Entre todos os tipos de acidentes, aqueles que resultam em mortes foram os que apresentaram o menor crescimento no ano passado. Em 2004, 90 pessoas morreram no trânsito, o que corresponde a 1,1% a mais do que no ano de 2003, quando foram registradas 89 vítimas fatais. Entre as vítimas fatais, 42,22% são pedestres e 57,78 são ocupantes de veículos. A mortalidade no trânsito para ocupantes de veículos se concentra, sobretudo, na faixa etária dos 20 aos 24 anos. Já entre os pedestres, as vítimas fatais aparecem com maior evidência a partir dos 35 anos, tendo seu pico na faixa de 60 a 64 anos e a partir dos 75 anos. Apesar dos dados desfavoráveis em 2004, Campinas ainda ocupa papel de destaque no combate à violência no trânsito, quando analisados os índices de mortalidade considerados referenciais para avaliar a violência no trânsito (mortos por 10 mil veículos e mortos por 100 mil habitantes). A mortalidade por 10 mil veículos é de 1,74 pessoas; enquanto no Brasil, esse índice é de 6,2 pessoas. Os dados relativos ao País são do Anuário Estatístico de Acidentes de Trânsito do Denatran (2002). Comparando o índice de Campinas com todas as Capitais, Campinas só apresenta índice maior de mortalidade que o de Curitiba (1,0). De acordo com o mesmo Anuário, a mortalidade por 100 mil habitantes no trânsito no Brasil é de 12,3 pessoas para cada 100 mil habitantes. Em Campinas, a estimativa é de 8,72 mortes no trânsito por 100 mil habitantes. Denise Pereira

11/06/2026/
A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) realiza uma operação especial de trânsito para a exibição da estreia do...



