemas com pessoas que não estudam lá e pulavam o muro e, desde que as câmeras foram instaladas, os problemas diminuíram”, disse a inspetora de alunos Ilza Corrêa Vianna, que trabalha no colégio desde 1994 e, portanto, conheceu sua realidade antes e depois das câmeras. “Com certeza, podemos nos sentir mais seguros na escola”, completou. Stephan Campineiro




